BOLA CHEIA - 21/05/2018

BOLA CHEIA
 
BOLA CHEIA ou... bola murcha?  Um árbitro foi preso na Sérvia por marcar uma penalidade maxima inexistente no jogo entre Spartak e Radnichi. De acordo com a policia ele "cometeu ato criminoso usando de sua posição oficial". Já imaginaram essa moda "pegando" no Brasil?
 
Com Fernando Prass "salvando a lavoura" e Borja (ufaa) relembrando "velhos tempos", ao vencer o Junior Barranquilla por 3x1 no Allianz, conseguiu o Palmeiras fechar a fase classificatória da Libertadores com a melhor campanha e que lhe dá vantagens até onde ele for na competição. Um primeiro tempo "desarrumado" e cheio de erros deixavam o torcedor imaginando que iria sofrer novamente. Mas não, pois veio o segundo tempo e a equipe começou a jogar, dava tudo certo e a vitória veio tranquila. Fernando Prass espetacular e Borja inspirado decidiram com suas defesas e gols, "com agradecimentos do Boca Juniors".  Enrique Caceres marcou penalidade maxima duvidosa contra o Verdão, (Prass defendeu) além de na origem do lance existir impedimento não observado por Juan Zorrila quem, aliás, "se fez de morto" no gol do Junior em completo impedimento.
 
E na Venezuela o Corinthians conseguiu a maior vitoria (numero de gols) de um clube brasileiro em toda historia da Libertadores. Corinthians 7 x 2 Deportivo Lara foi um "passeio" alvi negro e de quebra garantiu sua classificação para seguir na competição. Os locais que haviam vencido em casa a Independiente e Milionarios, mas jogando fechadinhos e em contra ataques, resolveram "acreditar em Papai Noel" atacando ao timão e levando "uma sacolada" nos contra ataques. Bela vitoria alvi negra que lutará agora pelo primeiro lugar do grupo na ultima rodada. Destaque-se aqui o mau comportamento dos torcedores venezuelanos (parte) atirando objetos a campo e paralizando a partida. Bom trabalho de Andrés Cunha, do Uruguai, que teve arbitragem sem maiores problemas.
 
BOLA CHEIA para o Palmeiras 3x0 Bahia numa partida de total tranquilidade para o Verdão que em momento algum correu riscos pela fragilidade do adversário. Curiosamente o Bahia teve mais a bola nos pés na primeira etapa, fez bem menos faltas que o Palmeiras e finalizou mais que o alviverde, porém desta feita o time de Roger Machado foi absolutamente objetivo na primeira etapa, fez tres gols e matou a partida. Na etapa final mais administrou que se aplicou e mesmo assim perdeu varias oportunidades para marcar. Na arbitragem apesar de em nada interferir.não gostamos do trabalho de Rafael Traci, arbitro que se mostrou de nivel mediano, sem critérios definidos nas questões técnicas, movimenta-se invariavelmente de forma equivocada, "aparece" sempre na linha da bola,  não mostra condições de crescer e estar entre os melhores árbitros da competição. Seus assistentes Ivan Carlos Bohn e especialmente Rafael Trombeta também andaram complicando na marcação de impedimentos inexistentes.
 
Depois de uma sequencia de empates, e jogando no Morumbi conseguiu enfim o São Paulo achar o caminho da vitória vencendo ao Santos pela contagem mínima. Primeira etapa com o São Paulo bem superior e seu adversário muito preocupado em se defender e tentar "achar uma bola" para marcar. Não conseguiu, levou o gol e ai sim "acordou" começando a pressionar o tricolor, perdeu pelo menos dois gols feitos e acabou tendo que amargar mais uma derrota. Entendemos Jair Ventura um jovem promissor, mas suas preocupações defensivas acabam sendo exageradas e algo necessita mudar em seus critérios. Braulio da Silva Machado não comprometeu mas foi um árbitro de muitos altos e baixos na partida. Critérios diferentes para marcar faltas iguais foram sua marca tecnicamente, houve-se bem disciplinarmente e em uma partida com apenas quatro faltas na primeira etapa e que terminou com sete Cartões Amarelos e um Vermelho ao seu final. O Cartão Vermelho para Anderson Martins para nós indiscutível.
 
 
"ÁS VEZES APENAS NOS RESTA DEIXAR QUE O TEMPO TOME CONTA E RESOLVA"

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