Entrevistado do mês

Nos fale onde nasceu , data do nascimento, estado civil, nome dos pais, esposa e filhos se tiver.  
R: Nasci em Caieiras, no dia 09/05/1988, sou divorciado, filho de Maurílio Luiz e Irene de Oliveira Luiz.
 
Qual a sua profissão ?
R: Sou Cartorário
 
Quando começou a atuar? Onde surgiu a ideia de se tornar um árbitro.... Teve apoio da família ?
R: Comecei a atuar em 2016. Eu adoro o futebol, certo dia um amigo perguntou se eu não tinha interesse em ser Árbitro, fui pesquisar sobre essa idéia, gostei e fui procurar uma empresa no ramo dá arbitragem, até que encontrei a AAGSP. Na época eu era casado, minha esposa e familiares apoiaram minha idéia.  
 
Onde foi seu primeiro curso e em que ano? Lembra-se de alguns companheiros que fez o curso com você?
R: Meu primeiro curso foi na AAGSP, em 2016 cursei com grandes árbitros, Geovani, Guilherme Nunes, senhor Fausto, James entre outros que não me recordo agora, os quais tem orgulho de trabalhar.
 
Nunca pensou em ser um árbitro federado ?
R: Já pensei, só que devido estar um pouco avançado com minha idade, preferi não fazer.
 
Se lembra da sua primeira escala e quem eram seus companheiros  ? Teve apoio deles ? Foi bem recebido ?
R: Minha primeira escala foi em 16/04/2016, com Amadeu, Sérgio e outro Árbitro que não me lembro, foi pelo Jogos da Cidade, no Campo do Bento Bicudo, fui muito bem recebido e pude aprender muito com eles.
 
Qual seu maior desafio na vida profissional e pessoal?
R: Meu desafio é sempre tentar fazer o melhor, sempre aprendendo e tentando ajudar a todos de alguma forma.
 
Qual o fato mais engraçado que já aconteceu em campo e o mais triste  ?
R: O mais engraçado foi em Sumaré, estava na Bandeira, a bola saiu para fora do campo, uma torcedora foi buscar a bola para retomar a partida, quando de repente ela tomou um baita escorregão. O mais triste foi recentemente em Vargem grande Paulista, quando um companheiro de arbitragem foi agredido em campo.
 
Qual o jogo mais importante que trabalhou ate agora ?  Fez finais ?
R: O mais importante foi esse ano, final da tacinha, no Estádio do Pacaembu, foi algo que não tem explicação, é uma sensação única.
 
No seu ponto de vista quais as maiores dificuldades na carreira de um árbitro?
R: Sempre tentar fazer o melhor possível e talvez nem sempre ser reconhecido.
 
O que a arbitragem trouxe de melhor a sua vida?
R: Me trouxe grandes amigos e também pude conhecer lugares diferentes.
 
Em qual porcentagem a arbitragem ajuda na sua renda ?
 R: Ela contribui com 35%.
 
Você aconselharia um amigo a ser arbitro de futebol ?
R: Sim, pois se ele gosta de futebol, também poderá gostar da arbitragem, pois é algo fantástico.
 
Nos conte um pouco sobre você fora do campo..
R: Trabalho no Cartório de Registro de imóveis, faço academia e também faço faculdade de direito.
 
Deixe aqui algo a ser registrado e que gostaria de postar.
R: Ser árbitro é ir além das 4 linhas, dos 22 jogadores, é algo que vem de dentro do nosso peito, que contagia a nossa alma.
 
Agora finalize nosso papo da maneira que melhor lhe convier e até mesmo por algo que gostaria de dizer.
R: Primeiramente gostaria de agradecer a Deus, por tudo que vem acontecendo na minha vida, a minha família e a família AAGSP, por ter me recebido tão bem, por acreditar no meu trabalho, pelas oportunidades e a todos os amigos que fiz, que sem eles não estaria onde estou agora, obrigado a todos por tudo!
 
 

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