COISAS DAS COPAS DO MUNDO (2)

A Copa do Mundo de 1950 foi a primeira vez que as seleções adotaram numeração para os jogadores. Os números variavam de 1 a 11 de acordo com a posição dos jogadores.
 
 
O atacante Ademir é, até hoje, o único jogador brasileiro a marcar quatro vezes em uma mesma partida de Copa. O feito veio na vitoria frente á Suécia por 7x1, na fase final da competição.
 
 
Nas eliminatórias asiáticas para 1950, Birmânia, Filipinas e Indonésia desistiram da disputa e a Índia se classificou, mas depois desistiu de vir ao Brasil. A razão? Um protesto contra a FIFA que não permitiu que jogadores indianos jogassem descalços, o que era comum em seu país.
 
 
A partida decisiva entre Brasil e Uruguai registra o recorde de publico em um jogo de Mundial. Até hoje os 173.380 presentes no Maracanã não foram superados.
 
 
A Copa de 1950 registrou um recorde que dificilmente será superado: nenhuma expulsão foi registrada nas 22 partidas disputadas e apenas três penalidades máximas foram marcadas, sendo todas convertidas.
 
 
Poucos sabem que o Mundial de 1950 foi o único a não ter uma partida finalissima, como nos moldes atuais. Apesar de Brasil e Uruguai terem feito a partida que valia o titulo, a disputa foi feita em um quadrangular. Para sorte dos organizadores Brasil e Uruguai eram as únicas equipes com chance de titulo na ultima rodada. Os brasileiros tinham a vantagem do empate, mas perderam de virada no episódio conhecido como “Maracanazo”.
 
 
A primeira vez que o Brasil enfrentou uma eliminatória para Copa do Mundo foi em 1954. Nas vezes anteriores, as disputas não foram necessárias em virtude da desistência dos adversários.
 
 
A Copa do Mundo de 1954 teve a maior média de gols por partida da história dos Mundiais. Foram 140 em 26 jogos, ou 5,38 por partida. Boa parte em função da Hungria, que marcou 27 vezes em cinco confrontos, a maior média de uma seleção até hoje, ou seja: 5,4 por partida.
 
 
Os alemães usaram chuteiras de travas na decisão do Mundial de 1954 contra a Hungria. A novidade criada por Adolf Adi Dassler, fundador da Adidas ajudou a Alemanha derrotar a então favorita, Campeão Olímpica de 1952 e invicta até ali por 31 partidas. O feito foi ainda mais possível em função do encharcado gramado de Berna, na Suíça.

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