BOLA MURCHA 16/10

bola murcha para o São Paulo que depois de melhorar um pouco sua posição na tabela voltou a "engasgar" e foi novamente derrotado, desta feita pelo Atlético Mineiro pela contagem mínima. Jogou mal novamente, seu principal jogador, Hernanes,  não estava em dia inspirado e se não fosse (novamente) Sidão a "paulada" seria maior. Observe-se porém         que o gol do galo foi marcado de penalidade máxima, aliás  penalidade máxima infantilmente cometida por um jogador profissional. Bruno Alves a cometeu.  Continua assim a sombra do "fantasma" do rebaixamento rondando o Morumbí.
 
bola murcha para Ponte Preta 1x1 Santos num resultado que acabou sendo muito ruim para as duas equipes, uma "brigando ainda lá em cima" e a outra "tentando fugir lá de baixo", No campo o resultado se afigurou como justo pela igualdade no comportamento das duas equipes que, até em oportunidades perdidas, com Lucca e Buno Henrique estiveram iguais. Raphael Claus comandou com segurança a partida, entendemos ter agido corretamente no gol da Ponte Preta, para nós, bola na mão e não mão na bola e inexistência de penalidade máxima reclamada sobre Ricardo Oliveira. Disciplinarmente expulsou com correção á Fernando Bob, da Ponte Preta.
 
bola murcha para o ridículo Palmeiras 2x2 Bahia em mais uma mostra de como é deficiente o futebol brasileiro, exceto seleção, nos seus campeonatos domésticos. Um futebol pobre, sem técnica, correria desenfreada e sem concatenação nenhuma entre suas peças. Palmeiras ainda sonhando com algo maior e Bahia já no desespero total para fuga do rebaixamento, e o que se viu foi Fernando Prass salvando sua equipe de uma derrota que seria vergonhosa. Se o empate ja o foi, a derrota certamente provocaria reações spnre uma equipe que se dizia "a tudo ganharia". E os baianos contentes com o ponto ganho, mas também deveriam estar entristecidos pois o que mereceram na partida foi a vitória e os tres pontos. Rafael Traci foi um árbitro mediano, de muitas falhas, mas que não comprometeu em lamces capitais. Marcou corretamente a penalidade máxima cometida por Roger Guedes, não teve grandes problemas com indisciplinas. Deixou porém, e isto não pode acontecer com árbitros de Primeira Divisão, que um arremesso lateral cobrado por Moisés fosse "marcado" pelo adversário á sua frente e saltitando para atrapalhar. A regra a isto não permite e o defensor deve postar-se á 2 metros do arremessador. Mais uma para se perguntar: desconhecimento ou, comodismo sem cobrança?
 
bola murcha para Cuca em seu péssimo retorno ao Palmeiras, e após a partida acima comentada foi o mesmo dispensado " em comum acordo" da direção técnica do Verdão. Não gostamos de trocas de Treinadores, mas esta saida de Cuca era absolutamente necessária.
 
bola murcha para o Corinthians que, confirmando seu segundo turno muito ruim foi á Boa Terra e foi derrotado pelo Bahia por 2x0, sendo inferior ao seu adversário nos noventa minutos, e jogando uma de suas piores partidas no Brasilirão. Primeira etapa de domínio quase total dos locais, e segunda com minima melhora corinthiana mas insuficiente para obter resultado melhor. O Bahia por dua vez deixa os utimos postos e, aqui tambem, mostrando as deficiencias das equipes na competição. passa da zona de rebaixamento para a décima posição. Ricardo Marques Ribeiro teve partida de facil condução, uma ou outra falta não marcada, preferiu advertir verbalmente a punir com cartões. Não se comprometeu mas, na primeira etapa, estava meio "atacado" nos gestos excessivos. Anulou bem a gol do Bahia, por impedimento e na indicação de Sidmar Meurer.
 
 
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