Bola cheia - 02/02

Para alguns é Bola Cheia, para outros é Bola Murcha, mas nós nos associamos ao primeiro grupo, entendendo que o polêmico Eurico Miranda tomou uma decisão acertada no Vasco da Gama: A equipe terá suas camisas numeradas de 1 á 11e não mais os 175, 212, 299, 43, 87 etc. etc. etc. Aliás, tem tantas outras coisas nas equipes que mereceriam atitudes como essa...
 
Bola Cheia para o retorno do JUVENAL ao futebol paulista. Mas não se trata de nenhum craque e sim do histórico Juventus x Nacional que, agora na A3, voltarão depois de muitos anos a se enfrentar na histórica Rua Javari. E dizer-se que já foi um “clássico” da divisão maior...
 
Bola Cheia para José Simão, pois, como aqui de tudo se fala, teve algumas sacadas que não se pode rir e conhecer sozinho: Na atual situação da falta de água, de acordo com ele “Dar nó em pingo d.agua é crime hediondo” e se o problema persistir será suspensa a “Operação Lava Jato”, além de que serão cortados os PINGOS dos is, e jogar água fora da bacia dará cadeia...
 
E na abertura da Série A3 o Taubaté, como visitante foi a Indaiatuba derrubar ao Primavera por 2x1, iniciando assim o Burro da Central com o pé direito a competição. Na arbitragem Rogério dos Santos Laranjeira teve trabalho discreto, com mínimos erros, boa movimentação e penalidade máxima bem marcada á favor do Taubaté. Nada de mais relevante também nas questões disciplinares com partida de boa disciplina.
 
Audax 1x3 Palmeiras abriram o Paulistão 2015 dando ao torcedor palmeirense um novo alento e esperança de tempos melhores. Jogo com duas etapas distintas e placar que poderia ter sido bem mais elástico. Jogo bastante fácil para a arbitragem de Thiago  Duarte Peixoto que a grossos olhos “passou batido”, mas nos detalhes mostrou deficiências; .Se Cartões Amarelos não mudaram o jogo, certamente faltaram alguns no jogo.  Deixou o Palmeiras cometer inúmeras faltas na primeira etapa sem nenhuma punição. Definiu um lance de tiro direto como indireto, erguendo uma das mãos. Vimos que Alione até forçou, mas entendemos ter existido penalidade máxima para o Verdão. Gestual ás vezes “meio forçado”, e leitura do jogo para seu posicionamento e movimentação bastante equivocada, e em especial quando o Audax tinha bola dominada em seu campo. Avançado excessivamente quando essa equipe saia lentamente trocando passes e a adversária, tomando a bola, conseguia velozes contra ataques, e algumas vezes em outras situações “embolado” com jogadores. Pegou bem uma vantagem no primeiro GOLCheia, primeiro, equipe, alguns, polêmico, grupo, outras, camisas, numeradas, equipes, Aliás, coisas, tantas, tomou, entendendo, associamos, Murcha, outros, Eurico, Miranda, Vasco, acertada, decisão da partida.
 
Bola Cheia para Corinthians 3x0 Marília com o Timão demonstrando total superioridade em relação ao adversário e vencendo a partida com muita facilidade. Na arbitragem a estréia de Douglas Marques das Flores que, independente de alguns equívocos mostrou que pode ter condição de estar numa Série A1. Tranqüilo, discreto, coloca-se e movimenta-se bem, inibe nos momentos certos com sua presença física á eventuais desentendimentos. Foi bem ao não marcar penalidade máxima para o Corinthians numa bola na mão. Neste jogo falhou, no rigor da regra, ao não mostrar ainda no primeiro tempo o segundo Cartão Amarelo á Fagner, do Corinthians já que em situações anteriores aplicou bem os cartões desta etapa. Acompanhando a bola não viu o pontapé de Emerson Sheik no adversário fora da disputa, e na seqüência da jogada com o Corinthians marcando o terceiro gol. Poderia ter sido auxiliado pelo Arbitro Reserva, Flavio Rodrigues Guerra, postado á frente da irregularidade. Para nós, ainda não marcou penalidade máxima sobre Luciano do Corinthians. Face á sua boa condição, acertos e erros da estréia aguardemos suas novas arbitragens para melhor definir. Mas a curiosidade maior foi o mariliense Emerson Augusto de Carvalho “bandeirando” o time de sua cidade...
 
Muito bom o trabalho de Antonio Rogério Batista do Prado em Santos 3x0 Ituano, em uma partida em que o Peixe não teve nenhuma dificuldade para estabelecer o resultado clássico. Usou toda sua experiência na condução da partida, nenhum lance polêmico, disciplina sob controle. E dois golaços de Geuvânio e Chiquinho...
 
Bola Cheiíssima para Zé Roberto e a preleção que fez ao grupo de jogadores, no vestiário, e antes da partida contra o Audax. Assistimos e sugerimos que todos, inclusive torcedores de qualquer equipe procurem assistir, pois o vídeo foi liberado para divulgação. Absolutamente emocionante, além de incomum hoje em dia no futebol.
 
E no campo mais emoção com Osmar Santos entrando em cadeira de rodas e dando o pontapé inicial... “Ripa na chulipa” e “pimba na gorduchinha”, “vai garotinho que o placar não é seu”, “Tiroliroli, Tirolirolá, e que GOOOOOOOLLLLLL. Vida longa Osmar...
 
 
 
“O MAL DO ESPERTO É ACHAR QUE NUNCA SERÁ ENGANADO”

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