NÃO É HORA DE MUITOS ERROS

É evidente que os erros na arbitragem são comuns, inexiste a perfeição, mas existem momentos em que tudo que for possível e quase impossível deve ser feito para que sejam eles os mínimos possíveis.
E nesta reta final de campeonatos das diferentes Séries do Brasileirão os erros são absolutamente irrecuperáveis pelas equipes que, através deles, deixam de contabilizar um ou três pontos numa partida e por conseqüência ou os levam á títulos e classificações, ou os levam á rebaixamentos.
É um cuidado a mais que se faz necessário tanto para quem escala (e quando se colocam dois nomes para sorteio se esta escalando), e principalmente para os escalados a cada uma destas rodadas finais.
Nesta semana, e infelizmente, a arbitragem andou interferindo negativamente no resultado final de partidas de extrema importância, e que como dissemos acima ajudarão alguns a melhores posições e outros ao desespero.
Criciúma, Internacional e Ponte Preta, pelo menos estes, sentiram na pele os efeitos dos erros e somente a Ponte Preta conseguiu superar. E atentem que em duas das três situações estavam em jogo liderança e rebaixamento.
Cruzeiro 5x3 Criciúma certamente não teria estes números finais se, Wilton Pereira Sampaio, não expulsasse com dois minutos da segunda etapa, e com 3x2 para o Criciúma, um de seus zagueiros e de uma maneira no mínimo estranha, por não ser de seu perfil, e por não ter agido da mesma forma em outras situações idênticas e dentro da mesma partida.
Ponte Preta 2x1 Vasco da Gama lutam contra o rebaixamento e um impedimento clamoroso não é marcado nem pelo assistente Marcelo Barison, nem pelo árbitro Sandro Meira Ricci e que origina o gol do Vasco. Um erro que a sorte da “virada” pontepretana, no minuto final de partida no gol de Adrianinho, não teve a gravidade que teria em caso de empate ou vitória vascaína que também briga para não cair.
A outra citada é de um árbitro FIFA que a passos largos se aproxima do “Chicão das Alagoas”. Péricles Bassols Cortes fez varias lambanças em Internacional 2x3 São Paulo e com total prejuízo á equipe gaúcha.
É momento de cuidados especiais, é momento de árbitros de maior qualidade, é momento de escalas por competência e não por rezarem em “algumas cartilhas” especificas. Problema é que nem os escudos FIFA nos dias atuais querem dizer que ali está a melhor qualidade...
 
E se cuidados maiores não acontecerem sugerimos ás equipes que “passem a rezar” cartilhas distintas, mesmo que não sejam as suas, para receberem sorte e proteção dos Deuses do Futebol...

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