DE NOVO É?

Mas, o que é Fair Play no futebol? Seria marcar gol de mão e dizer que foi de cabeça? Seria devolver a bola bem longe de onde ela foi colocada para fora? Seria se jogar ao chão para interromper um ataque do adversário? Seria simular receber infração não acontecida? No pais da “Lei de Gerson” que a tudo isto pratica como acreditar? Você sabia que tem treinador orientando, antes da partida, para simular contusão em ataques do adversário? 
 
Fizeram um acordo de cumprimento, ninguém cumpre corretamente, e somente serve quando “é a meu favor” não é mesmo?
 
Será que ninguém se dá conta de que no futebol existe um senhor, antes de uniforme preto e hoje de cores vistosas, que tempos atrás “praticava o Fair Play” simplesmente cumprindo a Regra do Jogo? Caramba, a cor do uniforme mudou, mas a Regra é a mesma não é verdade?
 
Ou será que hoje em dia ninguém se dá conta de que o árbitro deverá interromper a partida, imediatamente, quando se der conta que um jogador necessita atendimento? Ou será ainda que ninguém se de conta que o árbitro deverá deixar o jogo seguir se entender que não existiu uma lesão mais grave?
 
Por outras vias, aqui sim o verdadeiro “Fair Play”... Esse senhor de uniformes vistosos é neutro e não irá tira vantagem ilegal destas situações. Aliás, e poucos sabem que este senhor poderá ser responsabilizado numa lesão de um jogador se não cumprir o que a Regra lhe determina.
 
Para que inventar? Para que complicar? A Regra do Jogo prevê tais situações...
 
DE NOVO É?
 
Se no Fair Play não se usa o que a Regra possibilita, lá pelos lados de Santa Catarina parece que se usa o que a Regra não possibilita. Mais uma vez neste Campeonato Brasileiro uma decisão errada da arbitragem (coisa feia hein Marcelo?) é, três minutos depois, reformada por uma informação externa. Claro que a Regra permite se a informação é por conta de ter sido vista (e não por TV) por um dos componentes da equipe de arbitragem, mas se um componente da arbitragem viu por que “três minutos” para se tomar a decisão?
 
E se a equipe tem comunicação entre si via radio, para que a necessidade do “tete á tete” de árbitro e quarto árbitro? Transferência de responsabilidade? Que falta de sentido de o que é verdadeiramente uma equipe de arbitragem...
 
Mas, só em Santa Catarina?
 
 
Gustavo Caetano Rogério

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