SOU CHATO, EU SEI...

Amante como sempre fui das Regras do Jogo de Futebol tenho recebido inúmeras ligações telefônicas para se falar do lance de Robinho no jogo contra a Portuguesa. Posso até concordar que o mais coerente seria a marcação de um Tiro Livre Indireto, pois não se estaria beneficiando ao infrator e punindo-o da maneira mais correta possível. Porém em tudo aquilo que é textual na Regra do Jogo, e não simplesmente interpretativo, poderemos até defender posições pessoais, mas nunca poderemos contrariar e não praticar o que um texto determina. E chato como sou, peço que não leia simplesmente, mas leia com atenção, pois não mais voltarei a este assunto a menos que algo inusitado possa acontecer:
 
REGRAS DE FUTEBOL 2014/2015:
(Oficiais FIFA)
 
REGRAS 12 – FALTAS E INCORREÇÕES
 
·         Requisitos básicos para marcar uma falta:
 
Deverão ser reunidas as seguintes condições para que uma infração seja considerada uma falta:
 
                               . deve ser cometida por um jogador,
                               . DEVE OCORRER NO CAMPO DE JOGO
                               . deve ocorrer com a bola em jogo
 
Se o árbitro paralisar a partida devido a uma infração cometida fora do campo de jogo (quando a bola estiver em jogo) deverá reiniciá-la com BOLA AO CHÃO NO LOCAL ONDE A BOLA SE ENCONTRAVA QUANDO O JOGO FOI PARALISADO, a menos que o jogo tenha sido paralisado com a bola dentro da área de meta... (e segue sem detalhes que aqui importem).
 
Pois bem:
 
O que tem me chamado á atenção é o fato de que quem está defendendo o Tiro Livre Indireto tem como árbitro, ex arbitro, instrutor, comentarista de arbitragem, alguma ligação direta ou indireta com a FIFA e por posições já ocupadas atual ou anteriormente. (Exceto Arnaldo e Gaciba)
 
Será que esses têm “informações privilegiadas” e que não vieram ao conhecimento de “simples mortais”, aliás, pratica bastante comum de alguns instrutores que “não abrem o jogo” para nos momentos de interrogação posar de “profundos conhecedores”, ou não conseguem eles interpretar o texto acima?
 
Até conhecer algum documento oficial (as Regras 2014/2015 não estão no site da Federação que ainda mantém as de 2013/2014) estarei mantendo minha posição, e repito até discordando pessoalmente, mas tendo o respaldo inquestionável do texto acima destacado.
 
 
E sabem qual a razão?
 
 
Que maravilha seria para nós e nossos filhos, viver num país onde todos cumprissem as Leis e não fizessem as “suas próprias leis”, não é mesmo?
 
 
Gustavo Caetano Rogério

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