Bola Cheia - 14/07

Para aqueles que acham que “antes tarde do que nunca”, vale Bola Cheia para a Comissão de Arbitragem da FIFA que, finalmente, enxergou a besteira que vinha fazendo com a colocação e movimentação dos árbitros neste mundial. Notou-se claramente a mudança, porém somente a partir das semifinais, não fugindo pelo menos para nós da Bola Murcha pelo desserviço e idéia infeliz do Senhor Máximo Bussaca durante as fases anteriores.
 
Para a Argentina que chega á final, queiramos ou não, do nosso mundial. Partida contra a Holanda de alta qualidade tática, mas muito pobre tecnicamente, com Messi (mais) e Roben (pouco menos) comuns e destaque desta vez para o goleiro da Argentina, Romero e por suas duas defesas da decisão por tiros desde o ponto penal. Na arbitragem do turco Cunayt Çakir o restabelecimento da colocação e movimentação ideal para o árbitro, nenhum erro grave tecnicamente, e disciplinarmente mais um a “obedecer ao chefe”. O Cartão Amarelo que tirou Thiago Silva da Copa, não foi aplicado a jogador da Argentina. Escrevemos este texto ao encerramento desta partida, e o manteremos seja quem for o Campeão Mundial, mas seu nome se inicia coma letra A. Como o L vem antes do R quem seria o Campeão?
 
Para a declaração de Franz Beckenbauer: “Via-se medo no rosto dos jogadores brasileiros já durante o hino nacional”. Perfeita observação do Kaiser. Escrevemos sobre isso já na abertura da Copa do Mundo, e numa analise á fisionomia de nossos jogadores quando da execução do Hino Nacional.
 
Infelizmente mais um Amigo que nos deixa. Faleceu Osmar de Oliveira, medico e jornalista. Homem sempre pronto a ajudar sem nada querer em troca. Deus o tenha...
 
Para a Holanda que sai invicta desta Copa do Mundo. Nenhuma derrota e somente não chegou mais á frente por perder em cobrança de tiros desde o ponto penal. Uma equipe muito forte que poderia muito bem estar na finalissima.
 
Bola Cheia para a grande final da Copa do Mundo. Tanto Alemanha como Argentina, pelo que apresentaram na partida, poderiam ter sido Campeões Mundiais, mas quis o destino que os alemães ficassem com o título. Final repleta de emoções, jogadores se entregando ao máximo, uma final digna de uma competição com o porte de uma Copa do Mundo. Nicola Rizzoli com erros e acertos tanto técnica como disciplinarmente, mas não se mostrou tendencioso. Manteve o padrão das arbitragens discutíveis ao longo dos jogos, ONDE NADA FOI ACRESCENTADO PARA APRENDIZADO.
 
Bola Cheia também para a Argentina que “vendeu caro” a derrota final. Brincadeiras e gozações á parte, foi valente e poderia também estar comemorando. E o futebol é tão imprevisível que, para aqueles que muito “detonaram” nossa seleção, e com razão, não esqueçam que o futebol domestico na Argentina está caindo pelas tabelas, com suas mais tradicionais equipes muito ruins, campeonatos deficitários, etc.etc.  Como explicar a imprevisibilidade do futebol se sua seleção chegou á final?
 
Complementando, e ficamos felizes por isto que não acreditávamos totalmente, tínhamos desconfianças inúmeras, mas repetimos que exceto alguns desmandos:
 
BOLA CHEIA, E MUITO CHEIA, PARA A COPA DO MUNDO ORGANIZADA PELO BRASIL.
 
BOLA CHEIA PARA O POVO BRASILEIRO QUE RESPEITOU AOS POVOS QUE AQUI ESTIVERAM, RECEBENDO-OS BEM E COM DIGNIDADE.
 
 
VITORIOSO NÃO É SÓ O QUE VENCE, MAS TAMBEM AQUELE QUE SE LEVANTA APÓS UMA DERROTA...

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