BOLA CHEIA E BOLA MURCHA - 17/10

BOLA CHEIA
 
Bola Cheia para a torcida do Fortaleza que levou ao Castelão, nada mais nada menos que 63.903 torcedores, e fazendo o recorde nacional de publico em 2016. Mas na partida a Bola Cheia ficou para o Juventude, que com o empate por um gol carimbou seu retorno á Série B do Brasileiro. E curiosamente em se tratando de público em 2016 o São Paulo têm, entre os dez maiores, cinco deles. Corinthians e Palmeiras acreditem, nenhum e o Fortaleza tem dois. Ceará, Flamengo e Vasco completam a lista.
 
Bola Cheia para Brasil 2x0 Venezuela  na sequencia das eliminatorias da Copa 2018, e com este resultado assumindo a primeira posição na tabela. Não tão brilhante como em atuações anteriores, mas mesmo assim muito superior á equipe de tempos atrás, ou da era Dunga. Dominio completo brasileiro, adversário relativamente fraco, e nenhuma dificuldade para vencer mais esta partida nas mãos de Tite. Victor Carrillo foi um bom árbitro e sem nenhum problema de ordem técnica, mas faltando alguns Cartões Amarelos no campo disciplinar .
 
Bola Cheia, finalmente, para o Corinthians que necessitou ir ao Amazonas "tirar a zica" que o acompanhava e depois de algum tempo faturar três pontinhos numa partida, vencendo ao Santa Cruz por 4x2. Mas foi um jogo onde qualquer um poderia ter vencido pelas inumeras chances de gol que apareceram para ambos, e mais especialmente para Grafite. Primeiros quinze minutos a todo vapor, goleiros se virando para não levar gols, e o tipo do jogo gostoso de se ver, se não pela técnica das equipes pelo menos pelas emoções das constantes finalizações á gol.  Grazianni Maciel mostrou ter boas condições, bem preparado fisicamente, mas com a "mesma orientação" equivocada de "não marcar faltinhas". A partida foi a de menor numero de faltas no Campeonato, deixa muita gente feliz, mas "entristece" ao Livro de Regras. Deixou de marcar penalidade máxima de Dani Moraes em Léo Principe mas a sorte o ajudou com gol do Timão logo saindo na sequencia, e disciplinarmente errou no Cartão Amarelo que mostrou para Marquinhos Gabriel.
 
Bola Cheia para José Roberto Wright que como membro da Comissão Independente que julga as arbitragens para a CBF não afinou e assim se posicionou apontando dois erros do árbitro: "Não ter confiado na marcação do auxiliar e ter recebido informação EXTERNA de que o gol deveria ser anulado". Perceberam a importancia desta posição QUE É OFICIAL de dirigente CBF na arbitragem? Entendemos que já deu argumento pra o Fluminense, de quem aliás sempre foi ferrenho torcedor...
 
Bola Cheia para Adilson Rodrigues, o Maguila, que após dois anos internado para controlar problemas ligados ao Alzheimer deixou o Hospital na semana passada. Força Maguila, e que se registre aqui nossos parabéns á Irani, sua esposa guerreira que nunca o abandonou.
 
Bola Cheia para o Palmeiras 2x1 Figueirense em um resultado que deverá ser muito contestado pelas incidencias da partida e após uma semana de muitas ilações entre os dirigentes acusando-se mutuamente de beneficios de arbitragem. Mas de qualquer forma uma  vitoria importante em jogo de muita marcação, mau futebol na primeira etapa e, como vem acontecendo, com o Palmeiras crescendo na segunda etapa e chegando ao resultado positivo. Mas o resultado positivo teve, para nós, e em tese a participação do árbitro Igor Junio Benevenuto em momentos capitais, além da falta de critério nas punições disciplinares, Se marcasse penalidade maxima sobre Dudu (choque nas costas) não seria tao cobrado como  na que marcou sobre Gabriel Jesus em lance que marcando teria argumentos, e não marcando "passaria batido". Mas, sacramentou seus equivocos ao não marcar clara penalidade máxima favoravel ao Figueirense na etapa final.
 
 
A GENTE PODE SER MUITO E ACABA SENDO TÃO POUCO...
 
 
 
 
 
 
 
BOLA MURCHA
 
Bola Murcha para Vilson, zagueiro do Corinthians, que no treino da terça feira e com a bola rolando, "soltou o braço" no rosto do garoto Marciel atingindo-o com um soco violento. O fato aconteceu quando de um lance normal e na diputa de bola entre os dois. Andam feias as coisas no Timão e com as duvidas (ou dividas?) e desacertos administrativos interferindo diretamente na equipe. Após o treino "fizeram as pazes". Acorda Corinthians, você é muito grande para estar nesta situação. É tão grande o descontrole que, quem anunciou treinador interino até o final do ano, agora se "auto desmente" e contrata Oswaldo de Oliveira...
 
Bola Murcha para Marielson Silva, árbitro de Botafogo 1x0 Internacional e a quem, tempos atrás elogiamos entendendo que estava surgindo um árbitro diferenciado. Depois de muitas arbitragens reformulamos o conceito dizendo que "a nada chegará" sendo apenas árbitro de jogos comuns e sem lances decisivos. Inumeras ocasiões ja se apresentaram e ele sempre consegue errar nestas situações, o que nos fez mudar o conceito inicial. e a partir de 2014 quando "fugiu correndo" dos jogadores do Figueirense em jogo contra o mesmo Internacional em cena de "pastelão" nunca vista no futebol de alto nivel. No Botafogo x Internacional marcou uma penalidade máxima, que decidiu o jogo e pode decidir o rebaixamento dos gauchos, e até poderia ter acertado, entendam, se a tivesse marcado por eventual falta de Eduardo em Sassa, mas justificar a marcação fazendo o gesto de uso das mãos foi ridículo. Olho nele Coronel para não ter problemas ainda mais sérios se o continuarem prestigiando.
 
Bola Murcha, mas até certo ponto entendível, para Vitinho do Internacional e sua declaração pós jogo contra o Botafogo: "Isso não existe, é só ver a imagem do jogo. Foi roubo. Derrota não, isso foi roubo, só assim para ganharem de nós" Certamente não escapará do Tribunal... Curioso é que na semana anterior Valdivia, do mesmo Internacional, declarou que "cavou" a penalidade máxima marcada para sua equipe, convertida em gol, e sabem por quem? Exatamente por Vitinho.... 
 
Bola Murcha para o Palmeiras 0x0 Cruzeiro com o Verdão não aproveitando o fator campo (?) para manter sua, até aqui tranquila posição na tabela. Primeir convertida em gola etapa de dominio palmeirense, mas com os mineiros jogando boa partida também, diferenciando-se esta etapa pelas oportunidades de gol perdidas pelo lider. Já na segunda etapa as coisas mudaram de figura, e mesmo não tendo quantitativamente as mesmas oportunidades de gol, foi superior o Cruzeiro que colocou em risco a invencibilidade do oponente. Mas acabou sendo resultado justo para um bom jogo de futebol. Jailson Freitas foi o mesmo de sempre, ou seja, atrapalhado e confuso, errando para lá e para cá, acertando para lá e para cá, mas não teve lances capitais em seus erros e acabou "não se comprometendo" nem com palmeirenses e nem com cruzeirenses. Não houveram supostas penalidades maximas reclamadas e gol de Thiago Santos bem anulado por impedimento na ação de Alessandro Rocha Matos.
 
Bola Murcha para a lambança em Fluminense 1x2 Flamengo, mas só não sabemos de quem: Henrique estava impedido? Sim, estava. Emerson Augusto de Carvalho assinalou o impedimento corretamente? Sim. Que pergunta teria sido feita por Sandro Meira Ricci para Emerson Augusto de Carvalho quando "o time" do Fluminense pressinou o Assistente e para que tenha voltado atrás confirmando o gol irregular? E se confirmou, ouviu o que de Emerson Augusto de Carvalho? E depois então, o que fez Sandro Meira Ricci novamente voltar atrás e invalidar o gol? Ufaaa, mas esta ultima questão vamos responder: Viva o Árbitro de Vídeo.Mas "pera aí" já pode ser usado? Ainda não, mas que a decisão veio de fora para dentro é a unica questão que respondemos com segurança... Uma lambança, mas felizmente não beneficiou ao infrator, só que, contraditoriamente obtida de uma forma ainda não permitida pelas Regras. O que se fez acabou com a igualdade de procedimentos para todas as equipes, interferindo diretamente no resultado final do Campeonato Brasileiro.
 
Bola Murcha para o Santos 1x1 Grêmio com o peixe perdendo uma grande oportunidade de subir na tabela e chegar na zona de participação direta na Libertadores. Pior é que seu adversário jogou sem nenhum de seus titulares, teve grandes oportunidades de vencer, criando situações para tanto, apesar do Santos ter proposto mais o jogo ofensivo. Pablo Alves teve arbitragem dentro dos padrões normais, pequenos erros, alguns momentos de má colocação, mas nenhuma interferência no resultado final.
 
 
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