Cleber Wellington Abade

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. Fale sobre sua naturalidade, estado civil, data de nascimento, nome dos pais, etc.
Nascido em 18 de fevereiro de 1966 em São José do Rio Pardo/SP, casado com Márcia e pai de Priscila e Danielle. Filho de Pasqual Abade e Maria Helena Rodrigues Abade. Irmãos: Robson, Jefferson e Viviane.
. Qual ano de sua formação e cite alguns colegas de turma
Turma 1996/1997 que foi orientada pelo grande mestre Gustavo Caetano Rogério e seu dedicado secretário Antonio Claudio Ventura.
Nossa sala formou 30 árbitros e muitos trabalharam na principal divisão, como: Vicente Romano Neto, Rodrigo Braghetto, Robério Pereira Pires, João Bourgalber Chaves, Otavio Correa da Silva, Rafael Porcari, Mario Nogueira da Cruz, João Luis dos Santos. Caio Henrique Monteiro, Marco Antonio Gonzaga da Silva, Rogério Gomes da Silva, César Ferro, Claudio Roberto da Costa, Eleandro Pedro, Francisco Pedro Pinheiro, Junivan Rodrigues de Souza, Marcio Jacob.
. Alguma razão especial para fazer o curso de árbitros na FPF?
Já gostava de arbitragem e trabalhava no futebol amador desde 1990, com participações em Jogos Regionais, Semi finais em Campeonato Amador do Estado e finais em algumas cidades do Interior Paulista, mas em razão do trabalho só aos 30 anos consegui fazer o curso. Mas com muita determinação consegui recuperar o tempo perdido e em 1999 já fazia parte do Quadro Nacional e estreando em 2000 na série A1 do Paulistão e na série A do Campeonato Brasileiro.
. Alguma lembrança marcante enquanto aluno da EAFI?
A aula em que o saudoso árbitro Dulcídio Wanderley Boschilia contou fatos pitorescos de sua carreira e o dia que o Programa de TV “Tá na Área” esteve no curso, claro com aquelas perguntas de sempre: “Você está fazendo curso de arbitragem, mas qual seu time de coração?” Alguns colegas se empolgaram e soltaram a língua, claro que não tiveram futuro na arbitragem.
. Tem na sua memória sua primeira escala e alguma lembrança dela?
Tenho dois livros com registro de todos os jogos que participei, um com jogos válidos pela FPF e outro com jogos da CBF.
Minha primeira escala foi no dia 26.07.1997 no Estádio Zezinho Magalhães em Jaú na categoria Infantil: XV de Novembro de Jaú 2x1 América – SJ Rio Preto e meus assistentes foram Anselmo da Costa e Marcio Vieira de Carvalho (que também fazia sua estreia).
No primeiro gol do jogo houve cobrança de falta e a bola bateu no travessão e no solo. Na minha visão pareceu bater dentro e sair, mas como estava fora da área penal, olhei para o assistente n°2 que estava muito bem posicionado e ele não correu em direção ao meio campo, a bola tocou no solo novamente e um atacante a chutou e fez o gol. No intervalo perguntei ao assistente a respeito do lance e disse que em minha opinião a bola teria entrado e ele confirmou que realmente tinha entrado. Perguntei por que ele não tinha corrido em direção ao meio campo e ele respondeu que não lembrava que deveria correr. Creio que estava ansioso com a estreia e ainda bem que a bola entrou no chute seguinte!
 
. E o sentimento ao encerrar a carreira e em que ano se deu?
É muito difícil aceitar que a carreira está no fim, sempre me dediquei como se fosse o primeiro ano de carreira. Nos últimos anos de carreira já fui me preparando para ocupar outras funções e hoje ainda trabalho em alguns jogos amadores para matar a saudade.
O encerramento aconteceu em 04 de dezembro de 2011 em alto estilo, clássico catarinense válido pela 38ª rodada da série A do Brasileiro: Avaí 1x1 Figueirense.
Junto com os assistentes catarinenses: Marco Antonio Martins e Claudemir Mafessoni, que também faziam o último jogo da carreira. Neste dia houve homenagem póstuma ao jogador da Seleção Brasileira, Dr. Sócrates.
 
. Qual sua opinião sobre a classe dos árbitros? Que falta a eles?
A classe ainda não é unida e muitas vezes não decidem em prol da coletividade, mas várias entidades de classes vem realizando trabalho de conscientização e com certeza futuramente teremos uma classe fortalecida.
Falta se conscientizar que a profissão de árbitro foi regulada através da lei 12867/2013 e que há necessidade de maior profissionalismo nas discussões sobre o futuro e trabalhar em conjunto pela regulamentada da profissão, trabalho mais árduo, pois detalhará vários itens como: pré requisitos, seleção, formação, tributação, acordo coletivo de trabalho, aposentadoria, condições de trabalho, etc.
Por isso precisamos estar cercados de pessoas que realmente gostam de arbitragem sem interesse em causa própria só para se promover e galgar outros postos fora da arbitragem.
 
. Qual o maior problema e a maior virtude de nossa arbitragem?
O maior problema é a diferença que temos entre as formações dos árbitros, com grande variedade de grade curricular e número de hora aula. Atualmente já se tem um trabalho de maior uniformidade nas grades curriculares, porém, ainda não é utilizada na sua plenitude em todos os Estados.
A maior virtude é conseguir se sair bem em 90% dos jogos disputados, no país que se tem maior dificuldade para arbitrar, pois, não há colaboração e fair play dos jogadores, técnicos, dirigentes, imprensa, etc. São jogadores que simulam falta, disputam a bola e deixam um cotovelo, são técnicos que jogam a culpa na arbitragem mesmo quando cometem erros nas formações de sua equipe, a Imprensa nunca satisfeita porque se o árbitro deixa maior contato é porque o jogo está agressivo, se não aceita maior contato físico é porque apita qualquer faltinha, logo conclui-se que o importante é a polêmica e não o futebol propriamente dito.
 
. Onde foi sua estréia no Paulistão e sua auto critica desta estréia?
Aconteceu no dia 23 de janeiro de 2000 no clássico do Interior em Americana, Estádio Décio Vitta; Rio Branco de Americana 1x2 União Barbarense. Época da dupla arbitragem, que aliás defendo como a melhor solução para a arbitragem, junto com João Luis dos Santos, nossos assistentes foram o Dr. Rogério Idealli e Jovair de Miranda.
Essa dupla vinha sendo muito elogiada nos jogos da Pré Temporada no Ibirapuera, como praticamos basquete e handebol, conseguimos entender muito bem a mecânica e o entrosamento foi nota 10. Fomos muito bem neste clássico com 68 minutos de bola em jogo e só mostramos dois cartões amarelos, deixamos o jogo ser disputado no estilo europeu e fizemos uso de nosso porte físico para impressionar os atletas. Mas para nosso espanto, mesmo com o excelente entrosamento, não fomos escalados mais nenhum jogo junto. Cremos que não gostaram do sanduíche que fizemos com o jogador para lhe mostrar o 1° cartão do jogo e não quiseram deixar dois “cangaceiros” juntos.
Na CBF foi mais impressionante ainda, entrei para o Quadro Nacional em 1999 e fiz 8 jogos com árbitro reserva (5 na série A). Em 2000 fiz minha estreia como árbitro na série C em 09.08 no jogo União Barbarense 0x0 Olímpia e após 6 jogos na série C, fiz minha estreia na série A em 12.10 no jogo da TV: Guarani 3x2 Corinthians. Eu e meus assistentes (Marinaldo Silvério e Hilton Francisco de Melo) fomos bastante elogiados pelo comentarista de arbitragem e trabalhei em mais 5 jogos na série A, terminando o ano nas Oitavas de Final no jogo Palmeiras 1x1 São Paulo.
. Saberia quantos jogos arbitrou e qual o mais significativo para você?
Atuei em 264 jogos oficiais pela Federação Paulista de Futebol e 245 pela Confederação Brasileira de Futebol, totalizando 509 jogos. No futebol amador foram mais de 1000 jogos tranquilamente.
Todos os jogos foram significativos para mim, pois, cada um tem uma história a ser contada.
. Alguma partida ficou marcada para você alem da acima citada e qual a razão?
Vários jogos ficaram marcados, além das estreias e últimos jogos:
Amistosos Internacionais em 2000: Etti Jundiaí 2x0 Seleção do Haiti e em 2010 no último jogo antes da demolição do Parque Antártica: Palmeiras 0x2 Boca Juniors.
Amistoso da Seleção Brasileira: 2003 - Sub23 3x1 Santos
Recorde de Tempo de Bola em Jogo (74:18 minutos): 2000 – Mogi Mirim 2x5 Corinthians
Estreia do Ponto Eletrônico na América do Sul em 2006: Palmeiras 1x1 Corinthians
Jogo Comemorativo do Centenário do Grêmio: 2003 – Grêmio 1x1 Bahia
Derby 330 que Ronaldo marcou seu 1° gol no retorno ao Brasil: Palmeiras 1x1 Corinthians
Jogo em que ocorreu a Morte do atleta Serginho em 2004: São Paulo x São Caetano
Recorde Mundial na marcação de 1 tiro penal: Aos 8 segundos no jogo Atlético Paranaense 5x4 Cruzeiro (2005).
1997: Quadrangular Final Infantil: 1° jogo no Morumbi – São Paulo 1x0 Santos
3 Finais do Paulista série A1: 2003 – Corinthians 3x2 São Paulo; 2008 – Palmeiras 5x0 Ponte Preta; 2011 – Corinthians 0x0 Santos.
2 Finais Paulistão série A3: 2003 – Araçatuba 1x3 Taubaté e 2009 – GE Osasco 1x0 Votoraty.
Final Paulistão 2ª Divisão: 2008- Pão de Açucar 2x1 Batatais.
2 Finais Campeonato Paulista de Aspirante: 1998 – Guarani 2x3 Portuguesa e 1999 Portuguesa 2x2 São Paulo.
Final Campeonato Paulista sub 20: 1998 – Palmeiras 4x1 Mirassol
Semi Final Torneio RJ-SP: 2001 – Botafogo RJ 2x2 Santos
Final Brasileiro Série D: 2011 – Santa Cruz 0x2 Tupy
Final Matogrossense: 2004 – Cuiabá 3x3 União Rondonópolis
Final Paraense: 2008 – Águia de Marabá 1x1 Remo
Final Roraimense: 2009 – São Raimundo 1x1 Atlético
Final Amapaense: 2011 – Santos 0x1 Trem
Final Baiano: 2011 – Vitoria 1x2 Bahia de Feira
Semi Final Mineiro: 2011 – Atlético 2x1 América
Meus jogos de n° 100 no Paulistão A1 – 2011 Portuguesa 1x3 Ponte Preta e n°100 no Brasileiro série A: Vitoria 0x0 Internacional 
. Conte um fato pitoresco ocorrido em alguma partida, ou até mesmo cômico.
São muitas, daria para escrever um livro, mas citarei uma em que o Sr. Gustavo teve participação. No ano de 98 fiz um jogo no sub20 no período da tarde e na vistoria do campo percebi que a marca do tiro penal estava errada, ao medi-la estava com 9,15m ao invés de 11m. Chamei o funcionário do campo e pedi a regularização e ele me disse que era orientação de um diretor, pois tinha uma estatística que a maioria dos tiros penais são favoráveis aos mandantes e completou, só que hoje de manhã eles se deram mal porque o árbitro do juvenil marcou tiro penal para o visitante e perdemos o jogo. Relatei a correção da marca penal e na segunda fui convidado a comparecer à FPF junto com o árbitro da manhã. O Sr. Gustavo Perguntou ao árbitro onde ele tinha trabalhado no final de semana e se tinha percebido algo errado e a mesma pergunta para mim. Após perceber a gafe o árbitro teve uma saída ótima. Sr. Gustavo até o ano passado eu apitava na várzea de São Paulo e no terrão às vezes nem marca penal tinha, agora estou apitando em ótimos estádios todo gramado, nem percebi onde estava a marca penal. Serviu de lição para o árbitro que obteve sucesso em sua carreira.
. Qual foi sua maior satisfação na arbitragem?
A participação como personagem do evento futebol, um dos esportes mais emocionantes. Além disso, repassar meus conhecimentos e experiências para que outros árbitros conseguissem chegar ao alto nível e desfrutar também dessas emoções. E saber que no final consegui cumprir minha missão para o bem do esporte.
. Quais entende serem as maiores dificuldades na carreira de um arbitro?
No Brasil um dos países com maior índice de corrupção, creio que a maior dificuldade é você ter que acordar e provar que é honesto contra a imagem do “juiz ladrão” criada pela população, que seus erros foram por estar mal posicionado ou mal preparado, mas não de forma intencional. E mesmo sendo correto em todas as suas atitudes ter que ouvir barbaridades de pessoas que são más pagadoras, desonestas e até corruptas.
. Sorteios ou escalas diretas e qual razão?
Escala direta, sou totalmente contra o sorteio. Há que se privilegiar o árbitro que se prepara com seriedade nos 4 pilares (físico, técnico, tático, psicológico) e cabe ao Presidente da CBF e Federações, controlar e analisar se sua comissão de arbitragem está trabalhando com qualidade privilegiando a meritocracia tanto dos árbitros como os responsáveis pelas escalas.
. Mais regras, mais administração ou cada jogo é um jogo?
Cada jogo é um jogo e descarto o termo “administração”, mas sim, que existe uma estratégia para cada jogo, conforme estudo da validade do jogo, histórico, características individuais, etc. O árbitro tem que conhecer as regras do jogo profundamente, saber se posicionar com as melhores visões para tomadas de decisões, estudar as táticas que as equipes adotarão no jogo e as características dos jogadores, se preparar psicologicamente para gerir o stress e saber identificar as alterações que ocorrem durante o jogo em razão do resultado e do ânimo dos jogadores.
De posse dessas informações conseguirá utilizar de forma correta os princípios do jogo, punindo somente quando estiver convencido da intenção, nunca beneficiando o infrator e deixando o jogo ser disputado com o menor número de interrupções.
. Aquele que não entende o “espírito das regras” poderá vencer na arbitragem?
É fundamental para um árbitro de alto nível conhecer o jogo, seu espírito e os princípios das regras para que não atue mecanicamente como um robô programado.
Desta forma conseguirá identificar se o jogo está sendo encarado como uma disputa leal entre as equipes em busca do resultado com fiel cumprimento das regras do jogo, conforme as situações identificadas a cada decisão.
 
 
. De um conselho, por sua experiência, aos árbitros iniciantes.
Faça o melhor que puder em todos os jogos que participar, seja em jogos oficiais das federações ou amadores.
Lembrem que a pessoa mais importante é você, portanto se preparem com qualidade nos pilares físico, técnico, tático e psicológico e não se acomodem perante elogios, pois, eles devem ser somente combustíveis para a melhoria contínua de sua performance.
Faça um planejamento financeiro para ter bom nível de vida sem fazer prestações com dinheiro da arbitragem e aproveite os bons momentos juntos com seus familiares, pois, serão seus únicos aliados nos momentos ruins.
. A arbitragem, fora dos gramados, o ajudou em algum aspecto?
A arbitragem ajuda muita fora dos gramados. Se for uma pessoa correta, abrirá muitas portas no aspecto profissional. Creio que consigo aproveitar as oportunidades criadas pelo nosso trabalho sério na arbitragem.
. Um prato, um filme, um hobby, uma mania...
Comida: Um cordeiro assado com arroz marroquino ou um churrasco de carneiro.
Filme: O Último Samurai (fala sobre o livro A ARTE DA GUERRA).
Hobby: Hoje, caminhadas de longa duração em montanhas, fazendas, entre cidades (3 a 6 horas).
Mania: não passo embaixo de escada
. Faça o encerramento da maneira que melhor entender, ou algo que não lhe foi perguntado.
Participei de vários projetos durante minha carreira: dupla arbitragem, árbitros adicionais, spray para marcação de falta, trio fixo, ponto eletrônico e muitos outros.
De todos que participei gostaria de ver novamente o uso da dupla arbitragem numa “roupagem” nova, pois hoje diferente daquela época, o árbitro assistente tem maior participação em relação à regra 12, naturalmente os jogos sofreram redução na média de faltas, os árbitros tiveram uma aproximação quanto aos critérios.
Tenho certeza que o futebol e o torcedor agradeceriam, porque teríamos inegavelmente maior tempo de bola em jogo, diminuindo mais ainda o índice de faltas, consequentemente com maior média de gols e os árbitros teriam na maioria das vezes visão lateral para as decisões. Mecanicamente teríamos 2 árbitros e 1 árbitro assistente controlando cada jogada.
Podemos comparar com as empresas que antigamente eram familiares com decisões do patriarca e hoje existem diretorias colegiadas para as melhores decisões.
Porque a arbitragem também não pode avançar e sair do convencional.
Só espero que não venham com aquele argumento de que os critérios são diferentes entre os árbitros. E por acaso, o árbitro mantém o mesmo critério do início ao fim do jogo independente das variáveis nos resultados?
Então é responsabilidade dos formadores e instrutores aproximarem estes critérios e adequarem grupos de árbitros que possuam mesmas características para atuação em conjunto e deixemos a linha do gol para a tecnologia, em busca da verdadeira legitimação do resultado.
SÓ AVANÇAREMOS E VENCEREMOS SE TIVERMOS CORAGEM EM QUEBRAR OS PARADIGMAS DO SÉCULO PASSADO!!!!
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