Entrevistado do Mês - Daniel Sottile

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R: Nasci Em São Paulo Capital Em 24/08/1978, Casado A  16 Anos, Esposa - Fabiana Mansão Dos Santos
Filhos - Rafaela Dos Santos Sottile (7 Anos ) E Vitor Dos Santos Sottile ( 16 Anos )
Pais Madalena Carfora Sottile E Eduardo Sottile.

Quando começou a atuar?


R: Comecei a atuar por volta de 2003 fazendo amadores na cidade e em 2005 me federei em society e na federação de campo sou formado na turma de 2007.

Onde surgiu a ideia de se tornar um árbitro?


R: Surgiu por volta de 1997 quando meu tio me entregou um recorte de jornal com inscrições para federação paulista de futebol, mas ai apareceu exército, faculdade, ficando o curso em segundo plano, sendo retomado somente em 2007.

Onde foi seu primeiro curso e em que ano? Lembra-se de alguns companheiros que fez o curso com você?


R: 2005 (SOCIETY)  2007 (CAMPO) - Neste a alguns colegas como Danilo Da Silva, Clayton Dutra, José Cláudio Ribeiro Da Silva.

De que forma sua família vê este seu trabalho?


R: Eles me apoiam integralmente nessa jornada, comemorando a cada escala e sempre acompanhando e claro chateados quando se esta fora de rodadas, mas sempre incentivando.

Tornou-se federado em que ano? Onde espera chegar? Lembra-se da sua primeira escala e quem eram seus companheiros?


R: Tornei-me federado de 2007/2008, esperando chegar sempre no nível mais alto, nas séries mais elevadas do futebol paulista ou nacional, mas devido a idade tardia no ingresso de formação, a etapa nacional ficou para trás. Então focando toda a atenção para o setor estadual, galgando sempre níveis maiores.
Minha primeira escala se não estou enganado foi na cidade de araçatuba nas categorias de base 15/17, começando como árbitro assistente nestas partidas e mais a frente optando pela função de árbitro central que sigo atualmente.. Infelizmente não me vem no momento quais foram os meus companheiros nesta partida. 

O que difere um árbitro federado de um árbitro amador?


R: A sua formação, os treinamentos exigidos para a continuação de sua função, a sua maior responsabilidade no trabalho efetuado e o comprometimento com a entidade responsável, pois a regra é única para todos.

As exigências nos testes físicos na atualidade ajudam no desempenho do árbitro?


R: Ajudam sim, somos exigidos diariamente, mas temos que saber mesmo, que o desempenho se da pela dedicação no dia a dia, com treinamentos específicos, controle na alimentação e estar com a saúde em condições perfeitas para a prática.

Qual seu maior desafio na vida profissional e pessoal? 


R: Na profissional, é claro, o reconhecimento pelo seu trabalho e a manutenção em alto nível.
Na pessoal, ter saúde suficiente para poder seguir nessa empreitada diária e cuidar sempre em primeiro lugar da família.

Alguma partida que queira esquecer?


R: Não, mesmo tendo aquelas com alguns probleminhas normais de jogo, mas todas tendo a sua importância de momento.

Qual o fato mais engraçado que já aconteceu em campo e o mais triste?


R: O fato mais engraçado e que até hoje as pessoas me lembram de foi o caso do maqueiro em um jogo da copa São Paulo entre Internacional - rs x confiança que ao ir retirar um atleta de campo, ergueu a maca e a cabeça deste jogador ficou entre suas pernas, batendo na sua nádega.
A parte triste, sempre, é a falta de respeito e educação com os profissionais da arbitragem envolvidos.

Qual o jogo mais importante que trabalhou até agora? Fez finais?


R: Sempre digo que a partida mais importante é a última que você trabalhou, mas claro, as partidas em que estive envolvido da série a1 do paulista, mesmo que na função de quarto árbitro, acabam tendo uma atenção especial no currículo.
Fiz um primeiro jogo de finais na categoria de base sub-11 entre PORTUGUESA X SANTOS.

Para você quem é o melhor árbitro brasileiro da atualidade?


R: Não diria melhor, mas com destaques na atualidade posso citar de 2 a 3 nomes
- Sandro Meira Ricci, pela carreira internacional e indicação a mais uma copa do mundo.
- Raphael Claus, pela regularidade do seu trabalho e,
- Marcelo Aparecido Ribeiro De Souza, por toda dedicação, destaque e comprometimento profissional exemplar.

No seu ponto de vista quais as maiores dificuldades na carreira de um árbitro? 


R: Ter uma sequência para mostrar seu trabalho, tempo para se dedicar melhor a função. E a falta de profissionalismo ao ser humano. 

O que a arbitragem trouxe de melhor a sua vida?


R: As amizades conquistadas e o conhecimento deste brasil afora.

Em qual porcentagem a arbitragem ajuda na sua renda?


R: Em Porcentagem Não Saberia Te Dizer, Mas Auxilia Em Raros Ou Diversos Momentos Numa Tranquilidade Financeira.

Você aconselharia um amigo a ser árbitro de futebol?


R: Se realmente ele sentisse prazer e dedicação no que fosse realizar, claro que sim.

Conte-nos um pouco sobre você fora de campo. Prato preferido... Hobby... Filme... Uma mania... Um time de futebol? Deixe aqui algo a ser registrado e que gostaria de postar.


R: Bem, fora das 4 linhas, gosto muito de passear com a família, dormir, kkkk e claro, treinar para manter o bem estar
Meu prato preferido como um bom italiano de sangue é uma bela lasanha, meu hobby como de muitos outros, jogar o tradicional futebolzinho para relaxar. Filme não tenho nenhum em específico. Se possa falar que ser detalhista é uma mania, então eu tenho. 
Só queria agradecer às amizades conquistadas e parabenizar a  todos profissionais ou amadores deste meio tão árduo  em que estamos envolvidos.


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