BOLA CHEIA - 15/10/2018

BOLA CHEIA
 
 
 
BOLA CHEIA, mas nem tanto, para o Cruzeiro na primeira partida pela Copa do Brasil. Jogando em casa, torcida a favor, adversário sem chutar uma bola no gol, e medo de perder. E sabem qual a razão? O Corinthians quis repetir o "oxo" contra o Flamengo na semifinal e conseguiu não chutar uma bola no gol de Fabio e com muito medo também de levar gols. Resumo: Jogo ruim, pouca emoção, troca irritante de bolas no meio campo, e somente Cassio no primeiro tempo trabalhou um pouco. Em tese o Cruzeiro sai em vantagem, mas um unico gol não dá certeza de nada, e o Corinthians joga suas fichas em sua torcida no Itaquerão. É bem verdade que o Cruzeiro tem sido melhor fora de casa que dentro, mas agora tudo pode acontecer. Muito bom o trabalho de Anderson Daronco, no apito e no grito. Gostamos...
 
 
 
BOLA CHEIA pra o Santos que mesmo não jogando uma grande partida venceu ao mixto do Corinthians pela contagem minima. Jogo muito igual mas de pouca inspiração com o Timão iniciando melhor, porém não se sustentando e com o Santos passando a dominar as ações. Poucas chances de gol, goleiros sem grande trabalho, e no final vitoria justa peixeira. Pericles Bassols arbitrou, não teve grandes erros técnicos, não existiram as duas penalidades máximas reclamadas, uma por cada equipe. mas não gostamos de sua participação no que diz respeito á disciplina. Na primeira etapa preferiu advertir verbalmente, em pelo menos três situações que o Cartão Amarelo deveria ter sido aplicado. Na segunda etapa esteve mais atento neste quesito.
 
 
 
BOLA CHEIA para o Palmeiras que não tomou conhecimebto do Grêmio no Pacaembu, venceu com muita segurança e certamente liquidou com as esperanças gremistas no Campeonato Brasileiro. Mostrou-se o Verdão uma equipe bastate consciente, uma defesa extremamente segura, e com saidas para o ataque com muita velocidade, sempre "puxadas" por Dudu. Para reforçar o que tentamos mostrar, o Grêmio teve 63% de posse de bola e creiam, não chutou nenhuma bola ao gol com a bola rolando nos 90 minutos e fazendo de Fernando Prass um assistente privilegiado na partida. O unico chute ao gol palmeirense se deu aos 21 minutos da etapa final numa cobrança de falta pra fora. Mesmo com menor tempo de posse de bola foi o Palmeiras que levou mais perigo e teve varias chances de marcar mais gols. Ricardo Marques Ribeiro não foi o mesmo de jogos anteriores, parecia "deslumbrado" para aparecer, deixando de marcar varias infrações sendo uma delas penal sobre Dudu e outra sobre Luan (Palmeiras). Disciplinarmente não parecia com vontade de aplicar Cartões Amarelos, ficou devendo alguns, sobretudo sobre as muitas faltas recebidas por Dudu.
 
 
 
"PÉS NO CHÃO, CABEÇA ERGUIDA E... FÉ NA VIDA"

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