Bola Murcha - 24-02

 Nojenta é uma expressão muito leve para definir a cusparada que o atacante David, do Paulista, desferiu no rosto do goleiro Marcelo Henrique, do Comercial. E infelizmente a arbitragem com “doze olhos” não conseguiu ver tal barbaridade. Vinicius Gonçalves Dias Araújo, Vicente Romano Neto, Tatiane Sacilotti Camargo, Flavio Rodrigues Guerra, Camilo Moraes Zarpelão e o reserva Eduardo Pereira de Araújo dependendo de suas posições no gramado, nada viram ou não quiseram ver? É esta nas regras de jogo a agressão de maior gravidade que alguém pode receber e o que agora se espera é “mão pesada” do Tribunal.
 
Para Antonio Lopes, ex-treinador que em partida do Atlético-PR insistia em ficar no banco de suplentes da equipe da qual hoje é supervisor. Quando solicitado a sair “meteu a carteirada”: “Estou como Delegado aqui. Eu posso. Eu sou Delegado, sou autoridade policial. Quero ver quem me tira daqui”. Inflexível, o árbitro Adriano Milczvski somente iniciou a partida quando o “Delegado” saiu. Depois de décadas no futebol, alguém precisa dizer a Antonio Lopes que “nem o Papa” pode ficar em campo e o verdadeiro Delegado é o arbitro.
 
Fazia muito tempo que não víamos um “campo” tão ruim no Campeonato Paulista como temos visto nos jogos do Audax em Osasco. Não é gramado não, é “campo” mesmo onde em tempo seco aparecem os buracos e com chuva aparecem as “lagoas”. Sábado passado em Audax 1x0 Oeste lembramos de nossas pescarias no pantanal, onde depois das cheias, lagoas se formam nas planícies e propicias á pesca da traira. Imaginando que seria uma “pelada” não a assistimos e por isso não comentamos a arbitragem de Leonardo Ferreira Lima.
 
Não assistimos a Botafogo 3x1 Palmeiras, mas vimos os gols da partida: Inexistiram as duas penalidades máximas marcadas por Roberio Pereira Pires, uma para cada equipe, e por supostas mãos na bola.
A distancia entre os chutes dos atacantes, a velocidade das bolas, e a reação instintiva dos atletas foram muito claras para decisão. Duas situações claríssimas de bola na mão. Mexeram nas orientações e pioraram as interpretações.
 
Recentemente comentamos aqui os “chiliques” de Oswaldo de Oliveira, treinador do Santos. Marcelo Aparecido Ribeiro de Souza mostrou a ele o caminho do vestiário antes do final de partida. Que tal agora umas “olhadinhas” nos chiliques de Mano Menezes?

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