BOLA CHEIA E BOLA MURCHA - 10/07/2017

BOLA CHEIA 
 
BOLA CHEIA para o Santos que pela Libertadores da America foi ao Paraná e voltou com uma importante vitória, e que lhe dá total favoritismo para passar de fase na partida de volta na Vila Belmiro. Dominio quase total do Atlético Paranaense na primeira etapa, mas com o Santos "achando" o gol de empate ja que perdia pela contagem mínima.  Tudo mudou na etapa final com o Santos tomando as rédeas da partida, e com a felicidade de marcar o segundo gol num frangaço do goleiro Weverton, e dai por diante controlar ainda mais as ações até chegar ao terceiro gol, aliás um gol espetacular de Kayke de letra. E a vitoria por 3x2 da ao peixe uma condição de empates, ou ainda de derrota por um gol para passar ás quartas de final. Boa arbitragem do chileno Roberto Tobar com pequenos erros mas nada que interferisse no resultado final. 
 
BOLA CHEIA para o Corinthians 2x0 Ponte Preta com o Timão mais uma vez dando alegrias ao seu torcedor. Partida de primeiro tempo dificil, complicado demais para o lider, e com a Ponte Preta jogando bom futebol e chegando a dividir a posse de bola com o adversário. Mas quando a fase é boa tudo acontece a favor, e aos "46" minutos surge o gol corinthiano. Mudou bastante o "retrato" da segunda etapa e o momento que vive, novamente, se fez presente com o 2x0 surgindo no primeiro minuto, e a partir dai mesmo jogando bem a Ponte Preta já não foi a mesma equipe que assustava o Timão na primeira metade. Teve ainda a oportunidade de "voltar ao jogo", mas acabou perdendo penalidade maxima defendida por Cássio aos 25 minutos. Mais uma vitória "de equipe" com todos se doando, e contando com o fato, meritório, de que tudo está dando certo e na hora certa. Ricxardo Marques Ribeiro mais uma vez foi "vedete" da partida que arbitrou sem critérios na primeira etapa, e nas questões de marcações ou não marcações de infrações, punições ou não punições através de cartões amarelos. Mas seu "gran finale" se deu aos 19 minutos da etapa final quando marcou, e corretamente, penalidade máxima para a Ponte Preta e um pequeno "circo" se instalou com inumeros jogadores das equipes o cercando insistentemente. Meio perdido, depois de três minutos de paralização resolveu chamar seu Adicional e seu Assistente, um longo diálogo, e lá vem ele com o Cartão Amarelo á mão, "desmarcando" o dado a Balbuena e aplicando-o á Guilherme Arana. Do acontecimento da penalidade até sua cobrança, o jogo parou por seis minutos e que convenhamos foi anormal para a situação. 
 
BOLA CHEIA para o Avaí, que para muitos (até nós) seria "atropelado e goleado" pelo Grêmio em Porto Alegre. O que ninguém esperava aconteceu, e para alegria  de seus torcedores "enfiou" um sonoro 2x0 no time de Renato Gaucho. Aliás, corinthianos também agradeceram... 
 
BOLA CHEIA para o Santos 3x2 São Paulo em resultado que coloca o peixe no G4 tomando o lugar do Palmeiras. Um bom jogo na primeira etapa, melhor o Santos mas com o São Paulo também não fazendo má apresentação. O diferenciador foi o gol santista marcado no finalzinho por Copete. Na etapa complementar veio ainda melhor o Santos que através de Copete novamente abriu 3x0 no marcador e passou a cadenciar o jogo. Lutava o tricolor e sua luta o levou á marcação de dois gols, e teve ainda penalidade máxima desperdiçada por Lucas Pratto. Nos minutos finais encolheu-se o time peixeiro e o São Paulo dominou os minutos finais mas sem grandes chances de empate. Sandro Meira Ricci controlou bem a partida, na ação de Marcelo Van Gasse anulou gol do São Paulo corretamente, por impedimento, marcou bem a penalidade máxima de David Brás e interpretou bem uma bola na mão de Petrus, atacante tricolor, quando do segundo gol de sua equipe, nada marcando.
 

 
"O NÚMERO DOS QUE NOS INVEJAM CONFIRMA A NOSSA CAPACIDADE"
 
 
 
 bola murcha
 
bola murcha para todos os envolvidos, traidores e traidos, no episódio Rogerio Ceni Treinador. Um ídolo como poucos, um mito sim, talvez iludido pelo ""canto da sereia", mas bem intencionado e com enorme vontade e determinação para fazer seu São Paulo novamente vencedor, mas sem se dar conta que o meio é feito de aproveitadores, e sem se dar conta que ele mesmo precisava exercitar a função antes de assumir a equipe principal.
bola murcha para o presidente do clube que o usou, sim, o usou para ganhar uma eleição, e pouco se importando com as consequências que poderiam vir pela irresponsabilidade de se jogar um ídolo "ás feras", e o time numa situação deploravel.
bola murcha para alguns jogadores que fizeram "corpo mole" e para deixarem o clube e Rogério "na mão". (Episódio Rodrigo Caio/Jô foi determinante)
Rogério Ceni demitido nada mais foi de que uma "tragedia pré anunciada". E somente Rogério não a enxergou, com toda sua inteligencia e vivencia, quando assumiu a função. E agora ainda vem o sr. Carlos Augusto de Barros Silva e, numa entrevista, joga seu "ex mito" aos leões, depreciando-o e o fazendo total responsavel pelo fracasso. Ridículo "seu Leco"... 
 
bola murcha para o Palmeiras que depois de uma primeira etapa de muito equilibrio, controlando a partida á sua maneira, faltando porém os chutes a gol, voltou de maneira totalmente diferente na segunda etapa, parecendo mesmo que veio para empatar e se "sobrasse" uma bola, para vencer. Muito bem defensivamente e antecipando-se sempre aos atacantes, bom trabalho de meio campo, e nada de produtivo ofensivamente. Barcelona 1x0 Palmeiras mesmo assim foi um resultado. além de infeliz, injusto. Nenhuma "culpa" teve o atacante dos locais no gol marcado aos "47" minutos da etapa final num chute longo e despretensioso mas que desviou em dois defensores antes de entrar na meta. Patricio Loustau não foi um bom árbitro mas não interferiu no resultado da partida, visto que tecnicamente quase nada errou. Não foi um bom árbitro pois fez valer o argentino "milongueiro", conversando demais o jogo todo, aconselhando verbalmente aos jogadores, pedindo calma a qualquer jogada mais forte. Não teve nenhum critério para os cartões, pois quem ja tinha amarelo "ouvia conselhos" se cometesse outra infração, e um tapa na cara de Keno somente mereceu advertência e não expulsão. Sua arbitragem foi tipica de árbitros chamados "mediadores" que fazem o possível e o impossível para agradar aos dois times, o que aliás não é sua função. 
 
bola murcha, ops, a segunda em série, para o Palmeiras que acabou derrotado mais uma vez na semana e desta feita em Belo Horizonte para o Cruzeiro por 3x1. E mais uma vez foi quem mais procurou o jogo, teve a bola mais tempo sob seu domínio, mas na hora de atacar, na hora de chutar, o mesmo problema que se repete: Chuta pouco e quando chuta chuta mal. Talvez um erro da arbitragem quando o jogo estava 0x0 poderia ter determinado novos rumos, e quando penalidade maxima sobre Roger Guedes não foi marcada aos 19 mnutos da primeira etapa, mas méra suposição caso marcada e aproveitada. O Cruzeiro por sua vez foi muito mais efetivo, atacou menos, mas com a vantagem de que quando chegou marcou. Mais uma arbitragem abaixo dos níveis normais de Péricles Bassols, com o erro determinante na não marcação da penalidade máxima acima referida, poderia ter sido ajudado pelo "poste", e não foi, critérios não iguais para cartões, parando demais a partida em todas as bolas paradas, e dialogando por demais e sem mostrar domínio sobre os jogadores. Não gostamos...
 
bola murcha para o São Paulo que, nesta rodada, entrou definitivamente no Z4 e agora vai ter que muito lutar para dele sair. A caminhada é longa e difícil, e o pêso nos ombros dessa incômoda posição na tabela tira em muito a tranquilidade para vencer partidas e dela sair... 
 
"O EXITO É FÁCIL DE OBTER. O DIFÍCIL É MERECE-LO"

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