Bola Murcha - 19/05

Acredite se quiser: Na partida entre Oeste x Ponte Preta pela Serie B do Brasileirão a Policia Militar proibiu a entrada de torcedores de chinelo (havaianas). O que se viu foi um amontoado de chinelos “largados” na porta do Estádio e lá dentro, pasmem, a grande maioria assistindo ao jogo descalços. Ria se quiser...
 
Para a absurda omissão da diretoria do Palmeiras que se esqueceu simplesmente de homenagear, postumamente, um de seus Dirigentes cinqüentenários falecido nesta semana e na partida contra o Sampaio Correia. Ridícula omissão àquele que foi um de seus Dirigentes mais atuantes nos tempos em que ganhar títulos não era novidade: Fica com Deus Vicente Raiola, o Raiolinha.
 
Para a também omissão, para não dizer covardia, de Marcos André Gomes da Penha que, á sua frente, escondeu-se no Cartão Amarelo e não expulsou Leandro, do Palmeiras, que na mesma jogada aos 46 minutos da primeira etapa, deu um tapa de mão esquerda e uma cotovelada, com o braço direito, no rosto do adversário em Palmeiras 3x0 Sampaio Correia. Já aos 27 minutos da segunda etapa a omissão foi em relação á Edimar, do Sampaio Correia, que após cometer uma infração punida com Cartão Amarelo, deu um bico na bola em direção ao árbitro.
 
A eliminação do Cruzeiro na Libertadores confirma, e muito claramente, o que temos observado nas colunas: Nossas equipes são fraquíssimas e estão muito longe das melhores da América do Sul e Europa especialmente. Apesar da boa seleção brasileira, nosso futebol interno é de baixo nível. Mais um exemplo para confirmar: Desde 1991 não ficávamos sem representantes na semifinal da competição. Um dos grandes responsáveis é aquele que sempre foi o “carro chefe” do futebol brasileiro: o futebol paulista.
 
Para o Corinthians que, desde a gestão Andrés Sanches deixou de pagar imposto de renda e contribuições previdenciárias. Por estas razões a Justiça Federal penhorou parte das arrecadações da equipe e existe ameaça de leilão do Parque São Jorge. A divida (120 milhões) refere-se ao período 2008/2013 quando o clube voltou a pagar suas obrigações regularmente. O patrocínio da Caixa, por estas razões, já começa a correr perigo. Curioso na questão é a omissão da grande imprensa para o caso.
 
Existem preconceitos que não são “rótulos” e que as pessoas “tão atentas a eles” nem se dão conta. Querem um exemplo? Evitar a todo custo chamar a Arena Corinthians de “Itaquerão”, achando pejorativo, não é uma forma de preconceito á região e seus lá residentes? Morumbi pode não é?
 
 
 
SE DER CERTO VALEU O ESFORÇO, SE NÃO DER TENTO DE NOVO...

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