BOLA CHEIA E BOLA MURCHA 01/05

BOLA CHEIA
 
BOLA CHEIA para o STF que manda de volta á prisão o goleiro Bruno, condenado a 22 anos e 3 meses e que havia cumprido somente seis anos e meio. Correta decisão dos ministros Alexandre de Moraes, Rosa Weber e Luis Fux e contra o voto de Marco Aurelio Mello que, aliás, foi quem havia concedido habeaus corpus a Bruno.
 
BOLA CHEIA para o Palmeiras que depois de um primeiro tempo horroroso,e sem que as tentativas de seu Treinador dessem resultado, voltou para a segunda etapa  com duas mexidas e mudou completamente o panorama da partida. 2x0 merecidos para o Penarol apesar de gol irregular, e somente com 18 minutos na segunda etapa 2x2. Tudo que se viu no 0x2 viu-se, com folgas, no 3x2 final contra o Penarol. Tche Tche mudou a "cara" da partida e isso fez a equipe jogar o que sabe e pode jogar, aliado ao oportunismo de William acabaram por conseguir um merecidissimo resultado final. Eduardo Batista tentou um novo esquema com tres zagueiros, mas isso acabou não funcionando e deixando a equipe sem nenhum poder ofensivo e pasmem, sem chutar uma unica bola contra a meta uruguaia. Correções feitas e o que jogou na segunda etapa é o minimo que uma equipe, forte como esta, deve sempre jogar. Enrique Cáceres foi um árbitro de muita qualidade no controle da partida, chegando sempre junto quanfo de contatos, deixando o jogo fluir, mas com dois pecados: Primeiro gol do Penarol teve infração sobre Mina que foi puxado pelo braço, e permitiu, e aqui bisonhamente, quase todos arremessos laterais cobrados pelo Palmeiras de maneira totalmente irregular.
 
BOLA CHEIA para o retorno á arbitragem de Thiago Duarte Peixoto que, fora das escalas desde 22/02 devido a supensão aplicada pelo TJD, retornou aos campos arbitrando pela Série A3 do Paulistão. Muito bom árbitro, talvez relativamente empolgado pelo rapido sucesso, merece todo respeito e consideração. O que se espera é que passe a ter comportamento equilibrado, deixe a empolgação de lado, e sua carreira será altamente reconhecida. Porém na partida de seu retorno, Monte Azul x Taboão da Serra, pareceu-nos um árbitro que "sentiu" demais a punição, pareceu-nos "desconfortável" no jogo e fazendo o possivel para mostrar exagerada discrição o que para nós não é o caminho por suas características. Se pudermos ajudar  "ao garoto" diriamos que levante sua cabeça, apito voce tem, e... nem tanto o céu, nem tanto a terra. Na arbitragem um dos segredos é o equilíbrio, se por você pudermos ser entendidos.
 
BOLA CHEIA para o Ituano, de Roque Junior,novo ganhador do Troféu do Interior, vencendo em casa por 1x0 e empatando a segunda partida por 1x1. Venceu com méritos apesar de que o Santo André vendeu caro o empate em casa, pois pressionou a segunda etapa inteira, perdeu varias chances de gol, e teve que se contentar  com o Vice Campeonato. Salim Fende Chaves conduziu bem a partida, puniu uma infração com contato fisico de maneira equivocada como Tiro Indireto, transformou em Tiro de Meta para o Ituano um Tiro de Canto para o Santo André. Seu ponto positivo foi "sempre chegar junto" nas divididas, inibindo assim ações mais fortes dos jogadores. Errou tambem em permitir jogador do Santo André com as meias arriadas e  sem a devida proteção requerida pela  Regra. Apesar das observações pode-se dizer, concluindo, que houve-se bem e sem nenhuma interferência negativa.
 
BOLA CHEIA assim, para o Ituano que com o título conquistado ganhou o direito de disputar a Copa do Brasil em 2018. A ele nossos parabéns.
 
BOLA CHEIA para o Monte Azul 1x0 Taboão da Serra pela SérieA3 do Paulistão, classificando a equipe para as semifinais da competição e com um gol marcado aos 43 minutos da etapa final, e "num pombo sem asa" desferido a longa distância pelo atacante Danilo, como bem definiu Luis Carlos Fabrini narrando pela Rede Vida de Televisão. Jogo de pouca qualidade (mau gramado ajudou), muita disposição, e arbitragem de Thiago Duarte Peixoto, um pouco "longe" neste seu retorno, sem interferir no resultado, mas deixando de aplicar alguns Cartões Amarelos e alguns pequenos erros não comuns á sua qualidade.
 
BOLA CHEIA para Internacional 2x1 Desportivo Brasil resultado que leva a equipe de Limeira para as semifinais da Série A3 e com méritos absolutos. Saiu "com tudo" para cima do adversário e já aos 50 segundos fazia o primeiro gol, e apesar de levar o empate 4 minutos depois não se abalou e foi buscar o gol, que seria da vitória e classificação, tambem depois de 4 minutos do empate. Na sequencia jogo mais "marcado", menores oportunidades até que surge penalidade máxima, bem marcada, aos "47 minutos" e desperdiçada pelo Leão. Segunda etapa de muita marcação, e minutos finais de alta emoção. Marcio Henrique de Gois fez boa arbitragem, muito atento e determinado, coibiu impeto de jogadores aplicando oito Cartões Amarelos, acertou na penalidade máxima marcada para a Internacional, sendo porém permissivo, juntamente com seu quarto árbitro em relação aos dois Treinadores. Confusão ao final não justificavel, e mais fruto do momento de que do comportamento de todos nos noventa minutos e com expulsão de Claveiro do Desportivo Brasil.
 
BOLA CHEIA para o Bragantino 1x0 Agua Santa nas semifinais do Paulistão A2, resutado justo, partida muito igual porém mais "aguda" dos locais que perderam a oportunidade de jogar a segunda partida com mais tranquilidade, e ao perder penalidade máxima defendida pelo goleiro do adversário. Nos minutos finais pressão forte do Agua Santa mas sem conseguir marcar, e ficando com a derrota minima ao final graças as defesas do goleiro Richard ao longo da partida, inclusive uma penalidade máxima, e que levam a equipe para a segunda partida em casa com totais condições de reverter. Mas destaque-se também a atuação do goleiro Renan Rocha do Bragantino com defesas importantes. Muito bom trabalho de Marcelo Aparecido Ribeiro de Souza, tecnica e disciplinarmente pequenissimas falhas, penalidade máxima marcada e com acerto, impondo-se sempre por sua presença física que impediram indisciplinas, propiciando somente um Cartão Amarelo na partida.
 
BOLA CHEIA para o Corinthians que foi a Campinas e não tomou conhecimento da Ponte Preta, passeando no Moisés Lucarelli e sem tomar sustos fazer um clássico 3x0 na Macaca Campineira. Mesmo com maior posse de bola na primeira etapa a equipe local nenhum perigo levou ao Timão que atuava com muita segurança em todas as suas linhas. Segunda etapa sem grandes mudanças com Cassio somente fazendo uma defesa no minuto final, e sem ser molestado anteriormente. E a Ponte Preta foi, para seus torcedores, uma completa decepção depois de varias apresentações altamente convincentes, e como exemplo eliminando Santos e Palmeiras. Vitória merecida, nenhuma contestação e agora dificilmente o Corinthians deixará escapar o título do Paulistão depois desta que foi, certamente, sua melhor apresentação na temporada. Desta feita Raphael Claus conseguiu fazer uma excelente arbitragem depois de algumas muito irregulares e que, para nós, não o credenciaria para estar nesta final. Facilitado pelo bom comportamento dos jogadores e pela inexistência de indisciplinas, usou corretamente o Cartão Amarelo quando necessário e com otima postura "tomou conta do jogo". Sempre é muito bom quando um resultado de partida não tem a interferência da arbitragem.
 
 
DOIS CAMINHOS PARA O SUCESSO. PRIMEIRO COMECE E DEPOIS NÃO DESISTA...
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
bola murcha
 
bola murcha para os torcedores do Criciuma que, no jogo contra a Chapecoense no Heriberto Hulse tiveram a insensibilidade de entoar o cantico: "Ão, Ão, Ão, abastece o avião". Lamentavel e merecedores de punição,o que aliás ja fez a direção do clube punindo a torcida uniformizada "Barra os Tigres" por tempo indeterminado. Porém, seria muito louvável se identificar nominalmente esses animais...
 
bola murcha para Rogério Ceni que em todas as suas entrevistas enaltece os "números da equipe", como se mais posse de bola, mais chutes a gol, mais cruzamentos, etc. etc. etc. da para a equipe os três pontos em disputa e ao final a vitoria no campeonato. Amigo, campeonatos são decididos em pontos ganhos e não em números estatísticos, não é mesmo torcedor saopaulino?
 
bola murcha para tudo que se assistiu após o encerramento de Penarol x Palmeiras tanto dentro como fora do campo de jogo. Estava na cara que Felipe Melo, de uma forma ou de outra, sofreria represalias e deve pensar um pouco mais antes de falar para não colocar outros em risco. Fora de campo o injustificável com os torcedores se degladiando e cenas que devem merecer fortes punições da Conmebol.
 
bola murcha para o "retrospecto" da valentia dos uruguaios do Penarol, e aqui somente contra equipes brasileiras, sem se citar contra outros paises. Em 1962 na decisão da Libertadores houveram confusões (brigas e garrafadas) em Montevideue Vila Belmiro. Em 1968 também contra o Palmeiras. Em 1993 briga generalizada entre seus jogadores e a Policia Militar de Porto Alegre, em jogo contra o Gremio. Em 1999 la mesmo no Uruguai quem "apanhou", e muito, foi o Flamengo numa Mercosul. Em 2011 na Libertadores a vitima foi novamente o Santos. Mais recentemente e era um amistoso, aprontaram inúmeras confusões contra o Atlético do Parana lá na Arena da Baixada.
 
bola murcha para o Rio Branco de Americana que depois de empatar na primeira partida, na casa do adversário, o que lhe deu o direito de sonhar levou em casa uma "paulada" do Nacional e disse adeus ao sonho de acesso. Rio Branco 1x3 Nacional foi o resultado que poucos esperavam acontecer... Não assistimos esta partida que foi arbitrada por Leonardo Ferreira Lima que aplicou 5 Cartões Amarelos em jogo que teve 28 faltas.
 
bola murcha para o Rio Claro 2x2 São Caetano que fizeram um jogo de muita igualdade, mas com donos da casa não aproveitando os fatores campo e torcida para abrir vantagem sobre o adversário, e para a segunda partida no ABC. Um primeiro tempo sem que as equipes muito se arriscassem, gol inicial do Rio Claro aos 45 minutos. Etapa final de maior determinação, melhor futebol e oportunidades maiores aparecendo para marcação de gols, e ao final resultado justo. Arbitrou Vinicius Gonçalves Dias Araujo sem maiores problemas, erros comuns ás arbitragens e nenhum de peso determinante. Controlou bem a disciplina aplicando 2 Cartões Amarelos para cada equipe. Bom trabalho daquele que, em nossa opinião, mereceria ao menos estar entre os árbitros listados para sorteio nas semifinais e finais do Paulistão, pelo campeonato que fez e "passando batido" entre tantas reclamações ao longo da competição.
 
bola murcha para a Ponte Preta que, visivelmente, sentiu o peso de uma decisão e não conseguiu desenvolver o futebol apresentado em partidas anteriores. Enquanto o Corinthians tocava a bola geralmente com precisão, a bola parecia "queimar" nos pés dos campineiros. Era grande a esperança de seus torcedores que entendiam ter chegado a hora de um título, mas novamente o que se viu foi uma grande frustração.
 
 
"NÃO ADIANTA  MIL REAIS NO BOLSO, SE O CARÁTER NÃO VALE UM REAL"
 
 
 
 
 
 



 
 

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