Bola Murcha - 13/01/2014

 Nada é mais enfadonho, nada é mais desinteressante, nada é mais maçante que a primeira fase da Copinha. Cento e cinqüenta e seis jogos, (conseguimos ver um só de qualidade), goleadas homéricas, equipes sem a menor expressão, festival de cãibras, vence que tem de vencer, nenhuma surpresa, nem serve para se ver novos árbitros tal a facilidade para conduzir as partidas. Recordamos do tempo em que desde a abertura até seu final era um festival de emoções. Dá-se hoje o direito de participação, correto por um lado, mas acaba-se com a força da competição.
 
 
Para Magno Souza Neto que apesar de ter tido boa arbitragem em Santos 2x0 Capital tomou equivocadamente uma decisão que não compete ao árbitro, a quem a competência é única e exclusiva de aplicar as regras. Marcou com perfeição um recuo (de cabeça) deliberado, mostrou conhecimento, pois a bola foi levantada pelo pé do jogador do Capital, mas depois “jogou na lata do lixo” seu acerto ao pedir que na cobrança os santistas chutassem a bola para fora. Uma no cravo, mas outra na...ferradura.
 
 
Mas, e a “profissionalização da arbitragem” como anda? Ou melhor, “ainda anda?”
 
 
Para Luis Paulo Rosenberg, vice-presidente do Corinthians que, em entrevista a uma revista americana comparou o clube á uma “casa de prostituição”. Muita gente se revoltando contra o fato, mas um detalhe chama atenção: A diretoria corintiana não se pronunciou e “faz de conta” que nada aconteceu. Estranho...
 
 
Para Flavio Rodrigues de Souza em América 0x2 Fluminense. Com jogador do América caído dentro de sua área penal fez a partida continuar, mais de 30 segundos se passaram, não fez o que deveria e, nestas condições o Fluminense marcou seu primeiro gol. Faltaram experiência e sensibilidade. Sua atitude gerou inúmeros protestos e ate pedras foram atiradas para o campo de jogo. Em Taubaté x Cruzeiro Regildenia de Holanda Moura deparou-se com uma situação de “fotografia igual” e usou bom senso paralisando a partida.
 
 
Para Dona Regildenia de Holanda Moura que é boa arbitra, tem condição inclusive para jogos maiores no futebol masculino, mas não pode agir como agiu ao não expulsar jogador do Cruzeiro e comentado por nós na Bola Cheia. “Malandragem” não cabe nas decisões do árbitro de futebol e ele tem de ser autentico. Administrar situações somente atrapalha carreira, e torna bons árbitros em árbitros vulneráveis...
 
 
 
ALGUMAS PESSOAS SO APRENDERÃO A NADAR, QUANDO REALMENTE ESTIVEREM SE AFOGANDO...

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