Entrevistado do Mês - Maio

Apresente-se...
Valmir Batista, 49 anos, natural de Sapeaçú-BA, casado, pai de três de meninos e 
uma menina.
 
Qual sua profissão, exerce a quanto tempo ? 
Professor de Educação Física há 18 anos, atualmente exercendo a função de vice-
diretor de uma escola pública.
 
De onde surgiu o interesse em ser árbitro de futebol ?
Interessei-me pela arbitragem quando cursava a faculdade porém, sempre gostei 
de futebol e costumava jogar com os amigos num time de bairro: Unidos do Jardim 
Brasília. Na faculdade um colega da minha turma me convidou para fazer um curso 
de arbitragem, assim o fiz na  AAGSP no ano de 2001 e a partir dai comecei o meu 
trabalho na arbitragem.
 
Formado por qual Entidade e a quanto tempo. 
AAGSP no ano de 2001 
 
Tem ideia de quantas  partidas já realizou??
Já realizei por volta de 670 partidas de futebol.
 
Ainda lembra de sua primeira  escala?
Ainda me lembro  como foi emocionante a primeira escala, um jogo da taça São 
Paulo de Futebol Junior no Pequenino do Jóquei Clube, Sub 11.
 
Cite alguns colegas em que você se espelha. 
Fui me aperfeiçoando à medida que observava alguns colegas trabalhando, posso 
citar alguns deles como exemplo de colegas que me motivaram e contribuíram 
muito para o meu trabalho:  professor  Claudio  Ventura, Salvio, Carlos Farias, 
Jefferson, Rizo, entre outros que dignificam o nosso  trabalho
 
Existe alguma partida que o marcou mais intensamente ?
Gostaria de destacar  uma partida marcante nesta minha trajetória, foi um jogo da 
Copa Kaiser, classificatório para quarta de final, no campo Augustinho Vieira entre 
as equipes, Danúbio e 100 Valor no de ano 2014. Neste jogo tive que 
usar da estratégia  da não expulsão como único meio de levar a partida até o final, 
tamanha a tensão no campo. Parecia que os jogadores viam no cartão vermelho o 
motivo para desencadear uma briga entre eles, o que para mim resultaria num 
caos e fugiria do nosso controle  enquanto arbitragem.
Fui feliz em minha decisão porque somente  no final da partida é que houve uma 
agressão do jogador Índio da equipe dos 100 valor em um dos atletas  adversários 
não comprometendo a partida.
 
E alguma que gostaria de esquecer?
Como nem todas as partidas  tem saldo positivo, uma que gostaria de esquecer foi 
a que  ocorreu no Campo do  Americano no ano de 2013, entre a equipe  Jardim São 
Carlos e  Estrela azul, finalizado o jogo percebamos que corríamos o risco de 
sermos agredidos e de forma discreta  nos dirigimos ao vestiário. Deixando as 
dependência  do campo o mais rápido possível.
 
Tem alguma historiazinha de jogo engraçada para nos contar??? 
Também durante esse tempo vivi episódios engraçados, um que me faz rir até hoje 
junto com meus amigos Farias, Jefferson, Kaique, e Fabio Florindo  foi durante uma 
viagem que fizemos para Limeira, não sabíamos o caminho e nos perdemos. Fabio 
Florindo que nunca dorme a noite quis nos guiar dizendo saber mais que o GPS, 
não deu outra erramos a entrada para a cidade e para complicar um pouco mais 
tivemos na estrada a companhia da polícia federal que nos seguiu até um pedágio 
onde algumas viaturas nos esperavam. Tivemos ordem para descer, vale dizer que 
o carro era insulfilmado e no seu interior quatros negrões e um branquinho, a cara 
dos policiais provocou riso no Farias,  gagueira e  nervosa no Kaique, o Godói mais 
branco que folha de papel diante daqueles homens armados até os dentes e eu 
tentando explicar o motivo de nossa viagem. Liberaram-nos após algumas multas e 
ainda fomos  advertidos a respeito do insufilme disseram que facilitaria se 
estivéssemos com os vidros um pouco abaixados. Nosso dia foi uma comédia não 
tínhamos outro assunto 
 
Em que percentagem a arbitragem contribui em sua renda familiar. 
O trabalho na arbitragem auxilia a minha renda familiar em cerca de 30%.

Mencione seu prato preferido, hobby, filme. 
Além de trabalhar, gosto muito de estar com minha família e amigos, um sofá e um 
bom filme também muito me agrada, gosto de tramas que envolvem ação, drama e 
fatos baseados na vida real. Quanto a comida, gosto da diversidade, embora pratos 
típicos do nosso nordeste e da culinária mineira estão entre os meus favoritos.
 
Na escola da vida você se considera um aluno nota 10, por quê???  Deixe aqui 
uma mensagem
Creio que sou uma pessoa privilegiada, da vida tenho procurado ficar com o que 
ela tem de melhor: a alegria, o amor e a paz. Não guardo nenhum sentimento 
negativo acerca de todas as dificuldades pelas quais já passei, sou agradecido a 
Deus  pela família e amigos que tenho. Penso que na escola da vida não há 10, 
porque enquanto vivemos e somos aperfeiçoados a cada dia.
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