DECISÕES DA ARBITRAGEM (10)

DECISÕES DA ARBITRAGEM (10)
 
ATLETICO PR X VITÓRIA: Lance de área penal e infração cometida pelo defensor no atacante do Vitória Nerilton. Correta a definição da CBF definindo como decisão equivocada da arbitragem, e pela não marcação da penalidade máxima. Concordamos com tal posição e observando que Nerilton na rodada anterior também sofreu penalidade maxima não marcada, contra o Santos, e cometida por David Bras. Errou o árbitro Rodrigo Batista Raposo.
 
GRÊMIO X CORINTHIANS: Lance na área do Grêmio entre o defensor Cortez e o atacante Fagner onde, como atacante, Fagner vai ao chão após se enroscar com Cortez. Novamente correta a definição da CBF que entendeu a jogada como  normal e decisão acertada da arbitragem, e ainda acrescentamos que Fagner é quem toca com seu pé na perna de Cortez provocando a queda dos dois ao chão. Assim, também entendemos que nada houve e acertou Wilton Pereira Sampaio.
 
CHAPECOENSE X ATLÉTICO MG: Definiu a CBF como decisão equivocada da arbitragem, e com ela concordamos, pois o zagueiro do Atlético quando do cruzamento sobre sua área, abandona a disputa pela bola e com seu corpo e suas mãos derruba o atacante adversário, cometendo clarissima penalidade máxima não marcada. Errou amadoristicamente o árbitro João Batista de Arruda.
 
SANTOS X SPORT: Um momento raro em partidas de futebol e que serve didaticamente para se explicar e validar as ações desta jogada e sem existir infração. Definiu a CBF como decisão didatica da arbitragem e foi perfeita nesta definição. Bola cruzada para a área santista, atacante em "posição normal"  á frente do goleiro porém sem que a bola vá em sua direção. Tocada para traz, e quando é tocada pelo companheiro o atacante tem "posição normal" e com zagueiro e goleiro "validando" este momento. Após tocada para traz a bola é "jogada" por outro defensor na direção de sua meta, e aí sim "pega" o atacante (Oswaldo) sozinho á frente do goleiro e marcando o gol na sequência. Dois detalhes: 1) Quando do cruzamento, a validade do lance na sequência se dá pelo fato de que Oswaldo tinha neste exato momento posição normal, pois se não tivesse, toda sequência que se seguiu seria irregular. 2) entendeu-se que a bola foi "efetivamente jogada" para traz pelo zagueiro, sendo "passada" a Oswaldo que faz o gol. Se o entendimento fosse de que a bola "desviou" no zagueiro indo a Oswaldo o impedimento punível existiria e o gol anulado. Perfeita interpretação do árbitro Rafael Traci e do assistente Ivan Carlos Bohn.
 
SANTOS X SPORT: Participação absurda do Assistente neste lance onde Lucas Lima, "absurdamente impedido" corre para a bola e somente não consegue seu domínio pela saída do goleiro Magrão fora de sua área penal. Decisão pior que "amadoristica" e inexplicavel de alguém que está no nivel A da arbitragem. Definiu a CBF, como não poderia deixar de ser, como decisão equivocada da arbitragem e que para nós é muito mais que isso: é decisão absurda e não somente do Assistente Ivan Carlos Bohn, pois a jogada e posicionamentos eram tão claros que ele, ou ate mesmo o árbitro deveria ter interferido e marcado. Árbitro: Rafael Traci e, curiosamente, o Assistente foi o mesmo do acerto perfeito no gol do Sport: Ivan Carlos Bohn
 
VASCO X ATLÉTICO GO: Zagueiro do Atlético, na entrada de sua área, disputa uma bola com o atacante e dá um pisão no peito do seu pé. O Árbitro Dyorgenes Padovani Andrade marca corretamente a infração, porém não aplica Cartão Amarelo ao defensor. Não entendemos, pois a CBF definiu como "decisão didática da arbitragem", mas conclue logo após como DECISÃO REGULAMENTEAR para o lance: TIRO LIVRE DIRETO E CARTÃO AMARELO. Se assim definiu não houve decisão didática da arbitragem e sim um erro na não aplicação do Cartão Amarelo. Entendemos que o Cartão Amarelo deveria ser aplicado e que não houve uma "decisão didática da arbitragem", e sim decisão equivocada da arbitragem. (e da CBF)
 
BAHIA X FLAMENGO: Disputa de bola pelo alto entre zagueiro e atacante, quando o zagueiro na sequência deixa sua perna, atingindo  ao atacante. Este de imediato ameaça reagir desferindo um tapa, mas refuga e não concretiza a agressão. Define a CBF como decisão didatica da arbitragem, concordamos com o árbitro Igor Junio Benevenuto que aplicou Cartão Amarelo aos dois jogadores e na sequencia Cartão Vermelho ao defensor que já estava "amarelado". Porém entendemos como decisão acertada da arbitragem, mas não tão didática assim.
 
 
Gustavo Caetano Rogério
Junho 2017

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