BOLA CHEIA E BOLA MURCHA - 18/07/2016

BOLA CHEIA

 

Bola Cheia para Palmeiras 1x1 Santos num jogo nervoso e por vezes catimbado e com duas etapas distintas no nosso entendimento. Primeira etapa apesar do maior domínio territorial santista, mas com superioridade defensiva palmeirense que pouco permitiu aos atacantes santistas. Mas o infortunio mudou as coisas quando Moisés e depois Mina contundiram-se e foram substituidos, aproveitando-se o Santos para comandar todas as ações, empatar, e por pouco não vencer o clássico. Mas de qualquer forma pareceu-nos um resultado justo. Mais uma má arbitragem de Wilton Perera Sampaio um árbitro confuso que, não cansamos de dizer, é medroso e sem critérios. Posicionou-se inumeras vezes na linha da bola, ora fugiu, ora pulou das bolas que o "procuravam", ficou devendo alguns amarelos mostrando não ter critério (ou conveniência pelos momentos de partida), aplicando porém bem os dois primeiros e sendo um para cada equipe. Fez "vistas grossas" na segunda etapa quando Gabriel tirou a bola, com os pés, quando Dudu iria cobrar a infração e provocando tumulto que "roubou" três minutos do jogo e não acresceu no final. Marcou um toque de Barrios na primeira etapa e não teve coragem de ter o mesmo critério na segunda etapa, dentro da area penal santista, em lance de Zeca e absolutamente igual ao primeiro. Em outra situação reclamada não entendemos como penalidade maxima uma bola na mão de Luis Felipe e foi mais um a permitir arremessos laterais totalmente irregulares. Muito bem Tatiane Sacilotti Camargo em nada errando, trabalho normal de Miguel Cataneo e um trabalho péssimo do Arbitro Reserva Douglas Marques das Flores, "engolido" pelos bancos, pelos treinadores, e até preparadores f[ísicos das equipes. Mostrou falta de personalidade para comandar a ordem no exterior do campo de jogo.

 

Bola Cheia para a torcida palmeirense que se apresentou representada por mais de 40.000 pessoas no Palmeiras x Santos, quebrando o recorde da Arena e de quebra levando a equipe a ter a maior média de público do Brasileirão.

 

Bola Cheia para o Flamengo que foi á Ilha do Governador "inaugurar" o "novo estádio" do Botafogo e empatou por 3x3. Estádio acanhado, mas bem arrumadinho, porém de gramado muito ruim, serviu por anos e anos á Portuguesa carioca e agora receberá os mandos do Fogão. Partida bem disputada, não de muita técnica e com muita disposição das equipes, talvez pudesse ser melhor tecnicamente se o gramado não interferisse negativamente. Público pequeno (9.000 pagantes) para o "tamanho" deste clássico e bem arbitrado por Flavio Rodrigues de Souza que apesar de não marcar algumas faltas, acertou em outras inexistentes e reclamadas, foi feliz no gol de empate do Botafogo com uma linda vantagem concedida. Errou no inicio não marcando um recuo deliberado contra o Flamengo. Andou errando o assistente Alex Ang Ribeiro em pelo menos duas situações. Destaques negativos foram uma briga antes da partida entre "os anjinhos" e resultando morte de um botafoguense, e comportamento péssimo durante a partida dos torcedores alvi negros atirando objetos constantemente para o gramado.

 

Bola Cheia para o Santos 3x1 Ponte Preta em muito boa partida com a Ponte Preta, apesar do placar jogando bom futebol, perdendo chances de gol e na verdade sempre levando os gols quando tinha maior ação na partida. O resultado deixa o Peixe no G4 e cada vez mais torna-se sério candidato ao titulo ou pelo menos vaga na Libertadores. Joga um futebol bonito, rápido e coletivo e quando sai para os contra ataques pelas beiradas do campo geralmente é mortal. Desta

feita uma boa arbitragem de Marielson Alves Silva que aos poucos parece que vai "se soltando" e mostrando algumas boas condições, apesar de ser para nós prematuramente Aspirante á FIFA.

 

Bola Cheia para o Palmeiras que foi ao Beira Rio e, depois de 19 anos sem vencer o Internacional em Porto Alegre, e em Campeonatos Brasileiros, conseguiu um brilhante resultado vencendo o colorado pela contagem mínima, e de quebra aumentando sua vantagem na liderança. Primeiro tempo com dominio palmeirense e Internacional indo para cima na etapa final, com mais ações mas nem tantas oportunidades de gol. E a arbitragem foi aqui, o "que é a arbitragem" quando se viu um trabalho de alta qualidade de Andre Luis de Freitas Castro até os 43 minutos do tempo final, mas... e ai uma penalidade máxima de Zé Roberto cometida em Ariel não foi marcada, o que em tese joga por terra todo o bom trabalho desenvolvido. Assim é a arbitragem...

 

Bola Cheia para a equipes classificadas para a continuidade do Paulista da Segunda Divisão: Gremio Prudente, VOCEM, Santacruzense e Tupã no Grupo 1, Internacional Bebedouro, XV de Jaú, Tanabi e Bandeirante no Grupo 2, Diadema, Desportivo Brasil, Taboão da Serra e Osasco no Grupo 3, e Portuguesa Santista, Mauaense, Guarulhos e Jabaquara no Gupo 4.

 

 

"A MAIOR RIQUEZA DA VIDA SE CHAMA FAMÍLIA"

 

 

 

BOLA MURCHA

 

Bola Murcha para Gabriel, o Gabigol que anda "se achando" por demais. É muito bom jogador, mas de humildade, respeito e disciplina em campo nada tem. Vira e mexe esta arrumando confusões, se acha acima de todos os demais e no jogo contra o Palmeiras teve "sua orelha comida" pelo disciplinado Renato. Já dizia no passado o produtor de shows Walter Pinto que "lugar de vedete" é no teatro...

 

E Paulo Roberto Falcão, o Rei de Roma, que depois de "falar um monte" quando de sua dispensa pelo Internacional anos atrás, esquece tudo que falou sobre dirigentes colorados (e que ainda lá estão) e aceita voltar a treinar a equipe. E aqui nem se pode falar que "cada um sabe onde aperta o calo" não é mesmo?

 

Bola Murcha para o Atletico Nacional 2x1 São Paulo mas não pela partida que foi bem jogada, não para o São Paulo que até se houve bem, não para o tricolor que bem ou mal foi o ultimo brasileiro a cair, mas pelo que ja se volta a sentir neste torneio dirigido pela Conmebol. Não também pela excelente equipe do Nacional, não também pela vitoria brilhante conquistada no Morumbi, mas para quem já esteve "no meio" as coisas voltaram a cheirar mal. Aqui o Sr. Patricio Polic fazia uma excelente arbitragem até o momento em que "o sobrenatural de almeida" mais uma vez se fez presente com a não marcação de penalidade maxima clarissima sobre Hudson e que poderia ter mudado os rumos da decisão. Mas a grande Bola Murcha estava reservada para o momento final e após a marcação, aliás correta, de penalidade máxima para o Nacional. Uma lambança em cima de outra com o Sr. Patricio não sabendo quem expulsar, mostrando Cartão Vermelho para Michel Bastos, não confirmando depois e acabando por expulsar Lugano e Wesley. Foi ele exatamente o árbitro caseiro que quem conhece seu retrospecto ja conhecia, mas sabemos também que para quem conhece Wesley e especialmente Lugano, não foram expulsos de graça. Como diria Juarez Soares, "uma coisa é uma coisa e outra coisa é outra coisa"...

 

E ainda neste tema quem acompanha mais de perto arbitros e arbitragens vai puxar pela memoria e relembrar os prejuizos que nossas equipes vem tendo na Libertadores, e após um brasileiro, nosso amigo Wilson Luiz Seneme ter assumido a direção do Departamento na Conmebol neste ano. Coincidência? Os mais recentes nesta competição foram os prejuizos de Palmeiras, Corinthians e agora São Paulo neste ano. Carlos Alarcon dirigiu a arbitragem por décadas, tem muito poder ante os árbitros e se não conhecessemos Seneme diriamos que lá está no papel... Mas que as coisas estão estranhas estão, e já vimos inúmeras situações em que "estar no poder" muda pessoas...

 

Bola Murcha, e mais uma vez, para o América de São José do Rio Preto que a cada ano que passa mais chega ao fim do poço. Agora, terminada a primeira fase do Paulista da Segunda Divisão vai ficar fora da fase seguinte. Com oito equipes em seu grupo e quatro sendo classificadas, chegou em sexto e deu adeus ao ano.

 

Bola Murcha para o Corinthians 1x1 São Paulo e pelo fato de o Timão não ter se aproveitado de todo desgate tricolor, além dos jogadores perdidos durante a semana. Não assistimos a partida como um todo, mas no que vimos foi bem o São Paulo que ate poderia ter vencido, apesar de uma

defesa portentosa do tão criticado Denis. Penalidade maxima marcada por Pericles Bassols absolutamente caracterizada.

 

 

"NENHUM SUCESSO NA VIDA COMPENSA O FRACASSO DA FAMILIA"

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