BOLA CHEIA - 12/08/2013

Entra aqui, mas não foi uma bola totalmente cheia Flavio Rodrigues Guerra em São Caetano 1x2 Palmeiras. Além de não “viver o jogo” que é sua característica, agora deu de “Vuadenlizar” suas atuações esquecendo-se que faltinhas também são faltas, agarrões “matando ataques” requerem Cartão Amarelo, e se já tem Cartão Amarelo requerem Cartão Vermelho. Entra aqui, pois não interferiu diretamente no resultado da partida, com gol bem anulado do Palmeiras e pelo Assistente Bruno Salgado Rizzo, mas nos detalhes não nos agradou sua atuação.
 
Para uma partida que se afigurava nervosa, mas assim não o foi pelo menos até os vinte minutos finais, a nos agradou o trabalho de Marcelo Aparecido Ribeiro de Souza no Santos 1x1 Corinthians. Até o minuto acima nenhum erro técnico e cartões amarelos bem aplicados. Após esse minuto alguns pequenos erros técnicos em marcações ou não marcações de faltas. E no minuto acima expulsou corretamente a William José, que levou junto a Paulo André que o empurrou. Não percebemos a  ação de Paulo André para expulsão, mas como saiu sem reclamar ficamos com a arbitragem baseados na experiência de que, se ele nada fizesse contestaria fortemente sua expulsão.
 
Para o goleiro Lauro que aos 47 minutos da segunda etapa marcou, de cabeça, o gol de empate da Portuguesa contra o Flamengo. Detalhe: Em 2003, há dez anos passados, este mesmo Lauro marcou, também de cabeça, um gol que livrou a Ponte Preta do rebaixamento. O adversário era o próprio Flamengo e o gol também saiu no final da partida.
Para confirmar a boa semana, no domingo “pegou” penalidade máxima cobrada por Rogério Ceni.
 
Bom trabalho de Paulo Henrique Godoy Bezerra no Grêmio 0x1 Coritiba. Bem disciplinarmente controlou aos jogadores, mínimos erros técnicos, movimentação nem sempre adequada, mas teve o mérito de não “entrar” nas reclamações e simulações especialmente de Barcos e Kleber. Em nada interferiu. E no final de semana, arbitrando Cruzeiro 0x0m Santos repetiu o bom trabalho, sem maiores contestações.
 
Para quem pouco sabe quem foi Jose Ely de Miranda, o Chulé, que semana passada completou 81 anos de vida, vejam se nos dias atuais isto é possível no futebol: Foi ele Campeão Paulista em 55, 56, 58, 60, 61, 62, 64, 65, 67. Campeão Taça do Brasil em 61, 62, 63, 64. Campeão Libertadores em 62,63. Torneio Rio São Paulo em 59,63,64,66. Campeão Mundial Clubes em 62 e 63. Campeão Mundial Seleções em 58 e 62.  Foram 23 títulos de expressão em 12 anos de carreira. Falamos de Zito, uma lenda viva na história do Santos F.C. Outra lenda viva que aniversariou na mesma semana foi Mario Jorge Lobo Zagallo que completou 82 anos. Ao Chulé e á Formiguinha parabéns.
 
Bom o trabalho de Carlos Roberto dos Santos Junior em Rio Branco 1x0 Barbarense, pela Copa Paulista. Bem posicionado, boa movimentação, interpretação acertada na maioria das situações, bom controle disciplinar. Apesar de poucas dificuldades teve mérito na condução da partida.
 
Uma vantagem importante não concedida em ataque do Palmeiras, com possibilidade de gol foi o único destaque negativo na arbitragem de Antonio Carvalho Schneider no Palmeiras 2x1 Paraná. Gol bem anulado de Valdivia, por impedimento e assinalação da Assistente Fernanda Uliana, Cartões Amarelos bem utilizados e nenhuma interferência negativa. E o torcedor palmeirense levou neste jogo o maior publico da equipe na Série B: 31.823 expectadores.
 
Pequenos problemas na arbitragem de Marcos Silva Santos Gonçalves em Internacional 0x1 XV Piracicaba pela Copa Paulista. Regular tecnicamente, bem disciplinarmente, mas não consegue manter trabalho uniforme no tangente á colocação e movimentação entremeando bons e maus posicionamentos. Em nada interferiu no resultado final.
 
Portuguesa 2x1 São Paulo tiveram condução segura de Rodrigo Nunes Sá. Uma ou outra infração não marcada, algumas poucas marcadas indevidamente, e penalidade máxima para o São Paulo indiscutível, apesar da “chiadeira” dos lusos. Disciplinarmente sem problemas e até mesmo pelo bom comportamento dos jogadores, excetuando-se Cartão Amarelo omitido á Wellington, do São Paulo. Não entra aqui a analise com relação ao gol anulado do São Paulo, que para nós ainda é uma interrogação. Estaria a bola dentro no toque de Aloísio?
 
Para o Atlético Paranaense que, quietinho, quietinho chegou ao G4 com a vitória sobre o Internacional. Detalhe: será o adversário do Palmeiras na Copa do Brasil.
São os paranaenses fazendo bonito no Campeonato Brasileiro. Coritiba e Atlético na Serie A  e Paraná Clube na Série B, todos no G4.
 
 
 
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