BOLA CHEIA E BOLA MURCHA - 17/04/2017

BOLA CHEIA
 
BOLA CHEIA para o Palmeiras 3x2 Penarol em jogo típico dos anos 60 entre estas duas equipes, e quando as mesmas "reinavam" juntamente com o Santos nas Libertadores da America. A malicia uruguaia daqueles tempos retornou e os palmeirenses não conseguiram um maior controle emocional, especialmente na primeira etapa quando não puderam impor seu futebol. Já na segunda etapa voltou o Verdão "com tudo", futebol espetacular e virou em cinco minutos o 0x1 para 2x1. Dai por diante um futebol de categoria, penalidade máxima perdida, bolas nas traves, com os uruguaios somente tentando desestabilizar com provocações, atingindo seus objetivos graças a um "bananão" de nome Roddy Alberto Zambrano Olmedo. Final emocionante mas merecido com gol da vitória marcado aos "55 minutos" da etapa final e depois de muitas paralizações, confusões e expulsão de Dudu. "Arbitragem" se é que se pode usar  este termo da figura acima identificada, um equatoriano sem a minima condição de ostentar  o escudo que ostenta. Permitiu indisciplinas sem agir e quando agiu errou na expulsão de Dudu, fez questão de em todas bolas paradas interromper exageradamente para "orientações a jogadores" e não deixando a bola rolar. Permitiu arremessos laterais irregulares, inclusive um que antecedeu ao segundo gol do Palmeiras e cobrado por Fabiano "com um "calcanhar nas costas", assistiu absurdamente a jogador uruguaio não permitir Dudu de cobrar  infração ficando á frente da bola e "cavando" a expulsão do palmeirense. Vamos parar  por aqui para "não gastar vela com mau defunto" e para nem mesmo observar um ou outro acerto daquele que é o indicado para representar o Equador na Copa da Russia (Meu Deus...)
 
BOLA CHEIA para Internacional 1x1 Corinthians pela Copa do Brasil e com o Timão surpreendendo, mudando basicamente suas características. atacando como não faz regularmente, mas com algumas falhas defensivas o que não é comum. Também o Internacional jogou uma grande partida, gols perdidos pelas duas equipes, goleiros fazendo verdadeiros milagres, enfim um grande jogo de futebol. Wagner Nascimento Magalhães controlou bem a partida, acertou a grande maioria de suas decisões, mas dois de seus erros foram determinantes: Houve penalidade maxima não marcada para o Corinthians não marcada e no gol do Internacional não houve o Tiro de Canto que o originou.
  
BOLA CHEIA para a Ponte Preta 3x0 Palmeiras num resultado que ninguém poderia imaginar especialmente pelos numeros. Se alguém palpitasse no pré jogo este placar clássico sofreria inumeras gozações, mas o jogo mostrou que a surpresa era somente no pré jogo, visto a indiscutivel e meritoria vitória, ate pelos numeros, da Macaca Campineira. O Palmeiras por sua vez surpreso com o gol tomado aos 40 segundos, e o segundo aos 8 minutos, não foi nem sombra, da equipe hoje entendida como favorita a tudo, e que não obrigou a Aranha fazer nenhuma defesa na partida. Até na catimba foi o Verdão superado, mais uma vez, num jogo de muitas simulações. Depois de muito boas arbitragens não foi esta uma boa semana para Marcelo Aparecido Ribeiro de Souza que foi mal em Goiás x Fluminense no meio da semana, e aqui não repetiu o que foi seu bom Paulistão. Fez vistas grossas a varias situações de indisciplina, permitiu paralizações demais, numa estratégia pontepretana, alem de deixar de marcar penalidade máxima clarissima cometida por FernandoPrass. Conseguiu levar a partida até o final, mas no detalhamento deixou, para nós, bastante a desejar .
  
BOLA CHEIA para Rodrigo Caio que praticou, no São Paulo x Corinthians o verdadeiro jogo limpo;: após uma falta marcada sobre o goleiro de sua equipe o árbitro Luis Flavio Oliveira pune o corinthiano Jô com Cartão Amarelo entendendo que o atacante atingira o goleiro Renan Ribeiro. Ao ver o Cartão Amarelo sendo mostrado dirigiu-se ao árbitro informando que fora ele, e não Jô, quem tocou no arqueiro. De imediato o Cartão Amarelo foi cancelado pela arbitragem, e vejam "o peso" de sua atitude: Seria o terceiro cartão e que tiraria Jô da segunda partida. Este é o verdadeiro jogo limpo e que merece elogios. Alô FPF, que tal instituir um Cartão Verde e premiar Rodrigo Caio?
 
 
 
"A SABEDORIA COMEÇA NA REFLEXÃO"
 
  
 
 
 
bola murcha
 
bola murcha para Wilson Luis Seneme, Presidente da Comissão de Arbitragem da Conmebol, responsavel pela escala de Palmeiras x Penarol e pela pessima qualidade do arbitro. E bola ainda mais murcha para um equatoriano de 39 anos, FIFA (como não se sabe) desde 2012 e de nome Roddy Alberto Zambrano Olmedo a quem Seneme "entregou" a arbitragem. Lamentável  que um dos grandes clássicos da America do Sul seja confiado a um cidadão sem nenhuma condição de arbitrar. e que Seneme não saiba disso. Acorda Seneme, você é homem sério...
  
bola murcha para os jogadores do Palmeiras que antes do inicio do jogo com o Penarol e ainda durante a execução do Hino Nacional, sairam de formação e enquanto o hino era concluido batiam bola sem a ele "dar bola". Lamentável e que merece reprimenda...
  
bola murcha para o Agua Santa que necessitando de apenas um ponto para ir ás finais do Paulistão A2, vai a Rio Claro e é derrotado por 2x1 pelo Velo Clube que, por sua vez, com essa vitoria sai da zona de rebaixamento a uma rodada para o final da competição. Arbitragem de Raohael Claus, com dominio completo das ações, algumas faltas não marcadas (é característica), expulsão correta de atleta do Agua Santa e duas penalidades máximas marcadas: a primeira para o Velo Clube a nós pareceu ter sido simulada pelo atacante, e a segunda para o Agua Santa indiscutível.
  
bola murcha para os tradicionais Paulista FC de Jundiaí e Comercial FC de Ribeirão Preto, clubes outrora fortes do futebol de São Paulo e que acabam de ser rebaixados para a última Divisão. E o Paulista ainda está correndo o risco de perder seu estádio.
  
bola murcha para o São Paulo 0x2 Corinthians com a equipe de Rogério Ceni, mais uma vez, tomando "um sacode" dentro de casa na mesma semana. Teve ate momentos de mais posse de bola, porém infrutífera, e como Corinthians absolutamente "cirúrgico" com contra ataques velozes e defensivamente nada permitindo ao tricolor. Resutado sem contestações, vitória mais que merecida, e que poderá, pelo resultado de Campinas reviver a grande final de 1977 contra a Ponte Preta. Porém o futebol é caprichoso e nem seus 2x0 e nem os 3x0 da Ponte podem lhes garantir vaga na final. Porém, estão ambos com "um pé" na decisão. Luis Flavio Oliveira teve pequenos erros, alguns vacilos com criterios na punição com cartões, e para nós com Jô impedido antes de marcar, mas na responsabilidade do assistente Danilo Simon Manis em lance de TV.
  
 
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