BOLA CHEIA E BOLA MURCHA - 31/07/2017

BOLA CHEIA
 
BOLA CHEIA para a FPF que está trazendo de volta aos seus estádios as faixas e bandeiras, instrumentos musicais, enfim, tudo como era antigamente no futebol paulista. Os jogos ficarão mais alegres, coloridos e festivos, mas desde que as "organizadas" não estraguem e contribuam (e podem) com o retorno.
 
BOLA CHEIA para a Ponte Preta que no Paraguai derrotou ao Sol de America pela contagem de 3x1, classificando-se para seguir na competição sulamericana. Partida tranquila para os campineiros, paraguaios não tiveram forças para conter e parar o melhor futebol dos brasileiros. Excelente arbitragem de Wilson Lamouroux, da Colombia, com duas penalidades máximas bem marcadas, Cartões Amarelos corretamente aplicados e controle total sobre os jogadores.
 
BOLA CHEIA para dois grandes jogos da Copa do Brasil e que deixaram os torcedores em constante emoção e nervos á flor da pele. Santos 4x2 Flamengo reviveu classicos de anos passados entre estas equipes, com lances espetaculares, alterações de placar, e até mesmo penaidade maxima "marcada e desmarcada", e acreditem, pelo Árbitro Reserva Flavio Rodrigues de Souza e que se achava exatamente entre as duas áreas técnicas. Já estão ficando chatas estas situações em nosso futebol (antes nunca aconteciam) e sem entrar no mérito de se certo ou errado. Levir Culpi em sua entrevista, e sem ser direto, já percebeu que algo diferente anda acontecendo e pedindo que alguém da arbitragem lhe explique "como e porque". Se Leando Vuaden estava incrivelmente mais próximo do lance que Flavio Souza, e este sem o angulo ideal, como se poderá não é mesmo? Feeud explica ou você tambem já entendeu o "como, quando e porque"?
 
BOLA CHEIA também para Cruzeiro 1x1 Palmeiras, partida de características totalmente diferentes da anteriormente comentada, com o Palmeiras pacientemente "cozinhando o galo" (ops) na primeira etapa, fazendo o tempo passar e mostrando claramente que a grande preocupação de seu Treinador era a de não tomar gol e deixar tudo para os quinze minutos finais. Poucos chutes a gol, alguma emoção, e tudo certinho até surgir o gol aos 25 minutos da etapa final. Tudo como "desenhado", tudo como "projetado", mas ai o erro palmeirense. Mudou a forma de jogar, recuou totalmente e chamou o adversário para cima de sí. Até estava dando certo.mas aos 40 minutos um erro de marcação (Mina) propiciou a marcação do gol de empate e classificação da Raposa. Se merece criticas pelo jogo na sua Arena (3x3) aqui a falta de sorte o derrotou.
 
BOLA CHEIA para o São Paulo que jogando excelente futebol e numa reação histórica após estar perdendo do Botafogo no Rio de Janeiro, por 3x1 "virou" de forma espetacular e acabou vencendo ao Fogão por 4x3, saindo inclusive do Z4 e com todos os méritos. Excelentes estréias de Hernanes e Marcos Guilherme, equipe cresceu de maneira impressionante, e tenham a certeza de que eventual rebaixamento já é coisa do passado. André Luis Freitas Castro até que foi bem  tecnicamente em lances simples, disciplinarmente controlou bem o jogo, mas pecou em dois lances capitais da partida: Deixou de marcar penalidade máxima (mão na bola) para o Botafogo, mas marcou uma totalmente inexistente sobre Wellington Nem que claramente se joga no lance, e sem ser tocado, e para variar não teve nenhuma ajuda do..."poste".  Acabou "dando sorte" neste momento pois Cueva bateu e Gatito defendeu...
 
BOLA CHEIA para o Palmeiras 2x0 Avaí onde o Verdão reafirmou a boa sequencia no Campeonato Brasileiro, vencendo a uma equipe aguerrida  que sempre vende caro suas derrotas. Primeira etapa de maior intensidade da equipe esmeraldina, gol inicial marcado logo aos 10 minutos, e dominio das ações. Na segunda etapa, e ai já com 2x0, nitido ficou que a equipe começou a se poupar e já olhando para os novos compromissos, e tendo ainda seu adversário com um jogador a menos. Quer inclusive nos parecer que esta será, talvez contando com Moisés, a base da equipe para os compromissos futuros e sem se ter mais as constantes "mexidas". Arbitragem normal e tranquila de Anderson Daronco tanto técnica como disciplinarmente, expulsou Juan por ofensas, e não teve lances polêmicos.
 
BOLA CHEIA para Corinthians 1x1 Flamengo num belo jogo de futebol e onde, pela primeira vez, o Timão sofre para garantir o empate, mas, e curiosamente também perdendo esporadicamente chances de gol. Aliás teve uma concretizada, mas absurdamente invalidada por impedimento inexistente, conclusão em gol de Jô, e com Pablo Almeida Costa cometendo um erro dificil de se imaginar numa Divisão Maior do futebol. Melhor o Corinthians na primeira etapa, controlando como de costume as ações, dando a bola ao adversário e saindo em rapidos contra ataques. Voltou bem o Flamengo na etapa final, pressionou o Corinthians, quase sofreu mais um gol de Jô, mas chegou ao empate e por pouco não venceu a partida. Em resumo jogo igual e resultado justo. Parabéns nesta oportunidade a Ricardo Marques Ribeiro que, tecnica, fisica e disciplinarmente houve-se em ótimo nível, mas infelizmente o erro absurdo de seu Assistente mudou o resultado do jogo.
 
BOLA CHEIA para o Santos que foi a Porto Alegre e voltou com um bom resultado ao empatar com o Grêmio por um gol. Não jogou boa partida, foi inteiramente dominado pelo adversário, mas este não se aproveitou da maior posse de bola para marcar gols e vencer. Pacientemente trocou passes os noventa minutos, dando a impressão que marcaria a qualquer momento, mas a estratégia não deu o resultado esperado. Braulio da Silva Machado fez arbitragem de regular para boa, sem interferir no resultado numérico. E no final tunultuado aplicou bem os Cartões Amarelos e o Vermelho para Edilson.
 
 
A SABEDORIA COMEÇA NA REFLEXÃO...
 
 
  
bola murcha
 
bola murcha para o "Super Palmeiras" que quando montado seria o inimigo a ser batido, seria o "papão" de titulos, etc. etc. etc. Este Palmeiras pelos resultados até aqui obtidos (títulos ou classificações)nos faz lembrar o Fluminense do Presidente Francisco Horta que montou um time que somente tinha craques, os maiores do país, e vivia perdendo de Olaria, Madureira Portuguesinha, entre outros e não ganhava nada...
 
bola murcha para a anulação da penalidade máxima (que não existiu) no Santos x Flamengo. Árbitro a dois metros do lance, árbitro reserva a pelo menos trinta metros, e "reserva diz que não foi" sendo atendido. Rapidamente nos vieram á mente o gol de Barrios num Internacional x Palmeiras anulado seis minuos depois e a expusão de Egídio num Chapecoense x Palmeiras quando cinco minutos depois Jailson Macedo Freitas "retira a expulsão" e manda chamar o jogador nos vestiários para voltar ao jogo. Só para lembrar: estas duas situacões  aconteceram quando se começou falar em...tecnologia no futebol.
 
bola murcha, ainda, para Leandro Pedro Vuaden que após as ocorrências vem a público  declarar que marcou a penalidade máxima, mas não teve total convicção que a mesma existiu. Ops, tem alguma coisa que não bate né?
 
bola murcha para as DECISÕES DE ARBITRAGEM que a CBF apresenta semanalmente.Imaginávamos uma coisa e hoje percebemos que nada era como deveria ser. Comentam algumas situações, deixam várias importantes de fora, cometem erros de avaliação, num verdadeiro "este sim", "este não". Face a isto não mais estaremos colocando nossas opiniões como vinha acontecendo desde o inicio destes trabalhos,e com o intuito de promover debates para cada situação apresentada e melhorar o entendimento e a interpretação de cada momento apresentado.
 
bola murcha, mas muito murcha, para Pablo Almeida da Costa o "bandeirinha" (não é Assistente) que marcou um impedimento de Jô da maneira mais absurda de tantas quantas ja se viu no futebol. Um erro desse porte não pode ser cometido por quem está num Corinthians x Flamengo, e nem mesmo num Jabaquara x Esportiva, ou seja é alguém que está na função errada. Se marcou no primeiro momento errou, se marcou no segundo momento tem de abandonar a "profissão"...
 
 
É A INVEJA A PRIMEIRA A DESCBRIR TODOS OS MÉRITOS...

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