Bola cheia - 16/02

 

Bola Cheia para o Palmeiras que, se oscila dentro de campo, já arrecadou somente nos dois primeiros jogos, mais que arrecadou em todo Paulistão de 2014. Nestes dois jogos arrecadou R$ 2.8 milhões, contra R$ 2.2 milhões do ano anterior.
 
Capivariano 2x2 Mogi Mirim jogaram uma partida muito disputada apesar de prejudicada pelas péssimas condições do gramado. Mas ao final o empate acabou premiando os esforços de ambos, e com gols em jogadas difíceis para a arbitragem, mas diferentemente do que todos apregoaram, todos legítimos e com participações perfeitas dos Assistentes Marcelo Van Gasse e Fabrício Porfírio Moura. Tiago Scarascati no apito também se houve bem, expulsando com acerto a Wagner do Mogi Mirim ainda no primeiro tempo. No goljogos, Cheia, arrecadou, Palmeiras, partida, muito, Mirim, Capivariano, milhões, disputada, pelas, péssimas, prejudicada, apesar, jogaram, Paulistão, campo, dentro, oscila, somente, primeiros, contra, Nestes, anterior de empate do Capivariano um erro muito comum, mas da geração de imagens em nossa opinião: A câmera do SPORTV (única no jogo) não estava na linha do impedimento, e sim muitos metros atrás o que levou ao narrador e ao comentarista a erro. Se a câmera estivesse na linha do zagueiro teria a mesma “visão” de Marcelo Van Gasse, ou seja, mostraria o acerto no lance.  Aliás, não vemos ninguém se preocupar com este “pequeno” detalhe dos jogos de futebol...
 
Bola Cheia para Vicente Romano Neto que em Bragantino 2x3 Red Bull mostrou toda sua condição quando do terceiro gol dos visitantes. Interpretação perfeita de posição sem interferência ou participação de Edmilson e com Magrão marcando o gol. Lance extremamente didático onde alguns “precipitados” ergueriam a bandeira invalidando.
 
Palmeiras 3x0 Rio Claro devolveu a tranqüilidade para o time de Oswaldo Oliveira, e numa partida de absoluta tranqüilidade tanto para o vencedor como para a arbitragem de Vinicius Gonçalves Dias Araujo. Muito bem fisicamente não teve nenhum lance polemico que merecesse maior atenção.
 
Bola Cheia para o Santos 0x0 São Paulo onde a falta de muitos gols deveu-se única e exclusivamente aos goleiros Vanderlei, do Santos e especialmente Rogério Ceni, do São Paulo. Uma excelente partida de futebol e disputada além de com vários lances de habilidade dos jogadores, com muita garra e determinação. Porém, e em tese, o resultado numérico poderia ter sido outro se Leandro Bizzio Marinho tivesse marcado uma penalidade máxima indiscutível favorável ao Santos, cometida por Denílson em Ricardo Oliveira.
 
 Falar mais o que depois do Sansão? É “monstro”, é um dos maiores injustiçados em termos de Seleção Brasileira, é mito, é exemplo de profissional. Para quem não sabe passou seus vinte dias de férias treinando, se dedicando, se preparando melhor para a temporada. O que fez na Vila Belmiro nos fez lembrar uma atuação de Rodolfo Rodrigues (jogando pelo Santos) há muitos anos atrás, aliás, com uma seqüência de defesas debaixo daqueles mesmos postes do gol de entrada. Parabéns Rogério Ceni...
 
Bola Cheia para a arbitragem de Jose Claudio Rocha Filho em São Bento 0x1 Palmeiras num jogo tranqüilo para ser arbitrado, mas com o mérito de ter tido segurança e tranqüilidade, passando confiança aos jogadores que o respeitaram. Somente não foi perfeito na observação das cobranças de arremessos laterais executados pelo lateral do São Bento, e na sua maioria irregulares. Parecem detalhes sem maior importância, mas este expediente vem sendo muito utilizado, gols tem saído nas seqüências imediatas decidindo jogos, e sem que ninguém faça um alerta aos árbitros de uma forma geral.
 
Ituano 0x0 Capivariano foi uma partida “meia boca”, sem grandes atrativos, mas com uma atuação de alto nível (novamente) do goleiro Douglas do Capivariano que impediu com várias defesas o gol do adversário. Na arbitragem Philippe Lombard conduziu bem técnica e disciplinarmente, respeitou e foi respeitado pelos jogadores e apenas um lance polemico, em     que ficamos com sua decisão ao não marcar penalidade máxima para o Ituano, interpretando bola na mão e não mão na bola.
 
 
 
“COMETA ERROS, MAS NUNCA OS MESMOS”...

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