Bola Cheia - 16/06

Bola Cheia para Carlos Alberto Torres, Capitão do Tri, que esta semana alertou para o otimismo exagerado cercando a seleção brasileira. Lembrou 1950 observando: “Repetir o erro?”. Tem razão o “capíta”, pois para quem viveu aqueles momentos muitas coisas estão parecidas. Ainda lembramos bem de todo ufanismo na época...
Confessamos ficar impressionados com o discurso de Dilma Rousseff sobre a Copa do Mundo. “Tadinhos” daqueles que ouviram sem muito poder de percepção. “As contas da Copa estão sendo analisadas minuciosamente, pelos órgãos de fiscalização. Se ficar provada qualquer irregularidade, os responsáveis serão punidos com o maior rigor.” Bola Cheia para os que riram conosco, ou será que desmentiremos Charles de Gaulle e após a Copa viraremos um... País sério?
Para o Amigo Luis Felipe Scolari que, mostrando toda sua humildade, manteve contato por telefone conosco no dia da estréia contra a Croácia. Pegos de surpresa, inicialmente pensava estar sendo vitima de um trote e não demos importância á ligação. Mas aí a ficha caiu, retornamos a ligação e pudemos bater um longo papo com o Felipão. 
Para Oscar que teve uma participação, pelo menos para nós, de muito brilhantismo na partida contra a Croácia. Ele que para muitos tinha sua posição ameaçada por William “arrebentou” na estréia.
Bola Cheia para o elegante Treinador da Croácia, Niko Kovac. Na sua entrevista coletiva ao final da partida queixou-se do árbitro, mas em momento algum deixou de enaltecer os brasileiros, e muito menos ofendê-los. Mostrou ser antes de tudo um esportista mesmo no mau momento propiciado pela arbitragem.
Foi espetacular a estréia da Holanda “enfiando” 5x1 na “poderosa” Espanha. Se continuar da mesma maneira chegará às finais com certeza. E mesmo em placar elástico aconteceram mais erros de arbitragem.
Bola Cheia, finalmente, para a arbitragem de Colômbia 3x0 Grécia. O norte americano Mark Geiger não teve nenhuma interferência no resultado final da partida naquela que foi, ate aqui, a melhor arbitragem da Copa.
Bola Cheia é pouco para definir a espetacular vitoria da Costa Rica sobre o Uruguai por 3x1. Mais uma prova que o futebol da atualidade está nivelado, e ninguém mais é bicho papão. Felix Brych, da Alemanha não se comprometeu na partida, mas seu assistente fez “vistas grossas” no segundo gol de Costa Rica e marcado em impedimento.
Jogo igual fizeram Inglaterra 1x2 Itália em Manaus e com arbitragem sem maiores problemas do holandês Bjorn Kuipres. Deverão os dois passar de fase, ou após a derrota do Uruguai frente á Costa Rica poderá ela ser uma zebra?
Em partida de muita disciplina, poucas faltas, nenhuma polêmica Costa do Marfim 2x1 Japão facilitaram em muito ao bom trabalho do chileno Enrique Osses. Em nossa opinião, até aqui, o único arbitro que passou “totalmente batido”.
Suíça 2x1 Equador também fizeram uma partida sem polemicas maiores e com trabalho muito bom de Irmatov, do Uzbequistão. O gol nos acréscimos que decidiu a partida, não fez, em nossa opinião, justiça ao que se viu em campo, mas o resultado final foi conquistado com legitimidade.

Numa partida que apresentou grau acentuado de dificuldades o trio brasileiro houve-se bem na condução de França 3x0 Honduras. A característica na participação dos jogadores exigiu a apresentação de vários Cartões Amarelos (sete) e por conseqüência o Cartão Vermelho de Palácios. No momento de duvida maior, a tecnologia decidiu pelo gol. Sandro Meira Ricci, Emerson Augusto de Carvalho e Marcelo Carvalho Van Gasse bem representaram nossa arbitragem.
Mais uma das “poderosas” sofreu para vencer na sua estréia e graças á gol contra do adversário. Argentina 2x1 Bósnia fizeram uma boa partida e muito bem arbitrada por Joel Aguilar, de El Salvador.

Exceção feita á ridícula festa de abertura, até aqui nos agradam os aspectos organizacionais desta Copa do Mundo em nosso país. Gramados para nós de alta qualidade, drenagem quando necessária funcionou perfeitamente, torcedores entusiastas e sem confusões, e nenhuma noticia de coisas altamente deficientes. Única falha mais marcante deu-se no Rio Grande do Sul onde não se pode, por falha no equipamento, executar os Hinos Nacionais de França e Honduras.
 
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