BOLA CHEIA - 09-09

Goiás 2x0 Grêmio tiveram na sua condução uma boa arbitragem de Ricardo Marques Ribeiro. Técnica e disciplinarmente sem problemas, controle absoluto sobre os jogadores, e, na verdade com um campeonato bem melhor de que em anos anteriores. E neste jogo um craque desafiando a lógica: O gordo Walter mostrou mais uma vez sua excepcional qualidade de finalizador, metendo duas bolas na sacola de Dida. Se fosse um desconhecido, chegando a um clube para fazer testes certamente nem o deixariam trocar de roupa e o dispensariam. No passado vi um, superior, mas gordo também: Coutinho, que sabia tudo de bola e foi parceiro de Pelé.
 
Absolutamente normal a arbitragem de Marcelo de Lima Henrique em Atlético Paranaense 2x1 Santos. Nenhum lance polemico, boa disciplina e somente um Cartão Amarelo que deveria, mas não foi aplicado á Tiago Ribeiro, porém “amarelado” depois. Chama a atenção a infinidade de jogadas ensaiadas do Atlético, mérito do bom trabalho de Wagner Mancini. Aliás, ensaiadas e executadas com acerto.
 
Para Atlético Paranaense e Goiás que atravessam excelente momento no Campeonato Brasileiro. Internacional e Vasco da Gama, seus adversários na Copa do Brasil correm serio risco de desclassificação.
 
Que pintura, que coisa linda, que gol digno de placa foi o marcado por Hyuri mais uma “jóia” aparecendo no futebol brasileiro, e mais um “criado” no Audax.  Estrear profissionalmente, marcando dois gols e um deles “de placa” mostrou que depois de Vitinho é mais um fora de serie do Botafogo. Somente basta ter juízo...
 
Mais acertos de que erros na arbitragem de Wagner Reway em São Paulo 1x2 Criciúma. Melhor que outras oportunidades que o vimos atuar, mas ainda não é arbitro para se falar em FIFA como já falam alguns. Permitiu Paulo Miranda atuar por longo tempo com sangramento abundante e sem o auxilio nisto de seus companheiros de equipe, necessitou dessa ajuda para marcar a penalidade máxima para o São Paulo, e por estar distante do lance. Faltaram Cartões Amarelos, especialmente um para Galatto ao cometer a penalidade sobre Aloísio. Movimentou-se bastante, mas nem sempre se colocando bem, e ás vezes correndo desordenadamente. Pelo que apresentou até pode evoluir.
 
Partida de fácil condução teve Jean Pierre Gonçalves em Atlético 0x2 Palmeiras. Não existiu a penalidade máxima em Vinicius, marcou uma corretamente em Alan Kardec. Sua deficiência foi no campo disciplinar onde ficou devendo alguns Cartões Amarelos, especialmente a Felipe Menezes e Vilson, do Palmeiras.
 
Não merecendo Bola Murcha, mas parcialmente Bola Cheia, Alicio Pena Junior teve altos e baixos em Coritiba 2x0 São Paulo, Mal fisicamente, esteve muitas vezes “no caminho” dos jogadores, levou bolada, fugiu de outras. Mas não teve nenhum erro técnico que interferisse no vencedor da partida. Disciplinarmente esteve atento, com Cartões Amarelos bem aplicados e correta expulsão de Oswaldo. Dibert Pedrosa Moisés, o assistente dois, “parou” erroneamente duas situações de ataque do São Paulo e por impedimentos inexistentes.
 
E no Criciúma 1x2 Botafogo, mais uma pintura de jogador botafoguense: Elias marcou um gol digno de placa aos 47 minutos da segunda etapa (acréscimos), e decretando mais uma vitória de sua equipe. Golaçooo.
 
Bola Cheia terá o STJD se anular a partida Tupi x Aparecidinha pela Serie D do Brasileiro. A ação do massagista “salvando” o gol do Tupi merece analise profunda, anulação da partida, e eliminação do infeliz, já que pelas Regras o “gol” não pode ser validado.
 
 
 
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