BOLA CHEIA - 10/09/2018

BOLA CHEIA
 
BOLA CHEIA para o Palmeiras que pegou uma "carne de pescoço" mas mesmo assim conseguiu sua oitava partida sem perder, após Felipão, e definitivamente encostou nos lideres. Primeiro tempo de muitas dificuldades, Atlético Paranaense jogando melhor futebol e tendo mais tempo a bola nos pés mas sem conseguir finalizações. Voltou melhor o Palmeiras na etapa final, "parou" o impeto adversário e acabou por conseguir seus gols. Palmeiras 2x0 Atlético Paranaense colocaram o Verdão na luta pelo título. O clássico de domingo poderá confirmar tal situação. Marcelo de Lima Henrique mostrou, novamente, ser um árbitro em declínio na carreira. Não interferiu mas percebe-se claramente sua queda no desempenho fisico e por consequência na qualidade de seu trabalho. Com a ajuda de seu AA Phillip Benett (este não foi poste) marcou penalidade máxima sobre William, estando mal posicionado e quase no circulo central.
 
BOLA CHEIA para Atlético Mineiro e São Paulo que jogaram uma excelente partida de futebol, com tempos distintos, muita polêmica, e perda de liderança tricolor. Atlético 1 x 0 São Paulo, com gol contra de Regis, foi mantido ás duras penas na segunda etapa com o tricolor "empurrando" o galo para para defesa e exigindo do goleiro Vitor algumas defesas determinantes. Porém a polêmica se fez presente, com a direção tricolor jogando a derrota nas costas de Anderson Daronco. Este, na nossa opinião teve sim erros importantes mas, curiosamente, não o mais fortemente reclamado. No futebol brasileiro a maioria dos árbitros marcaria a penalidade máxima reclamada e por este angulo procedem as reclamações, mas na nossa opinião o que aconteceu foi "bola na mão", inexistiu a intenção, além dos desvios no corpo de dois jogadores antes, que definiram a ação não deliberada. E quem reclamou deste lance poderia ter a outro reclamado e sem deixar nenhum tipo de duvida interpretativa: Fabio Santos faz penal em Rojas e este sim erro marcante. Outro erro foi a permanencia de Emerson (CAM) jogando até o final pois já "amarelado" voltou a cometer falta clara para Cartão Amarelo e Daronco "se fez de Migué"...
 
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FIQUE COM DEUS, MILTON CAETANO...
 
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BOLA CHEIA para o São Paulo que mesmo não jogando como nos jogos anteriores, enfrentando uma equipe briosa e ousada, venceu mais uma e voltou a dormir na liderança. Partida dificil, Bahia bem montado, pressionando o tricolor em varias situações. Prevaleceu porém o "peso" do São Paulo que num lance de oportunismo fez seu gol com Diego Souza e venceu ao tricolor da boa terra pela contagem mínima. André Luis Freitas Castro não teve erros determinantes, procurou privilegiar as vantagens obtidas mas ás vezes demorava-se para confirmá-la, provocando reclamações. Na assinalação de seu Assistente, Fabricio Vilarinho da Silva anulou gol do Bahia corretamente, por impedimento.
 
BOLA CHEIA para o Palmeiras que segue seu momento vitorioso e desta feita vencendo ao Corinthians pela contagem minima. Partida excessivamente tatica na primeira etapa, aquele jogo que não agrada ao torcedor, sem chutes a gol, uma equipe atacando e outra somente defendendo. Ja na segunda etapa mudaram as coisas para o Verdão, melhorou bastante, passou a pressionar fortemente e o gol seria questão de tempo. Fez seu gol com Deyverson e acabou perdendo outros, como a bola de Dudu no travessão.  Repetimos que não foi um bom jogo, muita luta e disposição mas pouquissima técnica. Jean Pierre Gonçalves iniciou a partida mais "pilhado" que os jogadores, a todos assustou. Foi se equilibrando, mas mesmo assim não passava segurança com critérios diferentes para lances iguais. O erro maior foi o de não marcar penalidades (duas) quase simultaneamente a favor do Palmeiras com seus atacantes jogando na bola e sendo atingidos nas pernas. Para nos entenderem foram duas, mas se uma fosse marcada inexistiria a outra dada fração de segundos entre elas.
 
 
"PARA CERTAS COISAS TEMOS QUE SER CEGOS, SURDOS E MUDOS"
 
 
 

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