Bola Murcha - 17/03

 Para mais um dos “bandidos” de uniformizadas que agrediu, nas numeradas do Pacaembu, a mãe e a irmã do atacante Diogo do Palmeiras. A mãe do jogador, e a irmã, de 13 anos, foram agredidas física e moralmente durante Palmeiras x Portuguesa por um integrante dos Leões da Fabulosa. Detalhe: as duas são fanáticas torcedoras da Lusa.
 
Pesadíssimas as ofensas de Rogério Vieira, Vice Presidente do Comercial de Ribeirão Preto sobre o árbitro Guilherme Cereta de Lima. Uma penalidade máxima não marcada no Come-Fogo foi a grande razão, mas que em nada justificam, as expressões:  “Canalha, Ladrão e Vagabundo”. Guilherme Cereta não pode deixar barato...
 
O racismo é nojento e sempre deverá ser punido, mas o sorriso largo de Marcio Chagas e Tinga, juntamente com Dilma Roussef, não retratam a amargura demonstrada dias antes. Aliás, um ato da Sra. Presidente visando única e exclusivamente elevar popularidade. Quem já viu uma nota de três reais? Detalhe: no mesmo momento, no TJD gaúcho os atos contra o arbitro estavam sendo julgados e para que houvesse punições. Onde deveria estar o árbitro? Em Brasília?
 
Para a situação do São Caetano, hoje na Serie A2 do Paulistão. Depois de vários rebaixamentos nos últimos anos, mais um se avizinha. A derrota para a Barbarense novamente aproximou o Azulão da Serie A3.
 
Para Marcelo Rogério que, contrariando seus princípios, não expulsou Adrianinho, da Ponte Preta na partida com o Palmeiras. A agressão deveria ter sido punida com Cartão Vermelho e não Cartão Amarelo. Nas duas penalidades máximas marcadas entendemos que poderiam ser contestadas, mas o silencio de quem as cometeu, e de seus companheiros que não reclamaram, merece analise mais aprofundada. Até foi iludido na primeira, mas discutir-se que não existiu a segunda é “brigar” com as imagens e “rasgar” o Livro de Regras.
 
E em Penapolis uma arbitragem de alto nível de Vinicius Gonçalves Dias Araújo em Penapolense 0x0 Corinthians acabou, num único lance, determinando em tese a derrota corintiana pela não marcação de penalidade máxima a seu favor. Mais uma vez aqui nenhuma colaboração do Arbitro Adicional. Uma pena pela arbitragem que era muito boa. Destaque-se também o excelente momento que vive Anderson Moraes Coelho e também Tatiane Camargo.
 
Não pode uma equipe, por tudo que representa no futebol brasileiro ficar, como ficará o Corinthians, fora da seqüência do Paulistão. Seus prejuízos serão inimagináveis direta e indiretamente. Já escrevemos aqui certa ocasião que Mano, aliás, Mano a Mano bom é o tango de Carlos Gardel. Sua bola ficou mais murcha ainda depois da partida, na entrevista coletiva onde, ao invés de apontar as falhas de sua equipe preferiu, ironicamente, “sugerir” que o São Paulo entregou o jogo. Pior ainda ao dizer que se quando foi Campeão Paulista o torcedor não foi na quadra comemorar, então agora não poderia cobrar por algo que não deve valer nada, ou não ter importância.
 
E mais um foi infeliz: Romarinho disse que “eles ficaram com medo e perderam de propósito”. Mas e o Corinthians, Romarinho, fez a sua parte?
 
 
 
 
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