Bola Cheia - 27-01

 BOLA CHEIA para o Cruzeiro, legitimo Campeão da Copa do Brasil, e que para chegar  a isso passou por São Paulo, Grêmio, Palmeiras, o que lhe dá um maior 'carimbo" de qualidade na competição. Na decisão contra o Flamengo uma partida fraca tecnicamente e onde o medo de perder tirou das equipes a chance maior de ganhar , mas éra decisãoe tudo se tem de respeitar. O 0x0 durante os noventa minutos foi algo justo e castigo seria alguém vencer no tempo normal. Nas penalidades foi a Raposa mais competente, não desperdiçou nenhuma delas e coube ao "astro" Diego perder a sua e determinar a vitória cruzeirense. Capitulo á parte foi a arbitragem de Luis Flavio de Oliveira que, não foi perfeito, teve mínimos erros, "segurou" alguns Cartões Amarelos, mas pelo momento vivido por nossa arbitragem merece todos os elogios e cumprimentos pela serenidade, competencia, e domínio absoluto sobre os jogadores fazendo com que uma grande e nervosa decisão tivesse começo, meio e fim. Éum momento do apito que necessita ser destacado. Parabéns.
 
BOLA CHIEA para o Santos que no Allianz Parque venceu ao Palmeiras por 1x0 e continua na "caça" do lider Corinthians. Partida atípica, dominio palmeirense na primeira etapa com o Peixe saindo esporadicamente em um ou outro contra ataque, mas sem levar grandes perigos para Fernando Prass. E como no futebol nem sempre quem joga melhor vence, foi o Santos totalmente "empurrado" pelo Verdão na segunda etapa e, numa  de suas escapadas rapidas acabou conseguindo o gol e por consequencia a vitória. Vitória justa, aliás, pois seu gol foi marcado legitimamente, mas para o Palmeiras pode-se falar em "injustiça" por ter sido melhor na partida. Marcelo Aparecido Ribeiro de Souza não foi, para nós, o mesmo bom árbitro do retrospecto, não teve erros determinantes, mas teve critérios distintos no julgamento na marcação ou não de infrações. Nada que invalide sua boa qualidade mas neste clássico não esteve em seus melhores dias.
 
BOLA CHEIA para a Academia Desportiva Manthiqueira, Campeão Paulista da Segunda Divisão. A equipe de Guaratinguetá conseguiu o acesso e o título ao vencar o São Bernardo por 2x1, e para quem não sabe, é clube cujas ações diretivas e de jogadores são calcadas no Jogo Limpo, na Honestidade e tem uma cartilha que regem seus principios do dia a dia. Vale a pena conhecer a Cartilha de Conduta implantada no clube para a partiipação nas partidas. Parabéns, Manthiqueira, e sucesso...
 
BOLA CHEIA para o Corinthians que, mesmo não jogando bem conseguiu um empte muito valioso contra o  Cruzeiro no Minerão, mantendo sua "gordura", e agora sobre o Santos. Primeira etapa totalmente dominada pelos mineiros e com o Timão sem força ofensiva. Já na segunda etapa mudou o Corinthians e passou a ter  maior ação ofensiva na partida, porém faltando o homem da finalização. Teve ainda gol de Balbuena anulado erroneamente por impedimento inexistente, mas conseguiu através de uma penalidade máxima igualar  em 1x1, um resultado que c ertamente o satisfez. Rodolpho Toski Marques teve bom desempenho técnico, fisico e disciplinar, (exceto a dura que levou de Fagner) marcou com acerto penalidade máxima para o Corinthians. Gol anulado de Kazin correto e na ação de Bruno Boschillia, mas gol de Balbuena mal anulado por ação de Vitor Hugo Imazu num impedimento marcado de forma equivocada. Errou numa reversão de arremesso lateral, "sendo juvenil" pois reverteu a cobrança do Cruzeiro por cobrança fora do local de saída de bola (e isto corretamente), mas quando o Corinthians cobrou a reversão, o fez no mesmo local onde foi o Cruzeiro punido.
 
BOLA CHEIA para o São Paulo que venceu ao Sport por 1x0, de quebra saiu da Zona de Rebaixamento, em um resultado que deve, e muito, pelas duas defesas "monstruosas" do goleiro Cidão e as duas dentro dos "49 minutos" da etapa final.
 
ESPELHO, ESPELHO MEU... PORQUE AS PESSOAS SE PREOCUPAM MAIS COM A MINHA VIDA DO QUE EU

Em Santos 3x0 Atlético Mineiro pela semifinal da Copinha, Marcelo Rogério mereceria Bola Murcha por não marcar penalidade máxima para o Atlético, mas fica na Bola Cheia pelas demais decisões que lhe cabiam mais diretamente. Também na Bola Murcha ficaria o Assistente Marcio Dias dos Santos pela anulação, por impedimento inexistente, de gol do Santos, mas o resultado final acabou salvando a ambos, pela classificação santista e pela diferença numérica. Curiosamente as falhas apontadas se deram até o 13º. minuto da primeira etapa, com os restantes 32 dentro da normalidade e os 45 finais onde somente acertos aconteceram. Quem esteve totalmente na Bola Cheia foi o Assistente Daniel Luis Marques que acertou em todas as suas assinalações.
                         
Jogo muito ruim e publico muito ruim, zero a zero não foi resultado, foi nota. Ituano e Portuguesa Desportos mostraram a ruindade de suas equipes para este Paulistão. Mas se alguma coisa se salvou foi a arbitragem de Luis Vanderlei Martinucho que, técnica, física e disciplinarmente em nada deixou a desejar. Dois lances capitais e dentro de áreas penais tiveram decisões acertadas: bola na mão e não mão na bola de zagueiro do Ituano na primeira etapa, e nenhuma infração sobre atacante da mesma equipe na segunda etapa.
 
Alguns altos e baixos técnica e disciplinarmente, mas nada que comprometesse sua atuação teve Adriano Assis Miranda no Botafogo 1x0 Ponte Preta. Pequenos erros técnicos, pelo menos um Cartão Amarelo mal aplicado, esteve, para nós abaixo de sua boa condição. Porém seu Assistente dois Evandro de Melo Lima conseguiu errar nos dois únicos impedimentos marcados da partida, ou seja, que não existiram e lhe proporcionaram 100% de “aproveitamento”.
 
Absolutamente normal foi Flavio Rodrigues de Souza em Corinthians 1x0 Paulista, Nenhuma situação mais discutível ou polemica, disciplina mantida, mas duas observações: Os quatro escanteios cobrados pelo Corinthians na primeira etapa, e pelo lado esquerdo foram irregulares, pois tiveram a bola colocada fora do quarto de circulo e sem sua aproximação para verificar. A outra diz respeito ao uso do apito, e de duas uma: ou usa um apito de melhor qualidade, ou usa seu apito com melhor qualidade...
 
Apesar de apresentar movimentação excessivamente lenta, ás vezes na linha da bola, ás vezes á frente dos jogadores, posicionando-se mal para as jogadas, nenhuma dificuldade para Welton Orlando Wohnrat em Comercial 0x2 Palmeiras. Quem errou feio, mas acabou não interferindo no vencedor, foi Renata Ruel Xavier que invalidou, erroneamente e por impedimento inexistente um gol do Palmeiras na primeira etapa.
 
Para o Santos FC legitimo campeão da Copa São Paulo de Juniores. Nenhuma contestação pela conquista, muitos jovens de alta qualidade, e trabalho de renovação constante que tem sido uma marca santista. Parabéns. Na finalissima Santos 2x1 Corinthians tiveram muito bom trabalho de Flavio Rodrigues Guerra na arbitragem.
 
Trabalho bastante equilibrado de Aurélio Santana Martins em XV Piracicaba 1x0 Portuguesa. Bem fisicamente, decisões oportunas e disciplina á mão, expulsando inclusive aos 25 minutos da segunda etapa a Danilo Sacramento, com Cartão Vermelho direto. Jogo muito ruim, equipes fraquíssimas, e vários lances dignos de “casados x solteiros”. Dois candidatos ao rebaixamento.
 
Em Corinthians 0x1 São Bernardo, José Cláudio Rocha Filho teve, no geral, bom comportamento, e seu erro capital não mudou o vencedor da partida. Penalidade máxima a favor do São Bernardo não foi assinalada, e em lance que poderia ter tido a colaboração de Raphael Claus.
 
Uma penalidade máxima não marcada para o Sorocaba foi o único ponto negativo no
trabalho de Cássio Luiz Zancopé em Sorocaba 1x4 Palmeiras. Deixou a partida fluir sem paralisar desnecessariamente, cartões amarelos aplicados com perfeição, movimentação constante e boa colocação. Tem tudo para evoluir na arbitragem paulista, mas precisa estar mais atento aos lances capitais, já que em Bragantino x São Paulo o mesmo fato aconteceu.
 
Não fossem dois erros de Patrícia Carla Oliveira, marcando dois impedimentos inexistentes do ataque do Santos, alias de nenhuma dificuldade, a equipe de arbitragem “passaria batido” em Ituano 0x1 Santos. Marcelo Rogério esteve bem técnica, física e disciplinarmente e em nada interferiu negativamente no resultado final.
 
 
 
A BELEZA É UMA GRAÇA QUE O TEMPO LEVA, JÁ O CARATER O TEMPO APRIMORA...
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