BOLA CHEIA E BOLA MURCHA - 11/09/2017

BOLA CHEIA
 
BOLA CHEIA para o Brasil 2x0 Equador pelas Eliminatórias da Copa, e marcando a nona vitória consecutiva da "era Tite". Mas, e diferentemente de outras ocasiões não foi esta, pelo menos na primeira etapa, mais uma apresentação "de luxo' de nossa seleção. Claro que não se pode criticar pelo            que até aqui foi feito, evidente que crescemos, e muito, porém nesta ocasião até a entrada de Felipe Coutinho "a bola era pequena", e até mesmo "vaidosa" e individualista na participação de Neymar. Aí sim, após sua entrada se viu a canarinho da éra Tite, com futebol vistoso, com a busca pelo gol, com Felipe, Neymar e Gabriel Jesus mostrando um belo futebol, e sempre com a eficiência de Paulinho os apoiando. Que o futebl da atualidade de nossa seleção possa ser mantido até a Russia, e se for, estaremos na "briga" por mais um título. Arbitragem do paraguaio Mario Diaz de Vivar não nos agradou, "mais realista que o Rei" vendo faltas claras e "deixando correr", permitindo ainda na primeira etapa a pratica de cera do goleiro equatoriano, acrescendo tempo de maneira equivocada, e com certesa "passou batido" pela inexistência de lances polêmicos e bom comportamento disciplinar dos jogadores. Não gostamos...
 
BOLA CHEIA, mais uma vez, para o Brasil 1x1 Colombia numa partida que  se afigurava perigosa pelo retrospeccto mais recente e com mais brigas e confusões que futebol. Entretanto as equipes preferiram jogar futebol, não fizeram nenhuma "partida inesquecível", mas a disciplina imperou. Nossa seleção não foi a mesma de partidas anteriores, e jogou com tranquilidade buscando a vitória, que não veio, mas se satisfez com o empate final. Importante é ressaltar  a bela campanha nestas Eliminatórias e o trabalho de Tite. Jesus Valenzuela foi, para nós, um árbitro sem grande brilho, não complicou, mas "levando um escudo FIFA" deveria ter melhor comportamento. Tecnicamente nenhuma polêmica, uma ou outra falta não marcada, mas disciplinarmente, apesar do bom comportamento dos jogadores,  foi muito condescendente não aplicando alguns Cartões Amarelos que a Regra exigia.
 
BOLA CHEIA para o Palmeiras que foi ao Horto, e menos pelo futebol jogado, porém mais por todas as adversidades que se apresentaram conseguir um bom empate contra o Atlético Mineiro pela contagem mínima. Iniciou a partida muito cuidadoso, procurando somente contra atacar e  com seu adversário tendo maior posse de bola mas nenhuma qualidade definidora. Aliás falando em definição o Verdão chutou a primeira bola ao gol atleticano aos 34 minutos e conseguiu fazer 1x0. Na segunda etapa tudo "virou": primeiro com a expulsão de Luan e depois com a expulsão de William, mas mesmo assim ainda quase consegue vencer perdendo até penalidade máxima batida por Deyverson e defendida por Victor. A Bola Cheia valeu pelo resultado e não pelo futebol que apresentaram Atlético Mineiro e Palmeiras. Arbitragem absolutamente confusa de Leando Pedro Vuaden, com critérios diversos, e decisões polêmicas: Logo de inicio não marcou penalidade máxima de Luan (CAM) que dominou a bola com seu braço dentro da área penal. Marcou penalidade máxima para o CAM numa situação bastante duvidosa, onde o atacante "tocou" ou "foi tocado" no lance (?); não puniu Fabio Santos que agrediu a Deyverson (caido) com dois chutes (bicos) em seu braço; Marcou corretamente penalidade máxima, e com expulsão de Luan (SEP); marcou bem nova penalidade máxima para o Palmeiras (toque de braço de Leonardo Silva), ia "inventando" outra em lance que envolveu Fred, mas parece que o Adicional lhe salvou e inverteu a cobrança. Expulsou corretamente Wlliam que agrediu a Valdivia com um pontapé nas partes baixas, mas não teve "peito" para expulsar Valdivia que foi o primeiro a agredir com uma solada na coxa do palmeirense, e para completar não puniu com Cartão Amarelo a Dudu que abusou na pratica de "cera". Em resumo uma arbitragem de critérios indefinidos, de um árbitro que já não tem mais a mesma condição de quando surgiu e nesta ocasião prejudicou o jogo e o Palmeiras. Pior ainda foi sua prepotência, seu descaso, sua má vontade demonstrada em gestos e expressões faciais...
 
BOLA CHEIA para Marcelo de Lima Henrique na arbitragem de São Paulo 2x2 Ponte Preta. Detalhe: é mais um que se fosse de São Paulo estaria rotulado como "velho" e inscrição não mais aceita. É mais uma atividade em que, pelo menos para os dirigentes paulistas, a experiência nada vale...
 
BOLA CHEIA para o Santos 2x0 Corinthians em excelente jogo de futebol, arbitrado de forma perfeita, e com os dois goleiros fazendo alguns milagres debaixo dos tres paus. Iniciou o Santos a todo vapor, empurrando o Corinthians para seu campo e somente não marcando, mais de uma vez, graças ao momento espetacular do goleiro Cassio. Mas também o Corinthians teve seus bons momentos nesta etapa e, para variar, também "parou" em Vanderlei. Se o primeiro tempo tinha sido bom, o segundo foi ainda melhor, e o Santos finalmente com Lucas Lima "jogando bola" esteve melhor, mais equilibrado, e acabou por impingir a terceira derrota (em quatro jogos do returmo) ao lider da competição. E quando o jogo é bom, sendo bem arbitrado é muito melhor. Raphael Claus, Alex Ang Ribeiro e Tatiane Sacilotti Camargo foram impecaveis nos noventa minutos. No lance mais importante Tatiane marcou impedimento, anulando gol de Ricardo Oliveira e da maneira mais atual e perfeita, sem afobação ou precipitação. Foi, para nós a melhor arbitragem, como equipe, até aqui do Brasileirão. Que bom se a arbitragem sempre assim se comportasse...
 
 
"EU NUNCA FUI PERFEITO, MAS SEMPRE FUI VERDADEIRO..."
 
 
 
bola murcha
 
bola murcha para o Mogi Miim, rebaixado pela quarta vez em dois anos, e que acaba de cair da Série C para a Série D do Brasileiro. Semana passada os muros do estádio apareceram pichados, e o alvo maior da revolta dos torcedores é o ex presidente Rivaldo. Dizem por lá que Rivaldo passou dois CTs. para seu nome e que passou para sua conta pessoal o dinheiro de uma negociação com o Usbequistão...
 
bola murcha para a reintegração de Felipe Melo no Palmeiras, naquilo que nos parece uma afronta á história e tradições do clube. O cara é mesmo um "boca dura", deu uma entrevista usando termos e expressões inadequados para a situação, mostrando até mesmo desprezo por Cuca. É lamentável, e tenham certesa de que ainda vai piorar muito mais. Impossível pelo que se passou que os dois possam continuar a trabalhar  juntos, e se assim o fizerem estaremos também, sobre Cuca, mudando nossos conceitos...
 
bola murcha para o São Paulo 2x2 Ponte Preta com o Tricolor aumentando a cada rodada as chances de descenso. Mesmo não jogando grande futebol chegou a fazer 2x0 no marcador, e parecia que a fatura já estava liquidada, mas quando a fase não ajuda tudo acontece como já escrevemos aqui em ocasiões outras. Melhorou a Ponte Preta na etapa final, mas nada que chegasse a assustar fortemente a vitória parcial Tricolor, quando um lance mudou a partida. Penalidade máxima marcada, corretamente, para a Ponte Preta e Jucilei que a cometeu, sendo expulso. Dai para frente se viu outro jogo, a Ponte Preta apertando seu adversário, o São Paulo parecendo assustado e sem acreditar que a "virada" ja estava acontecendo e eis que, vem o gol de empate e o desespero total. Nada mais conseguiu de pratico, corrrendo ainda o risco de ter levado o terceiro gol e aumentado o novo vexame para um Morumbi novamente lotado. Muito bom trabalho de Marcelo de Lima Henrique, pequenos erros de menor importância, e penalidade máxima bem marcada para a Ponte Preta. Um bom trabalho da arbitragem.
 
bola murcha para Anderson Daronco que "se fez de migué" e nãomarcou penalidade máxima, clarissima, sobre Rildo do Coritiba e no Atletiba. Eram 37 do segundo tempo, o Atlético perdia por 1x0, a penalidade máxima não deixou nenhuma dúvida mas o gaucho não marcou. Na sequência do lance o Atlético vai ao ataque e S.Sa. marca penalidade máxima( existiu) contra o Coxa. Ou seja, interferiu diretamente no resultado da partida.
 
 
HUMILDADE NÃO TE FAZ MELHOR QUE NINGUÉM, MAS TE FAZ DIFERENTE DE MUITOS...

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