HORA DE REPENSAR?

HORA DE REPENSAR?
 
A CBF acaba de definir e determinar, para seu quadro de árbitros, novas regras e entre elas definiu a idade de 50 anos para limite de trabalho em suas competições nacionais e, para nós cria-se um impasse relacionado á Federação Paulista que limitou, e já não aceitou inscrição para aqueles que completaram 45 anos.
 
É evidente que, apesar de polêmicas, tais limitações lhes dizem respeito e até aí nada a se contestar, mas qual será o destino dos árbitros paulistas, selecionados no quadro nacional quando chegarem á limitação de idade paulista?
 
Terão que encerrar suas carreiras nacionais, ir para outras Federações, ou o que será feito? Poder-se-ia dizer que nos parece injusto, mas preferimos afirmar que é injusto. Nem vamos entrar no mérito da experiencia que cada um deles carrega pelas longas carreiras e que todos sabemos, fundamental para um árbitro de futebol. Um bom trabalho diretivo mescla, tranquilamente, árbitros novos e emergentes com árbitros mais experientes.Ninguém tem prejuízos e assim o quadro como um todo só tem a ganhar.
 
Respeitamos a decisão paulista quando foi tomada, mesmo que discordando dela, mas a partir da decisão do órgão maior, a CBF, entendemos que para o bem de todos, e sem eventuais futuros prejuízos a quem quer que seja, faz-se necessário repensar e certamente a FPF assim agirá. Qual seria o problema na idade, se o árbitro atendesse a todas as exigencias técnicas e físicas da função?
 
O Sindicato paulista necessita entrar  neste circuíto para defesa de seus associados, sem brigas ou confusões, mas fazendo o papel que lhe cabe pois um primeiro caso ja aconteceu: Antonio Rogério Batista do Prado há anos e anos no Quadro Nacional já não conseguiu sua inscrição para 2017 no futebol paulista. Que será feito dele no Quadro Nacional se já não atua mais por sua Federação?
 
Concluimos e observamos que respeitamos as decisões até aqui tomadas, e a decisão da CBF é posterior que  de São Paulo, mas que este alerta seja, pelo menos, motivo para reflexões a cada um dos envolvidos neste processo, pois se todas as Federações assim agissem na limitação, não se teria nada a contestar, mas somente o árbitro paulista terá esta situação.
 
É HORA DE REPENSAR...
 
 
ET. E para você que nos conhece, e não me escondo, é tambem uma defesa a Marcelo Rogério que na sua plenitude fisica e técnica viu-se obrigado a parar. Aqui estaríamos mesmo que fosse o Joãozinho, o Pedrinho ou o Paulinho...
 
 
Gustavo Caetano Rogerio
Jan 2017

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