BOLA CHEIA - 04/02/2019

BOLA CHEIA
 
Em mais uma atuação "somente para o gasto" conseguiu o Palmeiras mais uma vitória no Paulistão, e novamente jogando com uma equipe alternativa. Foi superior ao adversário mas não transformou a superioridade em mais gols, e ainda andou "sofrendo sustos". Mas de qualquer forma "rodando" todo plantel vai satisfazendo aos mesmos e até aqui aos torcedores pelos resultados obtidos. Teve contra si uma equipe que "entrou para bater" e dar cotoveladas  e uma arbitragem, nesse aspecto, conivente com o anti jogo. "62,65" minutos de jogo efetivo, 29 faltas (14 a 15) e 6 Cartões Amarelos (2 a 4) sendo todos na segunda etapa.
Salim Fende Chaves foi um mau arbitro nesta partida, sem critérios definidos de ordem técnica e disciplinar, fez a "leitura" errada de como conduzir e não se deu conta que os visitantes, claramente, vinham de vestiário com orientação para bater. Jogavam na bola e no adversário ou no adversário e na bola, poucas vezes somente na bola (quando das disputas) e muitas somente no adversário. E Salim a tudo assistia sem nada fazer. Dois exemplos claros foram uma entrada violenta de Kanu em Dracena (lance para Cartão Vermelho) em que nem a falta marcou, e de Betinho em Deyverson numa cotovelada no rosto de maneira deliberada, e que deveria além da expulsão ter a marcação da penalidade máxima. Muito mais se poderia aqui escrever sobre o mau trabalho do árbitro que teve "a sorte" do Palmeiras vencer e esquecer o trabalho ruim.  Neuza Ines Back e Evandro de Melo Lima foram os Assistentes e sem grandes problemas. E será que até para isto faltou condição? Explico: na Sumula da Partida o árbitro lançou como tempo de jogo efetivo "62,65" minutos. Meu Deus..., se verdadeiro não seriam 63,05?
 
Jogando um futebol vistoso e de alta qualidade mais uma vez o Santos mostrou a exuberancia de seu momento atual, passando por cima do Bragantino e não lhe dando minimas chances de reação. Um primeiro tempo que nos relembrou tempos aureos da éra Pelé (sem comparações) marcando tres gols e já decidindo a partida. Sem grandes estrelas, mas atuando solidariamente nas suas linhas, da-se ao luxo ainda de jogar com três zagueiros e sem atacante de referencia (o homem gol). E no final o 4x1 ficou de bom tamanho com aplauso até de torcedores adversários. 62 minutos de jogo efetivo 17 faltas (10 e 7) e 3 Cartões Amarelos (2 a 1). Destaque-se aqui que além de jogar muito o Santos cometeu apenas sete faltas na partida, algo irreal no futebol brasileiro.
Trabalho normal de Lucas Caneto Belotti numa partida de facil condução, sem lances polemicos e sem indisciplinas, marcou com acerto penalidade máxima para o Peixe.
 
Parabéns á TV Gazeta que estará trazendo de volta, a partir de março, o Desafio ao Galo, o Torneio de Varzea maia fmoso do Brasil entre os anos 1972 e l996. Neste retorno jogarão UNIP Vila Mariana e Paredão da Esquina, no Pacaembú. Os jogos serão ás 10 horas e levados ao ar ás 14 horas nos domingos. Boa nova oportunidade também para jovens árbitros mostrarem seu trabalho.
 
Encolhido, retrancado mas bem armado, praticamente sem chutar a gol, mas conseguiu o que a maioria não imaginava: Palmeiras 0x1 Corinthians como resultado final valeram mais que toda a posse de bola do adversário (64%), todos os chutes (25) a seu gol e valeram ainda mais pelo mau momento que vivia. Vitoria legitima, sem contestação, mostrando mais uma vez que no futebol ninguém ganha de vespera. Cabe aqui elogio a Fabio Carille que armou defensivamente muito bem sua equipe, tendo a felicidade de marcar seu gol no inicio do jogo e facilitando um esquema pré determinado, Seu adversário deixou muito a desejar, tinha a bola mas não sabia o que dela fazer, ganhou todas as bolas pelo alto nos escanteios (53 bolas cruzadas no geral, sendo 15 em escanteios) mas não acertou nenhuma na direção do gol. A vitoria tem mais valor ainda se observarmos que o Verdão não perdia desde Outubro de 2018. Foram 31 faltas (14 a 17), 7 Cartões Amarelos (3 a 4) e 62,17 de jogo efetivo.
Trabalho normal de Luiz Flavio Oliveira conduzindo bem a partida até os minutos finais quando, entendemos, perdeu-se um pouco nas questões disciplinares quando "a coisa esquentou". Richard atingiu por detraz a Deyverson que caiu, foi novamente "cotucado" no chão e para variar perdeu a cabeça outra vez sendo expulso, mas com o adversário passando incolume. Importante dizer-se que nenhuma interferencia teve no resultado final, mas a entendemos como uma "escala" de alto risco pelos antecedentes existentes.  Normal também o trabalho de Marcelo Carvalho Van Gasse e Miguel Cataneo Ribeiro da Costa.
 
Atuando com uma equipe basicamente formada por reservas fez o São Paulo sua obrigação vencendo ao São Bento pela contagem minima. Teve mais a posse da bola, o São Bento retrancado atrás as vezes levava perigo em contra ataques. Teve ate mesmo um gol mal anulado por impedimento e por fim um gol de Hernanes salvou o tricolor daquilo que poderia ser mais um resultado negativo dentro do Pacaembu. 56 minutos de bola rolando, 22 faltas (10 e 12) e 4 Cartões Amarelos (2 a 2)
Vinicius Gonçalves Dias Araujo teve desta feita alguns senões e começou com uma omissão ( que não faz parte de seu perfil) quando fez vistas grossas ao não punir Alecsandro por uma entrada violenta no adversário, mas foi bem na concessão de vantagens reais, errando feio porém na marcação de penalidade máxima contra o São Bento, totalmente inexistente.  Anderson Moraes Coelho marcou errado a um impedimento do São Bento e também errou Bruno Salgado Rizzo em lance de maior importancia e que invalidou gol dos visitantes na sequencia.
 
"OS QUE LEEM SABEM MUITO, MAS OS QUE OBSERVAM SABEM MAIS..."
 

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