Bola Cheia - 20/10

Bola Cheia para Dunga que, com futebol bonito ou não, com adversários fortes ou não, está trazendo para nossa seleção o que mais o torcedor gosta: as vitórias. Depois de “jogado no fundo do poço” nosso futebol parece começar a encontrar seu melhor caminho. O jogar bonito e vencer quem sabe volte com o tempo?
 
Bola Cheia e muito cheia para o Clube Atlético Mineiro em sua espetacular e histórica vitoria sobre o Corinthians na Copa do Brasil. Após levar o gol aos 5 minutos a equipe mineira não desistiu, correu atrás, lutou, brigou, enquanto seu adversário, após este gol, já se julgava classificado e não jogou. Uma jornada de superação e vitoria altamente merecida do Galo Mineiro. Leandro Pedro Vuaden teve atuação incontestável, ficando para nós somente devendo expulsão, mais uma vez, de Mano Menezes quando de um arremesso lateral.
 
Bola Cheia para o Santos 5x0 Botafogo pela Copa do Brasil. Nenhuma dificuldade teve o Peixe para golear ao frágil Botafogo que vive, inegavelmente, a pior fase de sua brilhante existência. Com um time formado por garotos na faixa até 23 anos, teve o mérito de pelos menos não apelar para os pontapés e respeitar a superioridade do adversário, e este, por sua vez, ao invés de provocar o “olé” procurou jogar e fazer cada vez mais gols. Arbitragem sem nenhuma dificuldade de Heber Roberto Lopes, mas permitiu que Matheus Menezes atuasse com as meias abaixadas, canelas á vista, e sem caneleiras ou usando alguma que não oferecia grau razoável de proteção. Desleixo e descaso que não podem ser observados em árbitros FIFA especialmente.
 
Enquanto a Ponte Preta se aproxima da Serie A, a Portuguesa ainda mais rapidamente se aproxima do rebaixamento. Portuguesa 0x3 Ponte Preta reafirmam tais posições. Não vimos a partida, mas ficamos felizes ao observar que Marcelo Prieto Alfieri finalmente teve uma oportunidade de apito na Série B. Enquanto outros não saem das escalas, Marcelo entra apenas na trigésima rodada. Quem é do primeiro time de São Paulo não pode somente servir como Adicional ou Arbitro Reserva não é mesmo?
 
São Paulo 2x1 Bahia fizeram uma partida sem grandes emoções, e com o tricolor paulista fazendo a “lição de casa” que o manteve no G4 do Brasileiro e com golaço marcado por Rogério Ceni de falta.  Não gostamos da arbitragem de Marcelo Lima Henrique, com critérios não definidos para marcação/não marcação de faltas, aplicação/não aplicação de cartões amarelos, deixou de marcar penalidade máxima claríssima sobre Luis Fabiano, e, aliás, aos olhos também de Heber Roberto Lopes, pois ombro a ombro inexiste infração, mas ombro nas costas empurrando o adversário foi o que aconteceu. No toque marcado que originou o gol de Rogério Ceni não nos convencemos da marcação, mas por este lance não o criticamos, visto que o que se observa são todos os árbitros totalmente “perdidos” e sem critérios definidos nestas ocasiões e em todas as partidas face á confusão que foi estabelecida, e está deixando os árbitros “com o pepino na mão”...
 
Bola Cheia para Atibaia, Barretos, Nacional e Primavera que neste final de semana subiram para a Série A3 do Paulistão. A maior emoção ficou reservada para Indaiatuba onde, necessitando de somente um gol o Primavera o conseguiu aos exatos 49 minutos da segunda etapa, vencendo ao Grêmio Prudente e não permitindo o acesso do Olímpia que, em casa, empatou com o Nacional.
 
Bola Cheia também para Mauricio Antonio Fioretti que teve excelente trabalho na condução de Atibaia 5x2 Taboão da Serra. Experiente, zeloso, atento e determinado somente errou numa mão deliberada e cometida exageradamente, que não foi marcada na região do meio de campo. Destacamos este momento, de pouca importância, mas pela maneira que aconteceu (cômica até) e pela absurda não marcação. Mas isto não invalida seu belo trabalho.
 
Palmeiras 1x3 Santos fizeram uma primeira etapa de muita qualidade, com o Palmeiras jogando ótima partida, mas não se aproveitando nas finalizações á gol. Mais efetivo o Santos aproveitou-se melhor e em duas oportunidades abriu boa vantagem. Na segunda etapa o gol marcado logo no inicio, e em impedimento não marcado por Vicente Romano Neto, mal colocado, mudou completamente a partida. Segunda etapa, a partir daí,  sem maiores atrativos até pelo fato do Palmeiras ter feito seu gol nos minutos finais. Duas etapas distintas também para Flavio Rodrigues de Souza, “assustado” por demais na primeira, exagerando nos pedidos de calma a jogadores e treinadores, mas, claramente tentando com isso acalmar a si próprio. Na segunda o jogo ficou “morno” e em mais nada lhe exigiu. Porém, Cartões Amarelos bem aplicados e penalidade máxima reclamada pelo Palmeiras não existiu.
 
 
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