Bola Murcha - 12/01

Bola Murcha para o inadmissível erro de Luis Vanderlei Martinucho, premiado entre os melhores do Paulistão passado, e cometido  na partida entre Sampaio Correa x Osasco: Marcou um recuo de bola, discutível, e ao invés de determinar a cobrança onde o goleiro tocou a bola com as mãos o fez de onde o zagueiro recuou... Inadmissível, repetimos, para um árbitro de primeiro escalão.
 
E não é que a Federação de Futebol do Rio de Janeiro insere clausula no seu regulamento determinando a multa de 50.000 reais a quem fizer qualquer tipo de critica ao Campeonato Carioca de 2015? Bola Murcha por duas razões: A primeira pela tentativa esdrúxula de “mordaça”, e a outra por ferir frontalmente a Constituição, pois existe o direito de qualquer pessoa, física ou jurídica, emitir sua opinião.
 
Não seria mais coerente o clube pagar os salários, 13º. e mais débitos atrasados a jogadores e funcionários, de que sair tentando contratar, Dudus, Concas, Christians, etc.?
Mano Menezes tem a receber seis meses de salário e os jogadores já estão há três sem receber. Num futebol sério tais coisas seriam proibidas, mas no nosso e no Corinthians não. É difícil, o clube sofre, o torcedor sofre, mas que belo exemplo deu Paulo Nobre no Palmeiras em 2014 não é mesmo?
 
E a primeira Bola Murcha da Copinha ficou para o Santos FC que manchou a honraria de bicampeão sendo eliminado pelo modesto Linense ainda na primeira fase. E o que é ainda pior, jogava sua classificação por um simples empate...
 
Bola Murcha para Corinthians e São Paulo que alardearam por algum tempo a contratação de Dudu e, se assim se pode dizer “levaram um chapéu” do Palmeiras. Surpreendente e que mostra novos horizontes esmeraldinos. Resta saber se acabará valendo à pena, pois existem informações negativas de aspectos extra campo. Mas de qualquer forma é o Ver dão voltando á vitrine.
 
Bola Murcha para Internacional 0x0 Palmeiras, num jogo ruim, de poucas oportunidades, nenhuma criatividade, em fim, de duas equipes que nada mostraram para irem mais longe na competição. Parecia até “um jogo de compadres” onde o resultado ate aquele momento fazia as duas equipes seguirem na disputa. E na arbitragem, Luis Carlos Ramos Junior, formado em 2003, 35 anos de idade, talvez contagiado pela ruindade, teve um trabalho técnico ate que aceitável, mas disciplinarmente acomodador demais para nosso gosto, movimentação ás vezes confusa.
 
Infelizmente um erro grave de Tiago Luis Scarascati, formado em 2004 e com 31 anos de idade, tirou da seqüência da Copinha uma de suas melhores equipes. Ituano 1x0 Internacional fizeram uma partida interessante e de muita movimentação, aliás, duas equipes muito fortes, Porém a penalidade máxima marcada pela arbitragem, e absolutamente inexistente decretou o destino dos gaúchos na competição. Mesmo sem erros significativos não nos pareceu o árbitro com futuro assegurado na elite da arbitragem. Felizes ficaremos se errarmos nesta opinião...
 
 
 
“PARA O TRIUNFO DO MAL, BAST A QUE OS BONS FIQUEM CALADOS”...

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