Bola murcha - 19-01

Infelizmente mais uma vez voltamos a destacar, negativamente, a situação do Santos FC., pois, além de Arouca, também Edu Dracena, Mena e Aranha já entraram na justiça para terem seus vínculos com o clube liberados e por falta de pagamento de salários. Além disso, ainda deve 15.3 milhões á Marcelo Teixeira, ex-presidente. Até 2017 terá de abater, mensalmente desta divida, parcelas de R$ 480 mil. E agora também Murici Ramalho vai á justiça para receber divida santista de 3 milhões pela rescisão de contrato. As contas de água e luz atrasadas somam 300 mil reais e acordo esta sendo feito para não serem cortados os fornecimentos. O que nos chama atenção é o fato de que, nas recentes eleições existiam cinco candidatos á presidência. Amor ao Clube? Detalhe: O Clube já antecipou o recebimento de todas as cotas de TV, de todos os campeonatos que disputará em 2015, e está tentando antecipar as mesmas receitas de 2016...
 
Bola Murcha para nossa coluna que, em 06/01 errou feio: Mostrar mensagens de cunho religioso em camisetas por baixo da normal de jogo, não mais requer Cartão Amarelo e acabamos esquecendo este detalhe cuja regra foi alterada. Cobramos isso de Edson Reis Pavani Junior no jogo Palmeiras x Desportiva e erramos. Fica aqui nossa retificação e auto puxão de orelhas...
 
Mas se nossa coluna comete erros, isto não é exclusividade nossa, e recentemente saímos na frente e com acerto: A FIFA anunciou alteração na idade limite dos árbitros e aqui no Brasil, como já o fora com as bolas na mão, alardeou-se que o novo limite seria 50 anos e não como observamos na ocasião (Coluna do Gustavo)). Estávamos certos, a CBF já reconheceu isto, e inexiste idade limite, podendo o arbitro atuar até quando sua condição permitir, tanto técnica, como fisicamente. Bola Murcha para os outros...
 
Bola Murcha, mas infelizmente muito murcha para Vinicius Gonçalves Dias Araujo, 36 anos, formado em 2004 e total responsável pela classificação do São Paulo e desclassificação do Atlético Paranaense. São Paulo 2x1 Atlético além de dois Cartões Amarelos mal aplicados a atleticanos, um, ao final da partida não aplicado a tricolor, decidiu com dois erros a partida: Respeitando sua decisão, e aqui não o condenando por ter que tomar uma atitude imediata e instintiva, marcou para nós penalidade máxima inexistente a favor do São Paulo onde a distancia entre bola e defensor e a velocidade da bola impedem qualquer outra interpretação, ou defesa de teses, que não bola na mão. E se marcou cadê o Cartão? Não houve a malandragem ou a intenção pelo árbitro entendida? Seria o segundo cartão do defensor. Se não condenamos aqui, condenamos totalmente pelo segundo gol tricolor: Um absurdo não marcar a infração cometida no goleiro que, entre outras observações, tinha a bola dominada em suas mãos até sofrer “o arrastão” do atacante e soltar a bola para marcação do gol da vitória. Bom arbitro, mas aqui, lamentável.
 
Ficamos altamente “sensibilizados” quando tomamos conhecimento do “atestado de pobreza” assinado por Leandro Damião. Talvez sua ficha ainda não tenha caído e ainda imagine ser o Leandro do Estrela da Saúde FC de anos atrás, quando morador da periferia e com dificuldades financeiras. Ridículo, para quem hoje ganha mais de meio milhão por mês. Bola Murcha para ele e para quem o orientou nessa infeliz atitude...
 
 
 
MINHA IMAGEM É VOCE QUEM FAZ, MAS DA MJNHA VIDA SOU EU QUEM CUIDO...

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