Bola Murcha - 01/02/16

BOLA MURCHA
 
Bola Murcha para o Grêmio Barueri que, sem atletas regularmente inscritos, não compareceu, em sua própria casa, para a partida contra o Primavera pela Serie A3 configurando o primeiro WO da competição. Conforme regulamento foi “derrotado” por 3x0.
 
Infelizmente Bola Murcha para o Paulista da cidade de Jundiaí que parece ser mais uma equipe de muita tradição no futebol de São Paulo fadada a desaparecer. Acompanhando as colunas de Rafael Porcari percebe-se que as coisas vão mal, gente despreparada no comando, dividas, e cidade em nada, ou quase nada ajudando. Estreou na Serie A2 levando uma goleada, em casa, do Bragantino por 4x1 mostrando a seus torcedores o tamanho do sofrimento em 2016. Uma pena...
 
Bola Murcha para o Santos que na sua estréia no Paulistão não passou de um empate frente ao modesto São Bernardo, pela contagem mínima, e curiosamente apesar de ter mais a bola em seu poder foi o São Bernardo quem mais teve oportunidades de vencer a partida. Com dois zagueiros falhando seguidamente, Gustavo Henrique e Lucas Veríssimo colocavam sempre em risco a meta santista enquanto seu adversário com uma defesa bem montada, marcação forte, quase nada permitiu ao peixe. Muito bom trabalho de Jose Claudio Rocha Filho com domínio sobre os jogadores, poucos e corretos cartões amarelos aplicados, boa movimentação e colocação, e nenhuma situação mais polemica. Excelente foi o trabalho de Danilo Ricardo Simon Manis que marcou “um caminhão” de impedimentos do ataque santista na primeira etapa e sem errar nenhum. Bem também Herman Brunel Vani.
 
Bola Murcha para Red Bull 1x1 São Paulo com mais um dos grandes não vencendo na estréia do Paulistão. Partida de muita igualdade, mas de muitas faltas cometidas, e especialmente pelo São Paulo (28 contra 12) que parava sempre seu adversário com este expediente. Bastante catimba de jogadores experientes que de tudo quiseram tirar vantagem e muito exigindo da arbitragem. Marcelo Rogério teve um primeiro tempo tranqüilo, mais acertos e um único erro ao não marcar falta na entrada da área tricolor sobre Roger. Na segunda etapa, com muitos complicadores, não entendemos penalidade máxima sobre Kardec, em lance complicado, mas com a bola tocada e queda posterior “valorizando”; penalidade máxima para o Red Bull perfeitamente caracterizada e sem discussão, mas o Cartão seria para Lucão e não para Hudson. Poderia ter sido mais rigoroso com Roger e Ganso em ocasiões de indisciplina e além destes mais seis Cartões Amarelos foram aplicados na nervosa partida. Mauro André Freitas errou em dois impedimentos, um em cada etapa, e um de cada equipe conseqüentemente.
 
Apesar de respeitar sua decisão, pois é momento da mais absoluta interpretação, não marcaríamos a penalidade máxima que deu o gol da vitória do Água Santa sobre a Ferroviária, na decisão de Rodrigo Guarizzo Ferreira Amaral. A distancia entre atacante e defensor era tão pequena que impossível seria ao zagueiro usar a mão na bola “dolosamente”, ou até mesmo evitar que a bola batesse na sua mão. E aqui o detalhe mais importante: Não aplicou Cartão Amarelo, e se não aplicou deixou a entender que a ação, e nos entendam, não foi dolosa e, portanto sem infração. Lance de detalhes que servem didaticamente e sempre é bom que se alerte sobre eles.
 
 
 
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