A MINHA OPINIÃO:

Três lances que aconteceram em Palmeiras x Santos dominaram rádios, TVs, jornais e discussões de torcedores no dia seguinte á partida, ouvimos de tudo um pouco, algumas observações que mereceram atenção, algumas observações totalmente absurdas, mas três lances que poderiam possibilitar conclusões diferentes e com algum embasamento nas Regras, e um deles o do “gollances, atenção, algumas, partida, observações, seguinte, algum, Palmeiras, Regras, embasamento, absurdas, totalmente, conclusões, deles, diferentes, possibilitar, poderiam, pouco, rádios, dominaram, Santos, aconteceram, jornais, discussões, ouvimos, torcedores, mereceram impedido” é questão da mais absoluta interpretação e todas as opiniões tem de ser respeitadas.
 
O lance de penal ou não penal e não marcado sobre Rafael Marques é única e exclusivamente de visão e ação, do inicio ao final da jogada. A jogada não pode ser entendida como terminada no momento do “tranco” inexistindo a marcação penal, e sim o que aconteceu na seqüência.
 
O lance sobre o penal marcado sobre Leandro Pereira não deixa, textualmente, nenhuma duvida para interpretação.
 
Vamos ás analises:
 
No gollances, atenção, algumas, partida, observações, seguinte, algum, Palmeiras, Regras, embasamento, absurdas, totalmente, conclusões, deles, diferentes, possibilitar, poderiam, pouco, rádios, dominaram, Santos, aconteceram, jornais, discussões, ouvimos, torcedores, mereceram do Palmeiras entendi que houve o impedimento por ter entendido que houve participação efetiva de Robinho abrindo as pernas para a bola passar á seu companheiro. Entendi como uma finta, um corta luz, e chamo atenção para o seguinte: O lance para mim seria legal e de não participação se a bola, quando lançada por Cleiton Xavier, passasse pelos lados do corpo de Robinho, sem este tentar tocar na bola, e assim demonstrando claramente que não “queria jogar”. E ele jogou abrindo as pernas...
 
No lance de Rafael Marques entendi que houve sim o penal e o embasamento é de que a bola, em momento algum, foi tocada pelo zagueiro e o tranco não foi um tranco legal no exato momento que Rafael preparava o chute ao gol. Alguns aludiram que “houve vantagem” com a bola sobrando para Robinho que chuta para a defesa do goleiro. Na verdade não houve a “real vantagem” (o que quer a Regra) e que somente seria “real vantagem” se o gol fosse marcado, além de que, para o árbitro a maior vantagem nestas situações é marcar o penal. E mais, se ele entendeu privilegiar a vantagem, a Regra lhe possibilita voltar atrás e marcar o penal exatamente por não ter existido a chamada “real vantagem”
 
O mais fácil foi sem duvida o penal marcado sobre Leandro Pereira, e mesmo assim o que se ouviu foram mais absurdos que verdades nas análises e pelo fato de que a infração começou fora da área penal. Textualmente, e aqui não se trata de interpretação, o atacante com chance de prosseguir na jogada, a ele o árbitro, deve privilegiar até o momento em que, pela infração, não mais terá condição de jogar. Este lance me trouxe a memória a Copa do Mundo de 2002 e no penal marcado a favor do Brasil e no atacante Luisão. O agarrão começou bem fora da área, o arbitro o fez seguir e, já dentro da área caiu por força do agarrão que persistia. Trouxe-me á memória, pois á época a Regra hoje clara para estes momentos não existia, e logo após a partida num programa da Bandeirantes, com Dirceu Maravilha comandando, emiti a mesma opinião e pelo fato de que, e sempre, minhas analises são embasadas pelo Espírito do Jogo quando duvidas existirem em questões não textuais. Detalhe: Foi exatamente este penal que fez a BOARD alterar o texto em sua primeira reunião pós Copa, apesar de que minha opinião foi julgada pela grande maioria como opinião de torcedor da seleção e não de instrutor de arbitragem.
 
Espírito maior das Regras (e cada uma tem seu espírito a cada ocasião ou situação):
 
 
                   “NUNCA PRODUZIR BENEFICIOS AO INFRATOR”
                                                         
 
                            Obs. tente analisar os três lances com base neste espírito...
 
 
Gustavo Caetano Rogério

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