BOLA CHEIA E BOLA MURCHA - 22/05//2017

BOLA CHEIA
 
BOLA CHEIA para o Santos que foi á Bolivia, foi dominado quase o jogo todo pelo adversário, atuou com um jogador a menos desde os 22 minutos da primeira etapa, e mesmo assim conseguiu empatar  por 1x1 com o The Strongest e de quebra voltar para casa classificado para a proxima fase da Libertadores da América. Jogo complicado, mal arbitrado na primeira etapa, muita catimba e com os santistas "entrando"  nela e se desequiibrando. Segunda etapa mais "tranquila" emocionalmente mas ainda com dominio dos bolivianos e numa das poucas escapadas o Santos conseguiu empatar e logo após os locais terem perdido uma penalidade máxima. Dario Herrera, da Argentina, foi um árbitro confuso e que deixou o jogo tenso pela falta de critério nas punições com Cartão Amarelo, aliás critério que faltou na expulsão de Bruno Henrique, mas ainda deixou de assinalar penalidade máxima cometida sobre Vladimir Hernandes ainda na primeira etapa. Melhorou na segunda etapa, marcou bem penalidade máxima para o The Strongest e que foi desperdiçada pelo time boliviano.    
 
 
BOLA CHEIA para o Palmeiras 1x0 Internacional num bom jogo de futebol e que mostrou, apesar da derrota, um Internacional em franca recuperação. Palmeiras iniciou bem a partida mas não manteve o ritmo inicial, propiciando aos gauchos crescer  gradativamente e colocar em risco a vitória esmeraldina. Pouco mudou na sequencia da partida e com Palmeiras e Internacional somente não marcando graças a uma defesa de Fernando Prass e uma de Daniel, sendo ambas de enorme dificuldade. A mudança, aí sim, se deu nos 10 minutos finais com o Colorado ameaçando fortemente o empate. Sandro Meira Ricci arbitrou, "passou batido" na não marcação de algumas faltas,  preferiu "parlamentar" ao invés de usar advertencias com cartão. Mas independentemente dos critérios teve o total respeito por parte dos jogadores, evidenciando a grande experiencia que tem para comandar uma partida.
 
 
BOLA CHEIA para Lucas Barrios que, mal aproveitado pelo Palmeiras "desandou" a fazer gols pelo Grêmio. É bom jogador e, da mesma forma que Borja, se o time não jogar para ele fazendo-o o definidor serão taxados como "cabeças de bagre", e que não são. No Grêmio todos o procuram para que defina as ações de ataque. Em tempos outros assim também eram Geraldão no Corinthians, Humberto Tozzi e Vavá no Palmeiras, Serginho Chulapa no São Paulo e Toninho Guerreiro no Santos. Todos grandes goleadores...
 
 
BOLA CHEIA para a Internacional de Limeira que, sem levar nenhum susto venceu a primeira partida pela decisão da Série A3 Paulista. Muito melhor na primeira etapa fez seu 1x0 aos 12 minutos, manteve ainda mais a posse de bola, defesa bem postada, e levou essa vantagem até o final.Na segunda etapa melhorou um pouco o Nacional mas mesmo assim de maneira insuficiente para conseguir resulado melhor. Agora o Leão limeirense joga por um simples empate para sagrar-se campeão. Uma grata surpresa a arbitragem de Rodrigo Gomes Paes Domingues, a quem vimos pela primeira vez, que apesar de ter á mão uma partida de mínimas dificuldades mostrou "que é do ramo" diferentemente de alguns novatos lançados neste ano. Nenhum problema disciplinar e unico Cartão Amarelo somente aos 38 minutos da segunda etapa, usa bem sinais e apito, é discreto e sem querer "dar show", comandou a partida sem que "se notasse" a existência do árbitro em campo. Nesta oportunidade interpretou corretamente as situações de bola na mão, inclusive uma dentro de area penal, aliás unico lance relativamente discutivel da partida. A primeira impressão deste jovem árbitro nos agradou apesar de não ser definitiva, aguardando-se uma nova oportunidade, e em jogo de maior dificuldade, para firmarmos uma posição definitiva.
 
 
BOLA CHEIA para o Santos 1x0 Coritiba, muito e mais pela participação de seu goleiro Vanderley que pelo futebol que apresentou. Dominado quase que toda partida pelo bom Coritiba, marcou seu gol em situação discutivel da arbitragem e ainda teve a felicidade de ver Alessandro (estreando no Coxa) perder uma penalidade máxima aos 45 minutos do segundo tempo. Dificil se falar  em justiça ou injustiça, mas o time paranaense merecia melhor sorte. Wagner Nascimento Magalhães foi prejudicado pela participação  de seus auxiliares em lances de impedimento, e num deles com marcação do gol santista, lance dificil, mas para nós irregular; distribuiu Cartões Amarelos com acerto mas deveria ter trocado o Amarelo dado a Jonas por um Cartão Vermelho. Penaldade máxima para o Coritiba aconteceu,e com David Brás puxando o adversário pela camisa.
 
 
BOLA CHEIA para o Corinthians que, mesmo não jogando um grande futebol, mas mesmo assim não inferior ao adversário, venceu ao Vitória na Fonte Nova em mais uma de suas "goleadas" por 1x0. Não foi um bom jogo, muita bola rolando mas de intermedária a intermediária sem grandes chances de gol para as duas equipes. Foi mais feliz o Timão que, num contra ataque na segunda etapa fez seu gol e faturou importantes três pontos na competição. Arbitragem de Péricles Bassols foi de boa qualidade, facilitada pelo comportamento disciplinar das equipes, e sem grande polêmicas de ordem técnica. Não houve penalidade máxima reclamada de Fagner, e por bola na mão, e gol do Corinthians bem anulado por impedimento, e na assinalação de Clovis Amaral da Silva.
 
 
BOLA CHEIA para o São Bernardo que estreiando na Série D do Brasileiro, foi a Novo Hamburgo e desbancou o Campeão Gaucho, vencendo por 1x0. Parabéns ao Bernô... Outro que se deu bem na rodada inicial foi o XV de Piracicaba pois, voltando a disputar uma competição nacional depois de 14 anos, venceu ao São Paulo do Rio Grande do Sul, por 1x0. Que siga assim o "Nho Quim".
 
 
"PODEMOS FINGIR UM AMOR, UMA EMOÇÃO, MAS NINGUÉM FINGE HONESTIDADE..."
 
 
 
 
bola murcha
 
bola murcha para Felipe Melo que parece querer sempre ser o "proprietario" do jogo, querendo sempre questionar adversários, dar lições de moral, achar que é intocavel, etc. etc. Como jogador é muito bom, honra a camisa lutando o tempo todo, mas ainda vai acabar prejudicando seu clube como um dia prejudicou a Seleção Brasileira em Copa do Mundo. No Palmeiras x Internacional teve mais uma vez esse comportamento contra os adversários.
 
 
bola murcha para aqueles que nos questionaram quando aqui escrevemos que Rogério Ceni, no São Paulo x Corinthians, e durante o intervalo "rodou a baiana" com Rodrigo Caio e seus companheiros, e aos berros criticou seus jogadores. Semana passada a verdade veio á tona, e nossas informações estavam corretas quando, no dia seguinte a vocês informamos. Só não sabiamos que uma prancheta teria atingido a Cícero durante seu chillique. Pior ainda foi o fato de que Rogerio Ceni falou sobre o ocorrido na semana passada,e o que relatou é totalmente diferente das entrevistas de Jucilei e Cicero.
 
 
bola murcha para aquela que se diz mudada, livre de corrupções, sem mais ter "esquemas" de arbitragem, mas que apesar da fala de seus novos dirigentes continua a mesma entidade desmoralizada de sempre. As punições relativas ao jogo Penarol x Palmeiras foram absolutamente ridiculas, sem nexo pois puniram somente um lado, e o lado que se protegeu para não ser massacrado. Jogadores com suspensões menores que Felipe Melo, e eles que foram os causadores, além da equipe com punição inferior á aplicada ao Palmeiras demonstraram, mais uma vez, a vergonha que é a CONMEBOL.
 
 
bola murcha para o locutor do Estádio Nicolau Alayon (Nacional A.C.) que no intervalo da partida, e pelo sistema de som, incitou aos torcedores contra a equipe de arbitragem destacando uma não marcação de penalidade máxima. Pior ainda fez o Sr. Cesar Soler, patrocinador da partida invadiu o vestiário da arbitragem proferindo inumeras ofensas, além de com um tapa no braço do Avaliador Celso Barbosa de Oliveira fazer com que seu celular gosse ao chão danificando-o. Aliás, mudam os "artistas" mas entra ano e sai ano, dirigentes desta equipe provocam e promovem agressões á arbitragem, e para variar não acontecem as punições necessárias. A equipe de arbitragem registrou Boletim de Ocorrência na Delegacia da Lapa.
 
 
bola murcha para o Palmeiras que com um time alternativo não teve nem forças, nem futebol, para derrotar a Chapecoense em seus dominios. Futebol de baixa qualidade na etapa inicial, melhorado um pouco na etapa final mas sem que se possa dizer que foi jogo bom. 1x0 acabou sendo merecido aos locais, equipe dificil de ser  batida em seus dominios e que muito trabalho dará a todos quando mandante. Bom trabalho de André Luis Freitas Castro, pequenos erros, alguns arremessos laterais cobrados irregularmente, e nenhuma polêmica quer sejam de ordem técnica ou disciplinar.
 
 
" NÃO SEI POR QUE, MAS APRENDI A SENTIR DÓ           E ÓDIO DE PESSOAS DESONESTAS"

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